sexta-feira, 12 de junho de 2026

Comida no prato de quem precisa

Ribamar Soares
Subsecretário da Casa Civil do Maranhão
“Quem tem fome tem pressa”, essa frase de Terezinha Mendes da Silva, parceira de Betinho na concepção e execução do Programa Ação da Cidadania, retrata com perfeição a urgência de medidas administrativas para viabilizar a superação da pobreza extrema, manifestada com mais intensidade quando se trata da impossibilidade de acesso à alimentação de qualidade e índices nutricionais adequados. A fome é a consequência mais cruel da desigualdade social e apenas quando os governos assumem que ela é uma emergência diária, inadiável, que exige a mobilização e ação solidária da sociedade com a ação governamental, existe a possibilidade desse flagelo ser contornado e índices expressivos da população serem inseridos na dinâmica civilizatória de convívio social justo.

No Maranhão, o governador Carlos Brandão encarou com determinação a tarefa de retirar centenas de milhares de pessoas da pobreza extrema, que expressa na fome o seu mais doloroso retrato. Ações emergenciais precisavam ser adotadas em sintonia com medidas estruturantes que pudessem favorecer o ingresso crescente e permanente da população menos favorecida em patamares de cidadania condizentes com a imagem de um país que avança na expectativa de se tornar uma nação verdadeiramente desenvolvida.

Durante seu mandato, o governador Brandão mais que dobrou o número de Restaurantes Populares, chegando atualmente a 224 unidades, presentes em 198 municípios maranhenses. Na Ilha de São Luís, saímos de 13 restaurantes em 2022 para 21 restaurantes atualmente. Em toda a rede estadual são servidas 225 mil refeições por dia. Desde abril de 2022, quando o governador Brandão assumiu o governo, 173,3 milhões de refeições foram servidas na rede de Restaurantes Populares do Maranhão, contribuindo decisivamente para a redução da pobreza extrema no nosso estado. Atualmente a nossa rede de acesso à alimentação popular, é a maior da América Latina. Mais do que a estatística impressionante, o que transforma essa evolução no maior símbolo de inclusão e sustentabilidade social do Brasil, é o reconhecimento das pessoas que passaram a sorrir e poder dormir devidamente nutridas.

Os Restaurantes Populares já estão presentes em quase todos os municípios do estado, servindo diariamente refeições ao custo de 1 real o almoço e o jantar e 50 centavos o café da manhã, proporcionando comida de verdade, balanceada e concebida por nutricionistas. Essa conquista do povo do Maranhão é o passo histórico mais importante para o cumprimento do Direito à Alimentação Adequada – DHAA, que rege a Rede Operacional do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN). Com a ampliação revolucionária da rede de Restaurantes Populares, o governo do Maranhão já conseguiu tirar quase 1,5 milhão de pessoas da linha da pobreza extrema e resgatar a dignidade, a esperança e a confiança de que um futuro novo e promissor é possível, sustentado por um presente solidário e de ação efetiva.

A interferência direta sobre a redução da pobreza por meio da resolução de uma emergência humana de sobrevivência, atingida pela política de expansão dos Restaurantes Populares, implementada pelo governador Carlos Brandão, possibilitou o estímulo de vários setores da nossa economia, como a agricultura familiar, responsável por parte considerável do abastecimento dos restaurantes, o setor de transportes, a geração de emprego e renda para milhares de pessoas que trabalham e atendem nas unidades, entre diversos outros setores direta ou indiretamente favorecidos.

A rede de Restaurantes Populares do Maranhão, mais do que a marca de um governo que realmente está TRABALHANDO PARA TODOS, significa uma conquista concreta das famílias maranhenses.

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