domingo, 11 de janeiro de 2026

Orleans destaca força das parcerias ao entregar obras em Açailândia


Em mais uma agenda de trabalho em Açailândia, o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, acompanhou neste sábado (10) o governador Carlos Brandão e o prefeito Dr. Benjamin na entrega de obras e serviços estaduais que comprovam a importância da parceria com o Governo do Estado para o desenvolvimento dos municípios.

“Tudo o que foi prometido há um ano está sendo cumprido: Açailândia já recebeu ambulância, viatura, cinco quilômetros de pavimentação entregues hoje e mais 10 quilômetros estão chegando. A segunda etapa do Hospital Regional já foi entregue e a tão sonhada UPA será inaugurada no próximo dia 6 de fevereiro. Todos os municípios têm obra do Governo mais municipalista que o estado já viu. E a população de Acailândia está vendo o quanto temos trabalhado em parceria com o prefeito Benjamin, que tem ido buscar recursos para desenvolver a cidade. As obras estão acontecendo, saindo do papel, transformando sonhos em realidade”, enfatizou Orleans Brandão.

À população de Açailândia foram entregues a reforma da Quadra Poliesportiva Cândido Belarmino de Sousa, no bairro Plano da Serra, e 5 km de pavimentação asfáltica no bairro Nova Açailândia II, além dos veículos do programa Coopera Maranhão doados para as secretarias municipais de Educação e Assistência Social, e para a Câmara Municipal. A comitiva ainda visitou a obra de construção da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), no residencial Tropical, e o local destinado à implantação do Serviço de Oncologia no município.

“Nossa cidade está se desenvolvendo porque temos essa grande parceria com o Governo do Estado. E Orleans é realmente um parceiro que quer desenvolver os municípios, cada um com as suas características e necessidades. E Açailândia tem recebido grandes obras como a nossa tão sonhada UPA, que vai dar melhores condições de atendimento à população e de trabalho para os funcionários”, declarou o prefeito Benjamin.

Dudu Diniz participa de encontros em comunidades de São José de Ribamar


O ex-presidente da Câmara de São José de Ribamar, Dudu Diniz, participou de dois encontros nas comunidades da cidade balneária.

O primeiro bairro visitado foi o Parque Jair. Ao lado do ex-vice-prefeito da cidade, Júnior Lago, e de lideranças, Diniz agradeceu a acolhida e se colocou à disposição de toda a comunidade.

Ele também aproveitou para falar das ações que o governador Carlos Brandão tem realizado no bairro. Já no Turiúba, o ex-presidente da Câmara bateu um papo com a comunidade.

“Me sinto em casa quando chego ao Parque Jair, ainda mais sendo recebido pela comunidade. Em seguida, levei meu abraço fraterno aos amigos do Turiúba. Agradeço aos amigos Marisson, Pastor Potente e Jô Viana pela recepção. Vamos em frente”, disse.

Marcos Brandão denuncia fake news e desmente narrativa plantada para enfraquecer parceria sólida entre Lula e Brandão

 


por: _Bastidores do Estado_

O empresário Marcos Brandão denunciou, neste domingo (11), a disseminação de fake news e desmentiu de forma categórica uma narrativa falsa que vem sendo plantada por setores ligados ao dinismo com o objetivo de gerar intriga política no Maranhão. Segundo ele, trata-se de mais um episódio de desinformação deliberada, usada como ferramenta para confundir a população e criar um clima artificial de conflito no cenário político estadual.


Brandão classificou como absurda a tentativa de atribuir a ele ou à sua família posições políticas que não correspondem à realidade, ressaltando que esse tipo de prática não contribui em nada para o debate público e enfraquece a democracia. “É uma estratégia já conhecida de um pequeno grupo que vive de espalhar mentira, plantar discórdia e desinformar a sociedade”, afirmou.

O empresário também fez questão de reconhecer publicamente a importância da parceria institucional entre o Governo do Maranhão e o Governo Federal, destacando os avanços concretos que o estado vem alcançando a partir desse alinhamento. De acordo com Marcos Brandão, obras, investimentos e políticas públicas só se tornam realidade quando há diálogo, responsabilidade e compromisso com os interesses da população.

Analistas políticos avaliam que a disseminação desse tipo de conteúdo falso tem um objetivo claro: tentar enfraquecer a relação entre o governador Carlos Brandão e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo essas análises, trata-se de uma tentativa desesperada de desestabilizar uma parceria que vem gerando resultados concretos para o Maranhão, na expectativa de que o presidente possa ser usado como tábua de salvação política para figuras que, fora da estrutura do governo, não teriam condições mínimas de obter sucesso nas urnas.

Para Marcos Brandão, a insistência em fake news revela a ausência de propostas e de compromisso com o futuro do estado. “Enquanto alguns apostam na mentira e no conflito, o Maranhão avança com trabalho, seriedade e cooperação entre as instituições”, destacou.

O empresário reforçou ainda que a propagação de notícias falsas não atinge apenas figuras públicas, mas prejudica diretamente a população, ao distorcer fatos, minar a confiança nas instituições e comprometer o ambiente democrático. “Fake news não são opinião. São ataques à verdade e ao direito da sociedade de ser corretamente informada”, concluiu.

Marcos Brandão reafirmou que seguirá se posicionando de forma firme contra qualquer tentativa de manipulação da informação e defendeu que o Maranhão continue no caminho do desenvolvimento, com estabilidade política, diálogo institucional e respeito à democracia.

Marcos Brandão denuncia fake news e desmente narrativa plantada para enfraquecer parceria sólida entre Lula e Brandão


O empresário Marcos Brandão denunciou, neste domingo (11), a disseminação de fake news e desmentiu de forma categórica uma narrativa falsa que vem sendo plantada por setores ligados ao dinismo com o objetivo de gerar intriga política no Maranhão. Segundo ele, trata-se de mais um episódio de desinformação deliberada, usada como ferramenta para confundir a população e criar um clima artificial de conflito no cenário político estadual.

Brandão classificou como absurda a tentativa de atribuir a ele ou à sua família posições políticas que não correspondem à realidade, ressaltando que esse tipo de prática não contribui em nada para o debate público e enfraquece a democracia. “É uma estratégia já conhecida de um pequeno grupo que vive de espalhar mentira, plantar discórdia e desinformar a sociedade”, afirmou.

O empresário também fez questão de reconhecer publicamente a importância da parceria institucional entre o Governo do Maranhão e o Governo Federal, destacando os avanços concretos que o estado vem alcançando a partir desse alinhamento. De acordo com Marcos Brandão, obras, investimentos e políticas públicas só se tornam realidade quando há diálogo, responsabilidade e compromisso com os interesses da população.

Analistas políticos avaliam que a disseminação desse tipo de conteúdo falso tem um objetivo claro: tentar enfraquecer a relação entre o governador Carlos Brandão e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo essas análises, trata-se de uma tentativa desesperada de desestabilizar uma parceria que vem gerando resultados concretos para o Maranhão, na expectativa de que o presidente possa ser usado como tábua de salvação política para figuras que, fora da estrutura do governo, não teriam condições mínimas de obter sucesso nas urnas.

Para Marcos Brandão, a insistência em fake news revela a ausência de propostas e de compromisso com o futuro do estado. “Enquanto alguns apostam na mentira e no conflito, o Maranhão avança com trabalho, seriedade e cooperação entre as instituições”, destacou.

O empresário reforçou ainda que a propagação de notícias falsas não atinge apenas figuras públicas, mas prejudica diretamente a população, ao distorcer fatos, minar a confiança nas instituições e comprometer o ambiente democrático. “Fake news não são opinião. São ataques à verdade e ao direito da sociedade de ser corretamente informada”, concluiu.

Marcos Brandão reafirmou que seguirá se posicionando de forma firme contra qualquer tentativa de manipulação da informação e defendeu que o Maranhão continue no caminho do desenvolvimento, com estabilidade política, diálogo institucional e respeito à democracia.

sábado, 10 de janeiro de 2026

Câmara de São Luís cria Frente Parlamentar em Defesa das APAES e Pessoas com Deficiência


A Câmara Municipal de São Luís aprovou, na sessão ordinária do último dia 17 de dezembro, o Projeto de Resolução Nº 0023/2025, de autoria do vereador Octávio Soeiro (PSB), que cria a Frente Parlamentar em Defesa das APAES e das Pessoas com Deficiência. A proposta foi aprovada em única votação e redação final, estabelecendo um colegiado de caráter suprapartidário no âmbito da Casa.

A Frente terá como atribuições acompanhar e defender políticas públicas de inclusão, acessibilidade, educação, saúde e assistência. O grupo também atuará no assessoramento aos parlamentares na elaboração e análise de proposições sobre o tema, promoverá estudos e debates, e também se articulará com as APAES, entidades civis e órgãos públicos para fortalecer ações inclusivas.

O regimento da Frente Parlamentar assegura a participação da sociedade civil, especialmente, das APAES, e determina a ampla divulgação e transparência dos trabalhos, com a publicação de relatórios das atividades.

A iniciativa visa centralizar e potencializar os esforços legislativos em prol da efetivação dos direitos das pessoas com deficiência em São Luís, criando um canal permanente de diálogo entre a Câmara Municipal e a sociedade organizada.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Da abundância à servidão: o colapso venezuelano sob o intervencionismo estatal


Vando dos Santos 6 de janeiro de 2026

A captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, anunciada em 4 de janeiro, é um marco político e simbólico. Independentemente de seus desdobramentos jurídicos e diplomáticos, o episódio chama novamente a atenção para um fato incômodo: como um país com a maior reserva comprovada de petróleo do mundo conseguiu chegar a um nível tão profundo de colapso econômico, social e institucional?

A resposta não está em conspirações externas nem na ausência de recursos naturais. Está nas escolhas econômicas e políticas feitas ao longo de décadas, escolhas que seguem com impressionante fidelidade o roteiro descrito em O Caminho da Servidão, de Friedrich Hayek.

No livro, Hayek desenvolve uma crítica abrangente a todas as formas de coletivismo. Ele rejeita a ideia de que apenas o socialismo soviético representaria uma ameaça à liberdade, mostrando que o nazismo e o fascismo compartilham a mesma lógica fundamental. Em todos esses regimes, o indivíduo deixa de ser o centro da ordem social e passa a ser subordinado a um suposto interesse coletivo definido pelo estado. As diferenças ideológicas são secundárias diante da semelhança institucional: concentração de poder, planejamento econômico e supressão das liberdades individuais.

Na Venezuela, esse processo não ocorreu de forma abrupta. O caminho foi gradual. Uma sociedade inicialmente aberta passou a aceitar intervenções pontuais em nome da justiça social, da estabilidade e do desenvolvimento. À medida que essas intervenções produziram resultados indesejados, novas medidas foram adotadas para corrigir os problemas criados pelas anteriores. O resultado foi um ciclo cumulativo de controle, no qual cada fracasso do planejamento serviu de justificativa para ampliar ainda mais o poder do estado.

Durante anos, a renda do petróleo criou na Venezuela a ilusão de que o desenvolvimento poderia ser planejado e distribuído politicamente. O estado passou a tratar o setor petrolífero não como uma atividade produtiva sujeita ao cálculo econômico, mas como um instrumento de engenharia social. O mercado foi progressivamente substituído por decisões administrativas, enfraquecendo os sinais de preços e a coordenação espontânea da economia.

A expulsão de empresas estrangeiras, as expropriações e a nacionalização generalizada da cadeia do petróleo marcaram o ponto de ruptura. A estatal PDVSA deixou de operar segundo critérios técnicos e passou a obedecer prioridades políticas. Para a Escola Austríaca, esse movimento é fatal. Sem propriedade privada, sem concorrência e sem o sistema de lucros e prejuízos, o cálculo econômico se torna impossível.

Não existe liberdade individual sem liberdade econômica. Quando o estado assume o controle dos meios de produção, ele passa necessariamente a controlar os fins da ação humana. Decidir o que produzir, como produzir e para quem produzir implica decidir quais necessidades serão atendidas e quais serão sacrificadas. A liberdade política torna-se vazia quando as escolhas econômicas fundamentais são monopolizadas pelo poder central.

O planejamento central não depende de más intenções para fracassar. Ele esbarra em um problema epistemológico insolúvel, a impossibilidade de concentrar o conhecimento disperso existente na sociedade. Os preços desempenham um papel essencial nesse processo, pois condensam informações sobre escassez, preferências e custos que nenhum planejador é capaz de reunir ou processar. Ao suprimir o sistema de preços, o estado elimina o principal mecanismo de coordenação da economia.

Na Venezuela, essa desorganização econômica foi acompanhada por um processo contínuo de expansão fiscal e monetária para sustentar um aparato estatal ineficiente e politicamente capturado. A consequência foi a hiperinflação, que destruiu o poder de compra da moeda, corroeu salários, dissolveu poupanças e aprofundou a miséria da população. O colapso econômico não apenas empobreceu os venezuelanos, mas retirou deles qualquer previsibilidade mínima para planejar o futuro.

O controle econômico gerou escassez. A escassez justificou novos controles. Esses controles exigiram coerção crescente. Vieram o controle de preços, o controle cambial, a repressão à iniciativa privada e, por fim, o autoritarismo político aberto. A combinação de hiperinflação, desabastecimento e repressão produziu um dos maiores êxodos populacionais da história recente da América Latina, com milhões de venezuelanos forçados a deixar o país em busca de condições mínimas de sobrevivência.

O que se observou na Venezuela não foi apenas um colapso econômico, mas a destruição gradual das bases que sustentam a autonomia de uma sociedade. A erosão da propriedade privada, a eliminação da iniciativa individual e a substituição das decisões dos cidadãos por ordens administrativas retiraram do povo venezuelano o controle sobre sua própria vida econômica. Quando o estado substitui o mercado, a coordenação espontânea da economia é desfeita e o resultado deixa de ser prosperidade para se tornar tragédia. A escassez generalizada, a dependência do poder central e a perda de soberania não surgiram de um evento isolado, mas de um processo contínuo de concentração de poder e supressão das liberdades econômicas. Um povo empobrecido, sem alternativas produtivas e submetido à coerção política, deixou de ser agente do próprio destino. Essa trajetória, da abundância à pobreza, da autonomia à submissão, conduziu a Venezuela, passo a passo, ao caminho da servidão.