sexta-feira, 21 de junho de 2013

Vereadores negociarão interdição de veículos na praia do Olho D’água


Representantes da Associação da União dos Bares e Restaurantes do Olho D’Água estiveram na Câmara dos Vereadores de São Luís, nesta quarta-feira, dia 19, para sensibilizar os parlamentares a intermediarem junto à SMTT (Secretaria de Trânsito e Transportes de São Luís) uma alternativa para a interdição do acesso de veículos à praia do Olho D’água.
De acordo com o vice-presidente da associação, Antônio Carlos Araújo, a frequência dos clientes nos bares diminuiu desde que os carros foram impedidos de entrar na praia, fato que ocorreu desde o dia 1º de maio. Além disso, o grupo também reivindicou que os ônibus da linha do Olho D’água não estão chegando até o ponto o final do bairro e nem entrando no terminal da integração após as 21h. “As empresas alegam que pararam de entrar no bairro por falta de segurança, assim, pedimos mais policiamento na região, pois os mais prejudicados são os moradores”, relatou o vice-presidente da Associação, composta por 43 bares.
O vereador Ricardo Diniz (PHS), se prontificou em ajudar o grupo, criando assim uma Comissão Especial para acompanhar essa negociação. Além do vereador Ricardo Diniz, presidente da Comissão, também integram os vereadores Beto Castro, Sérgio Frota, Helena Duailibe e Ivaldo Rodrigues. A Comissão agendou visita nesta quinta-feira, dia 20 de junho, às 17h, na SMTT com a secretária Fabíola Aguiar, onde serão discutidos os seguidos pontos referentes ao bairro do Olho D’água:
- Entrada de veículos na praia;
- Linha de ônibus que não faz a rota completa até o bairro;
- Policiamento na região;
- Linha de ônibus que após as 21h não entra no terminal da integração.


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Controlador do município irá depor à CPI do Bom Peixe


Controlador Délcio Rodrigues fala em reunião na Prefeitura
Apesar das divergências internas entre seus membros, a CPI do Bom Peixe prossegue nesta quinta-feira (20), às 9h, no plenário da Câmara de São Luís, com novos depoimentos, sendo que os mais aguardados são o do controlador geral do município, Délcio Rodrigues e Silva Neto, e o da auditora Elaine Jinkings Rodrigues.

Os dois servidores assinam o relatório da CGM que aponta desvios de quase R$ 2 milhões ao erário, na execução do Programa Bom Peixe na gestão do ex-prefeito João Castelo (PSDB) e do ex-titular da Secretaria de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Júlio França (PDT).

Os membros da CPI decidiram convocar os representantes da CGM depois que o relatório foi colocado em descrédito durante os depoimentos prestados, na semana passada, pelos ex-secretários Júlio França e Eliana Bezerra, que consideram o documento uma montagem, cheio de falhas e com pareceres jurídicos desconexos. Além dos servidores da Controladoria, a comissão também ouvirá, nesta quinta-feira, o depoimento do funcionário da Semapa, identificado por Valdemiro.

Para o presidente da CPI, vereador Pedro Lucas Fernandes (PTB), o processo de investigação continua firme na busca por informações que possam chegar aos verdadeiros culpados no desvio de verbas públicas do município. “Já foi solicitado desde a semana passada a prorrogação por mais 60 dias das atividades da comissão. Portanto, a CPI vai continuar até que sejam esgotadas as investigações e o relatório encaminhado ao Ministério Público [Estadual]”, declarou.

O vereador Edmilson Jansen (PTC) se mostrou indignado com a impossibilidade da comissão dar início às acareações sugeridas por integrantes do parlamento municipal. Ele disse que as acareações são importantes para buscar a verdade nas contradições até agora apresentadas pelos envolvidos na promoção do Bom Peixe. “Essas acareações são fundamentais e importantes para elucidação dos fatos”, frisou. As acareações foram barradas pelos demais membros da CPI, Francisco Chaguinhas (PRP), Chico Carvalho (PRP), Esteveão Aragão (PSB) e Rose Sales (PCdoB), que entenderam não ser necessárias.

Outro ponto destacado por Edmilson Jansen foi a decisão da maioria da CPI em não convocar o proprietário da empresa Pacific, o vereador do município de Cedral Luis Moraes, para prestar esclarecimentos sobre o fornecimento do pescado à Prefeitura de São Luís. “Não entendi essa negativa, pois já havia sido deliberado, no último dia 12, pela convocação do proprietário da Pacific. Não sei que forças ocultas foram essas que mudaram a decisão”, ressaltou.

A agenda de oitivas da CPI do Bom Peixe prosseguirá também na sexta-feira (21) com o compromisso de ouvir o atual secretário de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Marcelo Coelho (PSB). Segundo o presidente Pedro Lucas, o depoimento do gestor é de grande valia para apresentação de novos fatos que podem contribuir com as investigações da comissão.

PEDRO FERNANDES: UM SHOW DE COMPETÊNCIA?



Tempos atrás, este blog desabafou democraticamente ao criticar a incompetência do governo Holanda Jr. Na época, ressaltei a discrepância entre a superestrutura usufruída por alguns secretários e a falta de trabalho a apresentar, também chamei a atenção para aquilo que tinha se tornado este governo:uma máquina de vender crise, e a falta de dinheiro seria o principal demônio a ser exorcizado. Também argumentei que esta desculpa não fazia sentido, pois o que faltava era competência por parte dos secretários em saber captar recursos ou promover ações inteligentes, lembro que à época, não foram poucos os que me criticaram e até mesmo se fizeram de desafetos, mas isso ocorreu muito mais por receio de perder uma boa mamata do que necessariamente discordar de minha opinião, o fato é que o mundo gira e, a girada agora vem de onde menos se esperava,lá das bandas do governo do estado.

Todo e qualquer cidadão sabe que o governo do estado está quebrado, mas quando se tem um time de assessores competentes e não conspiradores, a coisa muda de figura. Mesmo sem recursos e fazendo das tripas o coração, a Secretaria de Estado da Educação consegue mostrar serviço, e que serviço. Contornando as dificuldades financeiras, Pedro Fernandes  foi buscar apoio junto a PNUD, além disso, potencializou tal apoio ao promover ações de acompanhamento de caráter integrado e como se não fosse pouco, resolveu focar a educação básica, justamente quando o governo federal privilegia o ensino técnico e superior. O leitor consegue visualizar o tamanho da semente que foi plantada?

Realmente, um grande trabalho a qual somente uma mente brilhante poderia conceber. Com essas atitudes, Pedro Fernandes prova e comprova que reclamar da falta de recurso é para quem não tem competência, e isso mostra que este escriba estava correto em sua argumentação.

O blog parabeniza o mestre Fernandes e torce para que depois dessas e outras grandes ações ele saiba administrar bem os ciúmes que já tomam conta dos corredores, além de saber escolher muito bem de quem toma conselho, tudo isso para não ser atraído para armadilhas tal qual o colega do andar de cima. 

terça-feira, 18 de junho de 2013

A Bolsa Família dos capitalistas


É Chegada a hora dos trabalhadores não permitirem que o dinheiro público seja usado para salvar os grandes capitalistas e fundos de Pensão.

JOSÉ MENEZES GOMES (*)

O dólar é nossa moeda: o problema é todo seu. Esta frase sempre serviu para indicar as vantagens de um país imperialista, no exercício de sua politica monetária e fiscal, por ser emissor de uma moeda de aceitação mundial. Estas implicações para os demais países são grandes na “normalidade da economia” e mais agudas nos momentos de crise. O papel do dólar como moeda mundial facilita a rolagem de parte da dívida pública, já que parte das reservas cambiais administradas pelos demais bancos centrais acaba sendo destinada a compra de títulos do Tesouro dos EUA. Desta forma os demais países acabam pagando parte do ônus que deveria ser exclusivo do país emissor. O restante destes títulos é vendido para os grandes grupos capitalistas, seja bancos ou empresas industriais e fundos de Pensão nacionais ou estrangeiros

Atualmente o Brasil é o quinto maior comprador de títulos da dívida pública dos EUA com mais de US$ 211 bilhões oriundos das reservas cambiais. Neste papel a China se destaca em primeiro lugar com US$ 1.159 bilhões. O Japão vem em segundo com US$ 912.bilhões. O Reino Unido vem em terceiro com US$ 346 bilhões. Em quarto temos os países exportadores de Petróleo com US$ 229 bilhões. O total de títulos dos EUA comprados pelos variados países chega US$ 4.514 bilhões e representa uma parte considerável do total dos US$ 14,5 trilhões. Este processo resulta do fato que os bancos centrais destes Estados nacionais que mantem suas reservas em dólar, comprarem títulos do Tesouro dos EUA.  O teto de endividamento estadunidense já subiu 74 vezes nos últimos 50 anos.

Para entender melhor este processo vamos investigar o caso brasileiro. Segundo o Banco Central do brasil as reservas cambiais brasileira chegaram a US$ 300 bilhões em fevereiro de 2011. Deste total 2/3 refere-se as chamada reservas estéreis, que derivam não de um superávit comercial mas de atividades que levam ao endividamento público. Assim, parte considerável das reservas brasileiras vem de um endividamento com taxa básica de 12,5% ao ano, enquanto recebe 1,9% ao comprar os títulos do tesouro dos EUA. Estima-se que o impacto para os cofres públicos no Brasil deste processo se aproxime de R$ 50 bilhões ao ano. Este montante fica um pouco abaixo dos R$ 65 bilhões previstos para gastos com saúde pela União, previstos para 2011. Ou seja, esta terceirização dos custos da política monetária dos EUA, para conter os efeitos da crise capitalista é prejudicial a saúde publica no brasil. Vale lembrar que no brasil estar orçado não significa que será executado no final do ano.

Muito se falou neste momento do risco de calote da dívida americana caso o teto para dívida não fosse alterado neste momento. Todavia, este pais já foi protagonista do maior calote da historia econômica mundial no dia 15 de agosto de 1971. Naquele momento o presidente Richard Nixon anunciou que não iria mais honrar o compromisso de trocar dólares pelas reservas em ouro, principio fundamental do acordo de Bretton woods. Com isto, o Tesouro estadunidense era obrigado a trocar os dólares em poder de qualquer país por ouro, à taxa oficial de US$ 35 a onça (unidade de cerca de 33 gramas). A partir dai tem início a crise do dólar com grande desvalorização e introdução do câmbio flutuante. Naquele momento, eles tinham o equivalente a US$ 14 bilhões em ouro em seus cofres, enquanto os governos estrangeiros dispunham de cerca de US$ 300 bilhões em reservas.

Em seis anos a dívida daquele pais saiu de US$ 3,7 trilhões em 1997, para US$ 3,9 bilhões crescendo 5,6%,em 2003. Mais a frente, em apenas três anos está dívida saltou de US$ 5,8 trilhões em 2008, para US$ 14,2 trilhões crescendo 150%. Grande parte deste endividamento, no período de 2003 a 2011, se deve aos gastos com os efeitos das crises capitalistas de 2000 – 2002 e da crise de 2007 – 2008, somados aos gastos com a invasão do Iraque e Afeganistão. Neste período a expansão da dívida estadunidense chegou a 270%, enquanto a expansão do PIB e das receitas são pífios, mesmo com a aceleração dos gastos militares. Em 2010 a dívida era de US$ 9,0 trilhões, saltando para US$ 14,5 trilhões em 2011, com crescimento de 61%. A aprovação da elevação do teto de endividamento dos EUA para mais US$ 2,1 trilhões revela que os problemas da economia mundial não estão resolvidos, mas amplificados. Segundo resultado da primeira auditoria integral do Federal Reserve (FED) feito pelo Escritório Governamental de Prestação de Contas, foi descoberto gigantescos empréstimos secretos que chegaram a US$ 16 trilhões, o que pode levar a um endividamento ainda maior1.

Mesmo com todo este dispêndio de dinheiro público a eficácia desta política é bastante reduzida, já que o dólar continua em queda. Neste sentido o governo brasileiro lançou um pacote de incentivos fiscais para a industria, Brasil Maior, que vai desonerar a produção em R$ 25 bilhões no próximos dois anos. As medidas incluem a redução da alíquota de 20% do INSS de setores afetados pela queda do dólar, como confecções, calçados, móveis e softwares. O plano inclui devolução de impostos como PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) para exportadores de manufaturados. Além disso, os 116 maiores exportadores do país terão atendimento acelerado dos pedidos de ressarcimento. De um lado o governo subsidia os exportadores com renuncia fiscal que acabará reduzindo as receitas da União. Do outro lado, continua tomando recursos a 12,5% para rolar a dívida pública, enquanto libera recursos aos grandes capitalistas a taxa de 6% ao ano, o que representa uma transferência de R$ 20 bilhões ao setor privado ao ano. Este é o valor do orçamento das Universidades federais para 2011.

Segundo dados levantados pelo grupo ‘Auditoria Cidadã’, o governo Fernando Henrique, em seus oito anos de mandato, pagou R$ 2,079 trilhões em juros e amortizações da dívida. Nos oito anos de governo Lula, os gastos mais que dobraram atingindo R$ 4,763 trilhões. De 1994 a 2010 o país pagou R$ 6.842 trilhões e mesmo assim a dívida interna atual atingiu o patamar de R$ 2,5 trilhões, em 2011. Vale lembrar que no inicio do governo FHC esta dívida era de R$ 64 bilhões.

Quanto maior é a fatura da crise capitalista mundial maior é a pressão por cortes das despesas sociais, que acabam por recair sobre os serviços públicos e por sua vez sobre os servidores públicos. É Chegada a hora dos trabalhadores não permitirem que o dinheiro público seja usado para salvar os grandes capitalistas e fundos de Pensão.

(*) José Menezes Gomes (professor do DECON e do Mestrado em Desenvolvimento socioeconômico da UFMA e Doutor pela USP e pos Doutor pela UFPE)

Incra-MA reúne-se com CGU para análise de Relatório de Gestão

 

A Superintendência Regional do Incra no Maranhão reuniu-se, na sexta-feira (14), com técnicos da Controladoria Geral da União (CGU) para tratar de busca conjunta de soluções para questões observadas no Relatório Preliminar de Gestão 2012 apresentado pelo Incra-MA para Auditoria. A reunião teve início às 10h e contou com a presença do superintendente regional e chefes de Divisão da Autarquia.
Antes da reunião, a CGU enviou documento ao Incra-MA com as questões evidenciadas no Relatório ao longo dos trabalhos da equipe de Auditoria. De acordo com o analista de finanças e controle da CGU, Arnaldo Guilherme de Oliveira, o Relatório foi considerado bom.” Não foi detectada nenhuma situação grave no Relatório apresentado pelo Incra-MA. Esta é apenas uma reunião de praxe, quando procuramos soluções conjuntas junto com os gestores, dentro da realidade de cada Instituição para as questões identificadas”, explicou.
As principais recomendações da Auditoria foram com relação aos convênios, forma de aquisição de água mineral, suprimentos de fundos, entre outras. De acordo com o chefe do Setor de Finanças do Incra-MA, Cláudio Roberto Silva, houve um avanço na qualidade do Relatório apresentado. “Este Relatório está bem melhor do que em anos anteriores, as recomendações da Auditoria foram poucas e em situações pequenas”, afirmou
O Incra-MA apresentou propostas de ações corretivas para eliminar ou reduzir os problemas encontrados, entre elas, a de adotar nos processos de licitação da Autarquia critérios de sustentabilidade ambiental e instalar no prédio do órgão mais bebedouros objetivando reduzir o gasto com aquisição de água e garantir, de forma satisfatória, o consumo dos servidores e publico externo. Na avaliação do superintendente do Incra-MA, José Inácio Rodrigues, esse tipo de reunião contribui para qualificar as ações da Superintendência, além de trazer maior segurança e transparência na operacionalização dos convênios e demais ações do órgão. ”Com a chegada de novos servidores, estamos criando uma equipe para acompanhamento, melhoramento e maior controle interno, principalmente, com relações às prestações de contas”, afirmou.
Durante a reunião foram acordados ajustes, prazos e entrega do Relatório final que seguirá para análise e homologação pelo órgão de controle em Brasília.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Paço do Lumiar: inaugurada mais uma unidade de saúde


Prefeito Josemar Sobreiro, vice, Marconi Lopes, e diretor da MPX na inauguração da unidade de saúde
Prefeito Josemar Sobreiro, vice, Marconi Lopes, e diretor da MPX inauguram unidade de saúde na Vila Canaã
A Vila Nova Canaã em Paço do Lumiar recebeu na manhã de sexta-feira (14), uma Unidade Básica de Saúde como parte do acordo do PBA de monitoramento das condições de saúde, feito entre a MPX, por meio da UTE Itaqui, a Prefeitura de Paço do Lumiar, a comunidade e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
Assinaram o termo de doação da UBS, o diretor técnico da empresa MPX, Júlio Marcante, o prefeito de Paço do Lumiar, Josemar Sobreiro, a secretária municipal de Saúde, Nadi Morais e o representante da comunidade Nova Canaã, Zacarias Passos. Acompanharam o ato, o vice-prefeito e secretário de infraestrutura Marconi Lopes, representantes do legislativo luminense, equipes de saúde e moradores
Para o Diretor Técnico da UTE Itaqui, Júlio Marcante, este é mais um benefício que a empresa em parceria com o governo municipal traz para a comunidade de Cananã. “É a reafirmação do papel participativo da empresa no bem social das comunidades remanejadas. São ações de assistência que fazem parte do plano de negócios da MPX”, contou.
O prefeito Josemar Sobreiro destacou a importância do trabalho compartilhado entre empresas privadas e gestão municipal em prol do bem estar de comunidades realocadas. “A prática mantida pela MPX na assistência às famílias de Maranhãzinho desde o realocamento das mesmas para o município de Paço do Lumiar em 2009, é primorosa. E a Prefeitura estará sempre dando o suporte para que essas famílias tenham os seus direitos garantidos”, elogiou o prefeito.