sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Da abundância à servidão: o colapso venezuelano sob o intervencionismo estatal


Vando dos Santos 6 de janeiro de 2026

A captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, anunciada em 4 de janeiro, é um marco político e simbólico. Independentemente de seus desdobramentos jurídicos e diplomáticos, o episódio chama novamente a atenção para um fato incômodo: como um país com a maior reserva comprovada de petróleo do mundo conseguiu chegar a um nível tão profundo de colapso econômico, social e institucional?

A resposta não está em conspirações externas nem na ausência de recursos naturais. Está nas escolhas econômicas e políticas feitas ao longo de décadas, escolhas que seguem com impressionante fidelidade o roteiro descrito em O Caminho da Servidão, de Friedrich Hayek.

No livro, Hayek desenvolve uma crítica abrangente a todas as formas de coletivismo. Ele rejeita a ideia de que apenas o socialismo soviético representaria uma ameaça à liberdade, mostrando que o nazismo e o fascismo compartilham a mesma lógica fundamental. Em todos esses regimes, o indivíduo deixa de ser o centro da ordem social e passa a ser subordinado a um suposto interesse coletivo definido pelo estado. As diferenças ideológicas são secundárias diante da semelhança institucional: concentração de poder, planejamento econômico e supressão das liberdades individuais.

Na Venezuela, esse processo não ocorreu de forma abrupta. O caminho foi gradual. Uma sociedade inicialmente aberta passou a aceitar intervenções pontuais em nome da justiça social, da estabilidade e do desenvolvimento. À medida que essas intervenções produziram resultados indesejados, novas medidas foram adotadas para corrigir os problemas criados pelas anteriores. O resultado foi um ciclo cumulativo de controle, no qual cada fracasso do planejamento serviu de justificativa para ampliar ainda mais o poder do estado.

Durante anos, a renda do petróleo criou na Venezuela a ilusão de que o desenvolvimento poderia ser planejado e distribuído politicamente. O estado passou a tratar o setor petrolífero não como uma atividade produtiva sujeita ao cálculo econômico, mas como um instrumento de engenharia social. O mercado foi progressivamente substituído por decisões administrativas, enfraquecendo os sinais de preços e a coordenação espontânea da economia.

A expulsão de empresas estrangeiras, as expropriações e a nacionalização generalizada da cadeia do petróleo marcaram o ponto de ruptura. A estatal PDVSA deixou de operar segundo critérios técnicos e passou a obedecer prioridades políticas. Para a Escola Austríaca, esse movimento é fatal. Sem propriedade privada, sem concorrência e sem o sistema de lucros e prejuízos, o cálculo econômico se torna impossível.

Não existe liberdade individual sem liberdade econômica. Quando o estado assume o controle dos meios de produção, ele passa necessariamente a controlar os fins da ação humana. Decidir o que produzir, como produzir e para quem produzir implica decidir quais necessidades serão atendidas e quais serão sacrificadas. A liberdade política torna-se vazia quando as escolhas econômicas fundamentais são monopolizadas pelo poder central.

O planejamento central não depende de más intenções para fracassar. Ele esbarra em um problema epistemológico insolúvel, a impossibilidade de concentrar o conhecimento disperso existente na sociedade. Os preços desempenham um papel essencial nesse processo, pois condensam informações sobre escassez, preferências e custos que nenhum planejador é capaz de reunir ou processar. Ao suprimir o sistema de preços, o estado elimina o principal mecanismo de coordenação da economia.

Na Venezuela, essa desorganização econômica foi acompanhada por um processo contínuo de expansão fiscal e monetária para sustentar um aparato estatal ineficiente e politicamente capturado. A consequência foi a hiperinflação, que destruiu o poder de compra da moeda, corroeu salários, dissolveu poupanças e aprofundou a miséria da população. O colapso econômico não apenas empobreceu os venezuelanos, mas retirou deles qualquer previsibilidade mínima para planejar o futuro.

O controle econômico gerou escassez. A escassez justificou novos controles. Esses controles exigiram coerção crescente. Vieram o controle de preços, o controle cambial, a repressão à iniciativa privada e, por fim, o autoritarismo político aberto. A combinação de hiperinflação, desabastecimento e repressão produziu um dos maiores êxodos populacionais da história recente da América Latina, com milhões de venezuelanos forçados a deixar o país em busca de condições mínimas de sobrevivência.

O que se observou na Venezuela não foi apenas um colapso econômico, mas a destruição gradual das bases que sustentam a autonomia de uma sociedade. A erosão da propriedade privada, a eliminação da iniciativa individual e a substituição das decisões dos cidadãos por ordens administrativas retiraram do povo venezuelano o controle sobre sua própria vida econômica. Quando o estado substitui o mercado, a coordenação espontânea da economia é desfeita e o resultado deixa de ser prosperidade para se tornar tragédia. A escassez generalizada, a dependência do poder central e a perda de soberania não surgiram de um evento isolado, mas de um processo contínuo de concentração de poder e supressão das liberdades econômicas. Um povo empobrecido, sem alternativas produtivas e submetido à coerção política, deixou de ser agente do próprio destino. Essa trajetória, da abundância à pobreza, da autonomia à submissão, conduziu a Venezuela, passo a passo, ao caminho da servidão.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Segurança em obras e reformas: Equatorial orienta sobre cuidados com a rede elétrica


Planejamento e atenção à proximidade da rede elétrica são fundamentais para evitar acidentes com energia
A energia elétrica é essencial no dia a dia, mas o seu uso sem os devidos cuidados pode representar riscos, especialmente durante obras e reformas realizadas próximas à rede elétrica. A Equatorial Maranhão reforça continuamente a importância da adoção de medidas de segurança, com foco na prevenção de acidentes com eletricidade e na proteção de trabalhadores e da população em geral.

De acordo com a Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), a construção civil é o setor que mais registra acidentes com a rede elétrica no Brasil. Em 2024, o segmento liderou o ranking de mortes em acidentes elétricos, o que demonstra a persistência do risco, quando foram contabilizados 259 acidentes com a rede elétrica em obras ou manutenções prediais no país, sendo 65 fatais.

Ainda nessa abordagem sobre a energia elétrica e os números gerais envolvendo outros setores, dados da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel) apontam que a soma total das ocorrências envolvendo choques elétricos, incêndios e descargas atmosféricas cresceu 7,5%, quando comparamos o primeiro semestre de 2024 com o mesmo período de 2025, passando de 1.086 para 1.168 acidentes.

Atenção redobrada durante as obras

Durante reformas, construções ou manutenções prediais, o contato acidental com fios energizados pode provocar acidentes graves. Por isso, o planejamento prévio da obra e a observação da proximidade da edificação em relação a rede de energia, são medidas indispensáveis para garantir a segurança de pintores, pedreiros e demais profissionais da construção civil.

Cuidados essenciais em obras próximas à rede elétrica

• Mantenha uma distância segurança entre a construção e a rede elétrica, de pelo menos 3 metros na altura e 1,5 metro de afastamento lateral da rede elétrica. A medida vale para o andaime, para quem está trabalhando nele e para qualquer objeto que esteja sendo manipulado;
• Não manuseie vergalhões, barras metálicas, andaimes ou ferramentas longas próximos à fiação;
• Redobre a atenção em serviços em altura, como lajes, telhados e fachadas;
• Utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados e contar com profissionais capacitados;
• Jamais realize ligações clandestinas, improvisadas ou gambiarras.
Em situações em que a obra esteja muito próxima à rede elétrica e a distância de segurança não seja respeitada, a recomendação é procurar a Distribuidora, nas agências de atendimento presencial, para solicitar uma visita técnica.

Segurança começa no planejamento

A Equatorial Maranhão destaca que a prevenção começa ainda na fase de planejamento da obra. Avaliar previamente o local, identificar a proximidade da rede elétrica, seguir as normas técnicas, organizar adequadamente o canteiro de obras e contratar profissionais habilitados são medidas fundamentais para reduzir riscos e garantir a realização de obras mais seguras.

“Obras e reformas exigem atenção redobrada desde o planejamento, principalmente quando ocorrem próximas à rede elétrica. Um simples descuido pode gerar consequências graves. Por isso, é fundamental que os profissionais avaliem os riscos e respeitem a distância de segurança da rede elétrica”, orientou Gabriel Vieira, Executivo de Segurança da Equatorial Maranhão.

Em casos de vítimas de choque elétrico: Não toque na pessoa afetada. A melhor forma de prestar socorro é desligar o disjuntor ou a chave geral das instalações e contatar imediatamente o Corpo de Bombeiros (193) ou o SAMU (192). Se o acidente ocorrer em via pública e for provocado pela rede elétrica, é importante também acionar a Equatorial Maranhão pela Central 116 para que o desligamento da energia seja realizado e todas as medidas de segurança sejam adotadas.

Movimento “Vc + Seguro”

Essas orientações fazem parte do movimento “Vc + Seguro”, iniciativa da Equatorial Maranhão que promove a conscientização sobre o uso seguro da energia elétrica e reforça o compromisso da Distribuidora com a segurança e o bem-estar da população.

Acessórios para vinhos ganham protagonismo como presente sofisticado


Werter Bandeira apresenta uma linha especial de produtos e acessórios de vinhos para presentes da Villa do Vinho

Villa do Vinho amplia curadoria de acessórios para presentes

O universo dos vinhos vive um novo momento. Antes restrito a círculos mais especializados, ele passou a ocupar espaço definitivo no cotidiano de executivos, empreendedores e pessoas que valorizam experiências sofisticadas e bem escolhidas.

O vinho deixou de ser apenas uma bebida e se consolidou como símbolo de estilo, cultura e sociabilidade — presente tanto em encontros profissionais quanto em celebrações pessoais.

Nesse cenário, presentear com vinho também ganhou novas camadas de significado. Mais do que escolher uma boa garrafa, a tendência agora é investir em acessórios que elevam a experiência e demonstram cuidado na escolha.

Taças diferenciadas, saca-rolhas profissionais, decanters, aeradores e outros itens ligados a esse universo transformam o ato de degustar em um verdadeiro ritual, cheio de personalidade.

É exatamente essa proposta que a Villa do Vinho vem reforçando ao apresentar uma curadoria de opções de presentes que vão além do óbvio. A loja aposta em acessórios que fazem a diferença para quem ama vinhos — seja para uso pessoal, seja como presente corporativo ou uma escolha especial para alguém de bom gosto. Peças elegantes, funcionais e atemporais dialogam com diferentes perfis, idades e estilos, sempre com um toque de sofisticação.

A curadoria assinada por Werter Bandêira, que também é sommelier em formação, é um dos grandes diferenciais da Villa do Vinho. Seu olhar técnico, aliado à sensibilidade estética, garante uma seleção criteriosa de produtos que unem qualidade, design e propósito. “Presentear com vinho e acessórios é também contar uma história. E os acessórios ajudam a prolongar essa experiência, tornando cada momento mais especial”, defende Werter.

Com essa linha especial para presentes, a Villa do Vinho se posiciona como referência quando o desafio é acertar em cheio na escolha de um presente elegante e original.

Afinal, em tempos em que o vinho se tornou cada vez mais democrático e desejado, investir em acessórios é uma forma inteligente e atual de surpreender — com estilo, bom gosto e significado.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Férias seguras: Equatorial Maranhão reforça cuidados com a energia elétrica para quem vai viajar



Distribuidora orienta sobre medidas simples para manter a residência segura e prevenir acidentes durante o período de férias

O período de férias escolares costuma ser marcado pelo aumento das viagens e pela ausência prolongada dos moradores em suas residências. Atenta a esse cenário, a Equatorial Maranhão reforça o alerta à população sobre a importância de adotar cuidados básicos com a energia elétrica antes de sair de casa, contribuindo para a prevenção de acidentes, a preservação dos equipamentos e a segurança das famílias.

Antes de viajar, a principal recomendação é retirar da tomada todos os equipamentos que não serão utilizados, como televisores, micro-ondas, computadores e outros aparelhos eletrônicos. Além de reduzir o consumo de energia, essa medida diminui significativamente o risco de curtos-circuitos, danos aos equipamentos e até mesmo incêndios.

O Executivo de Segurança do Trabalho da Equatorial Maranhão, Gabriel Vieira, destaca que atitudes simples e responsáveis fazem toda a diferença. “É importante manter ligados apenas os equipamentos essenciais, como geladeiras, que devem estar conectadas a tomadas adequadas e em boas condições. O uso de benjamins, conhecidos como ‘T’, extensões ou adaptações improvisadas deve ser evitado, pois pode provocar sobrecarga elétrica e aumentar o risco de acidentes”, informou Gabriel.

Cuidados simples com a energia elétrica para garantir mais segurança:

• Mantenha a geladeira em funcionamento no modo de intensidade mínima, assegurando a conservação adequada dos alimentos sem desperdício de energia;

• Evite deixar lâmpadas acesas em ambientes vazios e priorize o uso de lâmpadas de LED, que são mais econômicas, consomem menos energia e possuem vida útil até 15 vezes maior que as lâmpadas fluorescentes.

• Avalie a possibilidade de desligar circuitos do disjuntor que não precisam funcionar durante sua ausência.

“A segurança deve ser prioridade em qualquer época do ano, mas durante as férias os riscos aumentam devido às residências ficarem vazias por mais tempo. Seguir orientações simples pode evitar acidentes com energia. Em caso de ocorrências envolvendo a rede elétrica ou situações de risco, a população deve entrar em contato com a Equatorial Maranhão por meio dos canais oficiais de atendimento, que funcionam 24 horas por dia”, reforçou Gabriel.

A Distribuidora ressalta que, com atitudes simples e conscientes, é possível aproveitar o período de férias com mais tranquilidade, segurança e economia, garantindo momentos de lazer sem preocupações.

Movimento “Vc + Seguro”

Essas orientações fazem parte do movimento “Vc + Seguro”, iniciativa da Equatorial Maranhão que promove a conscientização sobre o uso seguro da energia elétrica e reforça o compromisso da Distribuidora com a segurança e o bem-estar da população.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Venezuela: Chavismo, Crise Democrática e Disputa Geopolítica


Por Marcos Soares – Professor de História e liderança comunitária.

A Venezuela tornou-se, nas últimas décadas, um dos principais símbolos das contradições políticas da América Latina contemporânea. O chavismo, inaugurado com a eleição de Hugo Chávez em 1998, nasceu como resposta a um sistema político excludente e a uma democracia liberal incapaz de enfrentar desigualdades históricas. Seu discurso combinava justiça social, soberania nacional e enfrentamento direto à hegemonia dos Estados Unidos, mobilizando amplos setores populares e redesenhando a política externa venezuelana.

Nos primeiros anos, impulsionado pela alta do petróleo, o governo Chávez promoveu políticas sociais que ampliaram o acesso à renda, saúde e educação. Contudo, como observa o analista de Relações Internacionais Leonardo Trevisan, projetos de forte liderança carismática tendem a entrar em crise quando passam a substituir instituições por lealdades políticas. A centralização do poder, o enfraquecimento dos mecanismos de controle e a dependência quase absoluta do petróleo criaram bases frágeis para a continuidade do projeto.

A sucessão de Chávez por Nicolás Maduro aprofundou essas fragilidades. A crise econômica, marcada por hiperinflação, escassez e colapso produtivo, foi acompanhada por um progressivo fechamento do regime. A historiadora Maria Ligia Prado alerta que, na história latino-americana, experiências políticas que nascem com forte legitimidade popular podem resvalar para o autoritarismo quando o dissenso passa a ser tratado como ameaça à soberania nacional. Na Venezuela, crítica e oposição foram progressivamente deslegitimadas em nome da defesa do projeto bolivariano.

As sanções impostas pelos Estados Unidos e pela União Europeia agravaram esse quadro. Embora não expliquem sozinhas a crise venezuelana, tiveram impacto direto sobre a economia e sobre a população, reforçando a narrativa do cerco imperialista. A política externa norte-americana, nesse contexto, resgata uma longa tradição intervencionista na América Latina, na qual a defesa da democracia frequentemente se confunde com interesses estratégicos, especialmente sobre recursos energéticos.

Paralelamente, a aproximação da Venezuela com China e Rússia inseriu o país em uma disputa geopolítica mais ampla. Esses atores ofereceram apoio financeiro, diplomático e militar, não por afinidade ideológica, mas por interesses estratégicos globais. Como destaca Trevisan, alianças assimétricas raramente fortalecem a soberania dos países periféricos; ao contrário, tendem a transformá-los em peças de um tabuleiro internacional controlado por grandes potências.




O processo venezuelano dialoga com as reflexões apresentadas em “Como as Democracias Morrem”, de Steven Levitsky e Daniel Ziblatt. A Venezuela não vivenciou um golpe clássico, mas um processo gradual de erosão institucional, no qual eleições persistem, porém esvaziadas de competição real, e o Estado de Direito é progressivamente corroído por dentro.

O Brasil, por sua vez, manteve uma relação ambígua com o chavismo. Oscilou entre o diálogo diplomático, a defesa da soberania e a dificuldade em reconhecer os limites democráticos do regime. Essa postura reflete tanto a tradição brasileira de não intervenção quanto os dilemas históricos da esquerda latino-americana ao lidar com experiências que, em nome do anti-imperialismo, relativizaram a democracia.

Talvez Gabriel García Márquez ajude a compreender esse percurso ao retratar a América Latina como um espaço onde o épico e o trágico caminham juntos. O chavismo construiu uma narrativa de redenção histórica, mas acabou aprisionado em seus próprios mitos, incapaz de responder às exigências concretas da democracia e da economia contemporâneas.

A Venezuela deixa uma lição dura, porém necessária: não há projeto soberano sustentável sem instituições democráticas sólidas, pluralismo político e respeito às liberdades. Para a América Latina, o desafio segue sendo construir alternativas que enfrentem desigualdades sem abrir mão da democracia condição indispensável para qualquer futuro possível.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Cetfama realiza com sucesso Campanha de Natal no Povoado Palmares em Anajatuba - MA


A Clínica Cetfama realizou com grande sucesso a sua tradicional Campanha de Natal no Povoado Palmares no município de Anajatuba – MA, levando solidariedade, cuidado e esperança à comunidade local.

A ação beneficente contemplou a entrega de brinquedos, cestas básicas, roupas e diversos donativos, além de momentos de acolhimento, carinho e atenção às famílias da região. A iniciativa teve como principal objetivo proporcionar um Natal mais digno e alegre, especialmente para crianças e pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Reconhecida pelo seu compromisso social, a Clínica Cetfama desenvolve regularmente ações solidárias que vão além do cuidado com a saúde, reforçando valores como empatia, responsabilidade social e amor ao próximo.

Por meio desta iniciativa natalina, a Cetfama reafirma seu papel como agente transformador na comunidade, contribuindo para a construção de um Natal mais humano, solidário e cheio de esperança para todos.

No pré-carnaval da Madre Deus, Orleans reafirma valorização da cultura local


As ruas da Madre Deus foram tomadas pela folia neste domingo (04), em mais um grito de pré-carnaval promovido pelo Governo do Maranhão. O secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, reforçou o compromisso da gestão estadual com o fortalecimento do carnaval tradicional de São Luís, promovendo a cultura e a geração de renda.

“É muito bom voltar à Madre Deus, berço do carnaval tradicional, e ver nossa cultura pulsando e a economia girando, com o povo se divertindo alegre e em segurança, e vendedores autônomos comercializando seus produtos”, destacou Orleans Brandão, ao prestigiar o circuito “Vem pra Madre” ao lado do secretário estadual de Cultura, Yuri Arruda.

Ele lembrou que a cada ano o Governo do Estado tem buscado destacar o Carnaval do Maranhão no mapa do Brasil, com grandes atrações nacionais e um público cada vez maior: “Mas também priorizamos a nossa cultura, pagando os cachês antecipados, trazendo os blocos tradicionais e apoiando as escolas de samba. Esse é nosso principal objetivo: priorizar quem é daqui e faz a cultura do nosso Maranhão”.

Berço do carnaval tradicional maranhense, o bairro da Madre Deus terá programação nos domingos do mês de janeiro e entre os dias 14 e 17 de fevereiro, com blocos tradicionais e manifestações culturais que preservam a identidade do carnaval de rua.

Realizado pelo Governo do Maranhão, o Carnaval 2025 teve público recorde de 4,5 milhões de foliões, que passaram pelos circuitos Vem Pro Mar, Vem Pra Madre e, nas prévias, pelo Vem Pro Centro. O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) estimou que a movimentação total no período foi de R$ 800 milhões de reais. A segurança pública contou com a presença ostensiva de 8 mil policiais nas ruas e a ocupação nos hotéis foi de 95%. A meta do Governo do Maranhão para 2026 é superar os bons resultados obtidos ano passado.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Maranhense Fernando Braga ganha Prêmio de Melhor Ator no Festival Cinematica, no Japão. Dirigido pelo renomado diretor Hsu Chien, o curta Luis foi gravado, neste ano, em São Luís.


Internacional

Kyoto, Japão - Selecionado para oito renomados festivais de cinema, sendo seis internacionais, o curta Luis ingressou, nesta semana, na nova história do cinema maranhense. Gravado, no início de 2025, em São Luís do Maranhão, o curta-metragem, dirigido pelo premiado diretor Hsu Chien, foi um dos concorrentes do Festival Cinematica, em Kyoto, no Japão, que anunciou, nesta semana, o prêmio de Melhor Ator para o ator e publicitário maranhense Fernando Braga.

Fernando Braga participou ainda de outras duas produções, em parceria com o diretor Hsu Chien. São elas: Coágulo, gravado no Rio de Janeiro, e Ainda Te Amo, também rodado em São Luís. O filme Luis segue sua projeção internacional, com seleções para festivais nos Estados Unidos, França e Índia. O filme narra uma história sobre o cidadão Exu Pereira de Jesus da Silva Santos, que personifica milhões de brasileiros que vivem entre o desespero e a esperança, buscando formas inusitadas de sobreviver à falta de emprego, dignidade e ao abandono de um sistema que os esqueceu.

Com humor, fé e resiliência, ele transforma o caos cotidiano em pequenas vitórias, revelando a força que nasce nas adversidades. Entre desafios e encontros improváveis, Exu Santos também enfrenta o preconceito religioso, mostrando que a fé, em suas diversas formas, pode ser um caminho de resistência e transformação. Em uma jornada marcada por leveza e espiritualidade, ele descobre que a verdadeira força está na aceitação, no respeito e na capacidade de enxergar milagres onde menos se espera.

Ficha Técnica

Direção: Hsu Chien

Roteiro: Fernando Braga

Produção: Ione Coelho e Fernando Braga

Fotografia: Isaque Junior

Trilha/Áudio: Carlos Original, Zeca Baleiro, Zeca Baleiro e Harpa Cristã, Cassius Frazão, Marcos Belfort, André Levy, Aléssio Rissato, Ione Coelho e Fernando Braga.

Elenco/Personagem: Fernando Braga, Silvana Cartágenes, Julia Martins, Lilian Cutrim, Helena Travassos, Jorge Milton, Eliseu Alex, Gabbie Ribeiro, Bruno Fontenelle e Jhonatan Oliveira.

Co-Produção: Idé Production e Mood Filmes

Produtora Realizadora: Rodapé Films


1 / 3 Equatorial Maranhão alerta: Cabos partidos após temporais ampliam risco de mortes por choque elétrico


A Equatorial Maranhão alerta que, diante de fios e cabos partidos da rede elétrica no chão, a orientação é sempre manter distância e jamais tentar qualquer intervenção, para evitar choques que podem levar à morte

As primeiras chuvas mais intensas do ano costumam trazer alívio para o calor, mas também acendem um sinal de alerta para um risco ainda subestimado pela população: os cabos partidos da rede elétrica.

Ventos fortes, solo encharcado e a queda de árvores ou estruturas podem provocar o rompimento de fios energizados, transformando ruas, calçadas e até áreas residenciais em zonas de perigo iminente.

A Equatorial Maranhão reforça que acidentes envolvendo cabos partidos costumam ser mais frequentes durante períodos de fortes chuvas e ventanias.

A população fica mais exposta nessa época a um perigo silencioso e frequentemente fatal: a eletroplessão - nome técnico dado à morte causada por choque elétrico. Trata-se de um tipo de acidente que pode ocorrer em questão de segundos e, muitas vezes, sem que a vítima perceba o perigo. Um cabo aparentemente inofensivo no chão pode estar energizado, transmitindo corrente elétrica pelo solo molhado, ampliando a área de risco ao redor.

“A água aumenta significativamente a capacidade de condução da eletricidade. Em ambientes molhados, o risco é ainda maior, mesmo para quem não toca diretamente no fio” alerta o engenheiro de Segurança do Trabalho da Equatorial Maranhão, Maxinard Costa.

Dados de órgãos especializados, citados pelo Canal Solar, revelam que os acidentes envolvendo eletricidade no Brasil continuam altos e crescentes. Só em 2024, foram registrados mais de 2.300 acidentes elétricos — incluindo choques, curtos-circuitos e sobrecargas — que resultaram em 759 mortes, cifra recorde na série histórica desse tipo de ocorrência no país. A maioria desses casos está relacionada a choques elétricos, que muitas vezes ocorrem em residências e também em espaços públicos, refletindo a urgência de medidas preventivas e educação em segurança elétrica.

O perigo que não se vê

Um dos principais problemas nesses casos é a falsa sensação de segurança. Cabos caídos podem não apresentar faíscas, ruídos ou qualquer sinal visível de que estão energizados. Ainda assim, o simples ato de se aproximar pode ser suficiente para provocar um choque grave ou fatal.

Crianças, motociclistas, ciclistas e pedestres estão entre os mais vulneráveis. Há também registros de acidentes envolvendo pessoas que, movidas pela tentativa de ajudar, tentam afastar o fio com pedaços de madeira, vassouras ou outros objetos improvisados — uma atitude considerada extremamente perigosa.

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A Distribuidora alerta que, diante de fios no chão, a orientação é clara — manter distância e jamais tentar qualquer intervenção.

A Equatorial Maranhão é categórica ao listar comportamentos que devem ser evitados em qualquer circunstância:

O que não fazer:

· Não toque no cabo partido, mesmo que ele pareça inofensivo;

· Não tente afastar o fio com objetos, sejam eles de madeira, plástico ou metal;

· Não se aproxime do local, principalmente se o solo estiver molhado;

· Não permita que crianças ou animais cheguem perto da área;

· Não tente religar a energia ou realizar qualquer reparo por conta própria.

O que fazer ao encontrar um cabo no chão:
· Mantenha distância segura, de pelo menos oito metros;

· Isole a área, se possível, alertando outras pessoas;

· Acione imediatamente a Equatorial Maranhão pelos canais oficiais de atendimento;

· Em caso de acidentes, ligue para o Corpo de Bombeiros (193) ou para o SAMU (192). Se o acidente for em via pública, acione também a Equatorial pelo telefone 116.

A concessionária reforça que apenas equipes técnicas treinadas e com equipamentos adequados podem atuar com segurança nessas situações.

Um risco que exige prevenção e informação

A redução de acidentes passa também pela informação e pelo comportamento da população. Em períodos de chuvas intensas, a atenção deve ser redobrada, especialmente em áreas com fiação aérea e grande circulação de pessoas.

“Quando se trata de energia elétrica, o erro não admite segunda chance”, resume o engenheiro de Segurança do Trabalho da Equatorial Maranhão, Maxinard Costa.

Em dias de tempestade, a melhor proteção continua sendo a distância — e a consciência de que, diante de um cabo partido, a atitude mais segura é não agir, mas comunicar.

Atenção também dentro de casa

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Além dos riscos nas vias públicas, o período chuvoso exige cuidados redobrados dentro de residências, comércios e condomínios. A Equatorial Maranhão orienta que equipamentos elétricos não sejam manuseados com o corpo molhado e que se evite o uso de aparelhos conectados à tomada em áreas externas, como quintais, varandas e garagens descobertas.

Em situações de alagamento, a recomendação é desligar imediatamente o disjuntor geral antes de qualquer tentativa de acesso ao imóvel.

No ambiente externo, a população deve evitar se abrigar sob postes, árvores próximas à rede elétrica ou estruturas metálicas, que podem conduzir eletricidade em casos de descargas atmosféricas ou rompimento de cabos. A água potencializa os efeitos da corrente elétrica.

Informação aliada às atitudes de prevenção fazem toda a diferença para preservar vidas.

Período chuvoso exige atenção redobrada para evitar acidentes com a rede elétrica


Equatorial Maranhão orienta população sobre cuidados em áreas alagadas e reforça procedimentos de segurança em caso de cabo partido

Com a intensificação das chuvas, que podem causar alagamentos e enchentes, a Equatorial Maranhão reforça o alerta à população sobre os riscos envolvendo a rede elétrica, especialmente em situações de cabos de energia partidos, que podem ocorrer nesse período devido à queda de galhos e árvores, descargas atmosféricas, ventanias e até acidentes de trânsito com quebra de postes.

Em áreas externas, como ruas e avenidas, o perigo é ainda maior. A água pode conduzir eletricidade, ampliando a área de risco e aumentando significativamente a possibilidade de choques elétricos. Por isso, ao identificar fios caídos no chão ou cabos rompidos, a orientação é clara: não se aproxime e mantenha distância do local.

Cabos partidos podem permanecer energizados mesmo após a queda, representando um risco invisível. Em períodos chuvosos, esse perigo é potencializado, já que superfícies molhadas facilitam a propagação da corrente elétrica.

Ao se deparar com cabos ao solo, a população deve evitar qualquer tipo de contato e acionar imediatamente a Equatorial Maranhão, por meio da Central 116. Também é importante não tentar remover objetos que estejam sobre os fios e não permitir que outras pessoas e animais se aproximem da área até a chegada das equipes da Distribuidora.

Além disso, durante as chuvas e incidência de raios, evite áreas abertas, como campos, praias, ficar perto de árvores, postes, fiação elétrica e locais alagados.

Respeite a altura das vias: Evite acidentes com a rede elétrica

Ocorrências com a rede elétrica também podem ocorrer por outras causas, como acidentes de trânsito com quebra de postes e o tráfego de veículos acima da altura permitida. No trânsito, a Equatorial Maranhão orienta motoristas a respeitarem a altura regulatória das vias e a redobrarem a atenção com a rede elétrica, principalmente durante chuvas fortes.

O engenheiro de Segurança do Trabalho da Equatorial Maranhão, Maxinard Costa, destaca a importância de acionar imediatamente a Distribuidora em qualquer situação de risco envolvendo cabos de energia.

“Há um perigo invisível nesses casos, pois não é possível saber até onde a energia pode se espalhar, sobretudo em áreas molhadas ou alagadas. A orientação é manter distância do local e acionar imediatamente a Equatorial pela Central 116 ou pelo WhatsApp da Assistente Virtual Clara, no número (98) 2055-0116, informando a ocorrência de risco à vida, para que nossas equipes atuem com agilidade”, alertou.

Movimento “Vc + Seguro”

As orientações fazem parte do movimento “Vc + Seguro”, iniciativa da Equatorial Maranhão que promove a conscientização sobre o uso seguro da energia elétrica e reforça o compromisso da Distribuidora com a segurança e o bem-estar da população, especialmente em períodos de maior vulnerabilidade, como o cenário de chuvas intensas.

A Equatorial Maranhão reforça ainda que, ao presenciar uma pessoa vítima de choque elétrico, jamais tente tocá-la.

A orientação é acionar imediatamente os serviços de emergência pelo 193 (Corpo de Bombeiros) ou 192 (SAMU).

Em ocorrências em vias públicas, a Distribuidora também deve ser imediatamente comunicada pela Central 116, para que todas as medidas de segurança sejam adotadas.


sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Paço do Lumiar em outro Patamar : 2025, um ano transformador na Cultura, Esporte e Juventude


Em 2025 com a implementação da Secretaria de Cultura, Esporte e Juventude (SEMCEJ), a gestão Fred Campos resgatou nos Luminenses a garra e a força transformando Paço do Lumiar em um verdadeiro celeiro cultural.

As atividades culturais voltaram às ruas e praças, o esporte retornou às quadras e a qualificação profissional chegou à aqueles que mais precisam, a Juventude.

2025 foi o ano em que a Feira Viva ganhou cor e o Vozes do Spray deu voz a quem antes apenas observava.

Em 2025, a Fé do Luminense caminhou firme pelas ruas com a Luz e o Axé. O sorriso da nossa gente foi maior ainda quando se reconheceu nas telona colocadas pelos quatro da cidade .

O que falar do São João de Paço do Lumiar nesse 2025, minha gente!? E a Festa do Divino? Um verdadeiro mix de tradição e religiosidade que só quem é da terra sabe explicar!

Esse ano, também contou com Festejos tradicionais como, o Festival do Marisco e do Sarnambi, além é, claro da Parada do Orgulho LGBTQIA+ que já faz parte do calendário do Luminense.

A prefeitura de Paço do Lumiar iniciou 2025 com apenas 4 Pontos de Cultura. Com planejamento, a equipe da Semcej trabalhou para que o maior número possível de fazedores de cultura fossem contemplados e o ano esta sendo encerrado com o somatório de 16 Pontos de Cultura certificados! A Política Nacional Aldir Blanc também foi deliberada para quem nunca imaginava ser contemplado, a gestão Fred Campos chegando para todos.

E 2025 não poderia fechar de forma diferente, o prefeito Fred Campos não mediu esforços para transformar o município numa cidade turística com o Natal Paço Luz - a cidade se transformou em uma cidade de encantos com atrações natalinas na Praça do Viva e Na Praça Nossa Senhora da Luz, na Sede.

Para completar o desfecho de 2025, teve a poesia em forma de fotografia, vista pelas lentes de Meireles Junior, que com a sua sensibilidade reapresentou Paço do Lumiar para o mundo inteiro.

Para o secretário Municipal de Cultura, Esporte e Juventude (SEMCEJ), Zico, 2025 foi um ano de luta e gratidão.

"Olhamos para trás com gratidão, na certeza que em 2026 teremos muito mais para fazer pela Cultura, Esporte e Juventude de nossa amada Paço do Lumiar".

Retrospectiva 2025. Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Juventude de Paço do Lumiar: nossa história continua em cada um de vocês. Até 2026!