quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Ligações Provisórias de energia elétrica garantem segurança às festas de fim de ano



Equatorial Maranhão orienta sobre solicitação e os prazos

O ano já está chegando ao fim, e muita gente já programou as comemorações de Natal e réveillon. Por isso, a Equatorial Maranhão reforça as orientações de segurança com energia elétrica para este período.

Ligações Provisórias- A maioria das festas necessita de uma carga maior de energia elétrica, por isso os promotores de eventos, donos de casas de festas e produtores culturais de prefeituras precisam estar atentos para solicitar com antecedência a Ligação Provisória para seus eventos. É importante averiguar junto ao proprietário do imóvel escolhido para o evento, se as instalações elétricas do mesmo suportam a estrutura de equipamentos que serão utilizados (sistema de som, iluminação, palco, dentre outros).
Além disso, quem aposta em uma renda extra para esse período, donos de food trucks e bancas para venda de bebidas e lanches, precisam também solicitar a ligação provisória. Isto evita a sobrecarga de transformadores ou subestações, que pode causar falta de energia, curto circuito e acidentes graves. A Equatorial Maranhão conta com equipes para verificar em campo a regularidade dessas instalações durante o período de festa.

Solicitar com antecedência - As solicitações precisam ser feitas no mínimo 5 dias úteis antes do evento, diretamente em uma de nossas agências de atendimento ou postos credenciados. O solicitante precisa levar RG, CPF e informar a carga que precisará para o seu evento, baseado nos equipamentos que serão usados no local, além de informar o endereço completo do local da festa.

Riscos das ligações clandestinas - As ligações clandestinas oferecem riscos à população e também para quem realiza este crime. Quando identificada, estas ligações são retiradas imediatamente pelas equipes da Equatorial Maranhão, como forma de preservar a segurança das pessoas. O desvio de energia elétrica é crime, previsto no artigo 155 do Código Penal e pode chegar até 4 anos de reclusão, além de representar riscos de morte a quem faz e a toda população próxima.

Em casos de acidentes com curto circuito a orientação é imediatamente isolar o local, não se aproximar de cabos, fios partidos ou de pessoas em contato com os fios energizados. A população deve ligar imediatamente para Central de Atendimento 116 e para o Corpo de Bombeiros 192.

COSMOBEAUTY PROMOVE CURSO DE MICROAGULHAMENTO COM TÉCNICA INOVADORA


A conceituada biomédica Paula Abreu que vai ministrar o próximo curso da Cosmobeauty sobre Microagulhamento, no dia 08.12.

Voltado para profissionais de estética, acontece dia 08.12 com biomédica Paula Abreu

A marca de dermocosméticos Cosmobeauty está revolucionando o mercado maranhense com a promoção de diversos cursos voltados para reciclagem dos profissionais de estética da cidade. E o melhor, os mesmo acontecem em dias e horários alternativos que não comprometem a agenda de atendimentos  dos profissionais que quiserem aprender novidades para atuar ainda melhor em seu segmento.

O próximo treinamento será dia 08 de dezembro (domingo) sobre o tema “Microagulhamento com Técnica Inovadora Usando Dermopulverizador com Nebulização Pressurizada e Dermoabrasão”; que será ministrado pela conceituada biomédica Paula Abreu. Ela que é enfermeira intensivista, tem ampla formação acadêmica. É pós graduada em estética, com especialização em harmonização Facial e Medicina Ortomolecular.

Nesse curso, Paula Abreu vai ensinar esse eficiente método de rejuvenescimento facial, ideal para tratar marcas de acnes e melasmas, com resultados mais bonitos e em menos sessões. Um procedimento que ajuda na renovação celular, promovendo o “rejuvenescimento“ totalmente autólogo da pele.

Segundo Paula Abreu: “O diferencial desse curso é que ensino, com todas as técnicas, a forma correta de fazer efeito rebote em casos de clientes com melasmas, e sem contra indicações”, explica ela.

As inscrições podem ser feitas na loja da Cosmobeauty, onde também acontece o curso no próximo dia 08.12, na Av. Colares Moreira, N.1098, Loja 3, São Francisco; ou pelos fones (98) 98708 1625 e 3227 5250.

Papai Noel na Rua Grande



O Presidente da CDL São Luís, Fábio Ribeiro e o Presidente da ACM, Felipe Mussalem com o Papai Noel que leva a sua caravana nesse sábado, as 10hs, saindo da Praça Patheon para a Rua Grande iniciando a Campanha de Natal.

A CDL vai levar Papai Noel e sua caravana para o centro comercial de São Luís. Neste sábado, 30 de novembro, a partir das 10h será o lançamento oficial do Natal.

A programação tem início na Praça do Panteon, onde o cortejo natalino se concentra e segue pela Rua Grande, para animar os consumidores que vão às compras, ao som de músicas natalinas, executadas pela Banda do Bom Menino.

Entrevista/Abert: senadora Eliziane Gama (Cidadania – MA)



Jornalista por formação, a senadora Eliziane Gama deixou para trás os estúdios de rádio e TV para representar seus conterrâneos do Maranhão no Congresso Nacional. O passado como comunicadora foi um dos temas abordados durante entrevista à Rádio ABERT. Avanço tecnológico, desinformação e a redução da violência contra a mulher também entraram na pauta. Confira abaixo a conversa com a parlamentar:

A senhora é jornalista e já apresentou programas de rádio antes de iniciar a carreira política. Fale um pouco da importância da radiodifusão no Brasil: que impacto direto a senhora percebia ter na vida dos ouvintes?

O rádio é encantador, é envolvente. A comunicação é muito rápida, imediata e tem impacto na vida de todas as faixas etárias, do ponto de vista econômico. Ela está presente na vida do povo brasileiro. Mas ela tem muito impacto nos estados mais vulneráveis, onde a comunicação é muito pequena. Meu estado, o Maranhão, por exemplo, tem uma cobertura digital muito baixa, o rádio tem impacto muito grande no dia a dia das pessoas. A gente consegue viver experiências muito interessantes. Isso não tem muito tempo. As pessoas ligavam e diziam: “preciso falar com fulano, diz pra ela me ligar aqui”. As pessoas têm no rádio um instrumento de comunicação. Você acaba tendo ali a presença da vida das pessoas no rádio e a sua presença também, como jornalista, como locutora, também na vida dessas pessoas. É meio que uma família.

O rádio é tão forte, que lá atrás, veio a televisão, e diziam: “ o rádio vai acabar”. E o rádio persistiu. E aí vieram as redes sociais, o momento que estamos vivendo hoje. Uma febre. Todo mundo tem um celular em casa, um smartphone, então você consegue se comunicar e o rádio continua muito forte na vida das pessoas. Você pega o carro e o rádio está lá ligado. Digo isso até por experiência própria. Minha filha caçula é cantora e deu uma entrevista em uma rádio, com a música dela tocando. Quando ela foi fazer o primeiro show depois do lançamento da música, o povo já estava cantando. De uma forma tão rápida porque ouviu na rádio. A gente ouviu esse feedback das pessoas ligando pra rádio, a gente ficava com rádio ligado e as pessoas pediam a música. Então o rádio persiste, ultrapassa gerações e permanece na vida das pessoas.

Sou muito feliz de ter trabalhado um bom tempo no rádio, ter vivido essa experiência. A TV também é encantadora, você se envolve, mas o rádio tem um quê diferente, tem uma mágica. Você chega em determinado lugar e as pessoas te imaginam. As pessoas falavam pra mim: nossa Eliziane, você é tão pequenininha, pensei que você fosse enorme. Tinha uma colega que tinha um vozeirão e era bem pequenininha. Eu sou pequena, mas ela era menor. Aí chegavam e ficavam procurando alguém enorme. De repente diziam: “você é pequena, pensei que tivesse 1,80m”. Esse imaginário da população em relação ao rádio é algo encantador. Fico feliz de estar conversando com você e relembrando essa caminhada.

A senhora solicitou um estudo sobre liberdade de imprensa no Brasil. Esse documento foi elaborado e entregue no mês passado. Já teve a oportunidade de analisar os dados? Quais as suas conclusões e o que a senhora irá propor diante dessa realidade?

Existe uma linha muito tênue entre liberdade de expressão, que todos nós defendemos e asseguramos de forma muito clara, e também calúnia, difamação, falsa notícia. Como trabalhar isso? Vejo que entram aí, de forma muito importante, órgãos como a ABERT, órgãos de controle, associações, entidades, que possam estar acompanhando o funcionamento dessa classe de profissionais. Como estar acompanhando, como estar regulando, como estar sendo ao mesmo tempo um olhar vigilante, para que isso não possa acontecer?

O Brasil vivenciou um momento muito triste da sua história, que foi a ditadura militar, a censura foi colocada de forma muito clara. Tivemos mortes, perseguições, torturas, coisas que não podemos, em hipótese alguma, pensar que volte. A gente percebe, às vezes de forma muito clara, a defesa disso, em detrimento da calúnia, da difamação. Temos algo que foi muito caro para o Brasil, que foi a conquista da democracia, a conquista do direito de fala, assegurar a liberdade de expressão. Acho que é desafiador para mim, mas também para órgãos como vocês e outros órgãos que têm papel preponderante nesse acompanhamento.

O pedido que nós fizemos para o Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional, que, aliás, foi um material riquíssimo, com muita informação, bem embasado e construído, pedimos com essa preocupação. Órgãos como o Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional, qual a participação, qual o posicionamento para impedir qualquer retrocesso e qualquer situação que venha a coibir a liberdade de expressão no Brasil.

Além da liberdade de imprensa, outro tema que está em voga na comunicação é a proliferação de notícias falsas. Como a senhora lida com a desinformação e de que maneira o Parlamento pode atuar para reduzir a quantidade de informações falsas em circulação?

Na vida, a tecnologia chega e também chegam os problemas. Quanto mais acesso você tem e você consegue fazer o bem, outras pessoas também conseguem fazer o mal. Me preocupa muito a questão das fake news porque elas estão sendo aprimoradas. A velocidade é assustadora. O que acontece hoje daqui a uma semana pode não ser mais. Seis, oito meses atrás você conseguia identificar de uma forma mais fácil uma montagem. Ontem me passaram uma montagem sobre o presidente dos Estados Unidos e eu pensei: ele falou isso? Fiquei chocada. É incrível como isso é desafiador e tem a ver com a vida das pessoas e é na verdade algo criminoso.

Conseguimos evoluir um pouquinho em relação a essa questão da punição na Câmara dos Deputados. Há um endurecimento de pena e isso tem que estar muito claro, porque você destrói vida, família, reputação. E isso, para você recuperar, e às vezes nem reconstrói, porque fica aquela marca. Isso é desafiador para as famílias, a legislação brasileira, para nós da comunicação, porque você fica em uma guerra.

Mas, ao mesmo tempo, a gente continua tendo rádio, os jornais impressos e as TVs como um endossador das notícias verdadeiras. Vou ligar o rádio, ler o jornal e ver se isso é verdade. Temos um fortalecimento dessa imprensa séria no sentido de endossar. Saiu, é verdade. Não saiu, é fake news. Todos nós precisamos nos preocupar e ao mesmo tempo encontrar uma alternativa para isso, fazer mais investimentos em tecnologia. Hoje nós temos em alguns estados brasileiros as delegacias cibernéticas. Isso é uma grande evolução, mas nem todo estado tem. É uma estrutura muito necessária hoje, em função exatamente do uso da tecnologia para cometer crimes.

Uma das suas bandeiras é a ampliação da rede de proteção à mulher e o combate ao feminicídio. Por que estamos vivendo um momento de aumento tão expressivo de crimes contra a mulher e como combater essa realidade?

Evoluímos no Brasil. Temos hoje uma legislação que é importante. Começamos com lei específica, que é a Lei Maria da Penha. Depois, tivemos uma tipificação penal, que foi o feminicídio. Avançamos há 15 dias na garantia de evitar que o crime fosse prescrito. É um crime muito covarde, a mulher ser assassinada pelo companheiro, marido, namorado e aí ele espera um certo tempo, prescreve e fica impune. Isso aí é algo que não mais acontecerá no Brasil, por causa da legislação que acabamos de aprovar.

Agora, ao mesmo tempo, precisamos de duas coisas. Primeiro: o cumprimento dessa legislação. Temos uma média de 4.600 mulheres assassinadas por ano. Se você pega o resultado da aplicação da pena, vai ver que cerca de apenas 1.000 mulheres foram enquadradas na tipificação penal do feminicídio, foram assassinadas pela condição de ser mulher e, na maioria das vezes pelo próprio companheiro. Essa diferença de 3.500 mulheres é muito alta. Por isso criamos esse novo tipo penal.

Agora, infelizmente está havendo, ainda de forma muito paulatina, muito lenta, o sentimento de que a magistratura brasileira tem que entender que esse crime tem que ser punido e nós precisamos usar aquilo que temos na legislação.

O segundo problema que temos no Brasil, que tem uma relação ou ocasiona isso, é a falta de estrutura dos estados brasileiros para o recebimento desse agressor e também para dar o acompanhamento a essa vítima. Criar um ambiente mínimo de sobrevivência dessa mulher em relação às suas famílias. Não temos, por exemplo, quantidade de suficiente de delegacias especializadas na mulher. A maioria aglutina outra área de atuação, que é criança e adolescente. A ação tem que ser direcionada, tem que haver uma delegacia para cuidar da mulher e outra pra criança, até por conta do acúmulo de inquéritos.

Nem sempre as equipes são capacitadas para fazer acolhimento.

Vamos pegar um caso bem típico. Uma mulher que foi estuprada. Você pega uma menina mais jovem. Quando ela passa para fazer o exame de corpo de delito, não tem acompanhamento adequado. Às vezes é um homem. Nada contra o homem, mas às vezes é um homem que não tem a qualificação adequada para fazer aquele tipo de atendimento. Então, a mulher, que é vítima, passa a ser revitimizada. Isso é um problema rotineiro no Brasil. Não há centro de perícia técnica que tenha condição mínima de fazer o atendimento a essa mulher. Então ela fica com medo de fazer a perícia. Precisamos ter, além da delegacia, precisamos ter um pessoal qualificado para esse recebimento. Tem que ter a delegacia, mas também tem que ter a promotoria especializada, o juizado especializado, para eu ter, de fato, ao final, a conclusão e a aplicação dessa pena.

Isso, infelizmente, não existe. Você conta, no Brasil, a quantidade de varas especializadas. Melhoramos a legislação, precisamos trabalhar a conscientização da magistratura brasileira e trabalhar o mínimo possível de reestruturação orçamentária. Você dá prioridade quando você prioriza no orçamento. A gente pega as peças orçamentárias estaduais, federais e municipais e elas pouco têm direcionamento para essas áreas. Você faz um aprofundamento, aí vem o recrudescimento, aí vem a ampliação, infelizmente, de casos de violência. A ação tem que ser transversal. Ela tem que começar e finalizar a partir do primeiro passo, que é a conscientização, no momento da denúncia, e depois seguir, até o final. Esse caminho é muito longo.

Se você tem um ambiente de violência, vai desencadear uma série de outros problemas. Vai ter problemas com os filhos, vai trazer problemas emocionais para esses meninos, que ao mesmo tempo não vão ter rendimento escolar, podem ficar vulneráveis, podem ter prejuízos grandes, não só naquele momento, mas para a vida toda. A gente precisa trazer o ambiente seguro para garantir aquilo que está na Constituição: a criança ter amor, proteção, ambiente salubre e adequado para sua sobrevivência.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Jovens maranhenses de diversas regiões do estado participam do Parlamento Estudantil nesta sexta-feira

Estudantes que participaram do Paramento Estudantil no ano passado vivenciaram o rito do Legislativo no plenário | Bieman Prado

A Assembleia Legislativa do Maranhão já está com tudo pronto para receber os 22 deputados estudantes selecionados para a nova edição do Parlamento Estudantil 2019. A solenidade de posse e a sessão acontecem nesta sexta-feira (29), a partir das 14h30, no Plenário Nagib Haickel, com a presença do presidente da Casa, deputado Othelino Neto (PCdoB), e de outros parlamentares. Durante o dia, os estudantes cumprem ainda uma agenda especial como parte do evento.

Os selecionados que residem no interior do Maranhão chegam em São Luís nesta quinta (28), dia que antecede o evento, e se juntarão aos demais jovens participantes da capital. Eles serão recepcionados por servidores do Cerimonial, da Consultoria Legislativa e da Comunicação. No mesmo dia, às 19h, funcionários da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) e os consultores da Assembleia, Ana Elvira Bouéres e Aristides Lobão, se reúnem com os estudantes para dar boas-vindas e orientá-los sobre o decorrer da programação.

Na sexta, os alunos iniciam o dia realizando o cadastramento biométrico e, em seguida, às 8h30, assistem à palestra sobre Processo Legislativo, ministrada pelo consultor legislativo constitucional, Anderson Rocha. Às 9h30, os deputados estudantes começam a organizar as chapas para disputar a eleição da Mesa Diretora, e, às 10h30 visitam as instalações do Parlamento Estadual.

Seguindo o cronograma de atividades, os estudantes terão vivência com alguns deputados estaduais, às 13h30. A programação principal terá início às 14h, com a solenidade de abertura e posse dos deputados estudantes, seguida da eleição da Mesa Diretora, às 14h30.

Já a sessão plenária começa às 15h, momento em que os alunos vivenciam o rito do Legislativo Estadual, apresentam, debatem e votam nos projetos de leis, elaborados por eles mesmos, observando os problemas da sociedade e de acordo com a realidade dos maranhenses.

As proposições apresentadas pelos estudantes são voltadas, principalmente, para as áreas de Educação, Saúde, Segurança, Cultura e Meio Ambiente. A deputada estudante Alexia Gonçalves, da cidade de Matinha, por exemplo, é autora de projeto de lei que propõe a criação de cotas em escolas públicas de nível médio. O deputado Pedro Henrique, do município de Grajaú, por sua vez, defende, em seu PL, a diminuição do desmatamento provocado pela criação de bovinos.

Reflexão

O Parlamento Estudantil é realizado pela Assembleia Legislativa, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), com o objetivo de estimular entre os estudantes maranhenses a reflexão sobre política local e nacional, promover o exercício da cidadania e o conhecimento sobre como se organiza e se estrutura uma democracia representativa.

A qualificação de 'deputado estudante' será mantida por um ano. De acordo com o consultor geral da Assembleia, Aristides Lobão, o número de inscrições deste ano superou a edição anterior. “Foram 22 alunos selecionados de escolas públicas e privadas de todo o Maranhão dentre 116 inscritos no programa, um aumento de 35% em relação ao evento de 2018. . Antes da lista definitiva, 42 passaram pelo crivo da Seduc, conforme a execução técnica e conteúdo dos projetos”, informou.

Vereador Cézar Bombeiro viabiliza obras do programa São Luís em Obras para a Liberdade e entorno


Cézar Bombeiro já foi inúmeras vezes á tribuna da Câmara Municipal cobra melhorias para o povo

Após sucessivos apelos do vereador Cézar Bombeiro (PSD), a Prefeitura de São Luís resolveu incluir os bairros Liberdade, Floresta, Brasília da Liberdade, Camboa, Fé em Deus e Monte Castelo no cronograma de serviços do programa São Luís em Obras. As seis comunidades serão beneficiadas com novo pavimento em suas ruas e avenidas, o que melhorará o acesso, a mobilidade e tornará o trânsito mais seguro.

Cézar Bombeiro vem pedindo as obras deste o início do seu mandado, por meio de sucessivos pronunciamentos no plenário da Câmara Municipal e intervenções na imprensa. Conhecedor dos graves problemas de infraestrutura dos bairros citados, por manter relação próxima como os moradores, o vereador sempre se mostrou incansável na luta pelas benfeitorias.

Defensor ardorosos das causas populares e um dos poucos vereadores com postura crítica ao Poder Executivo, Cézar Bombeiro conseguiu sensibilizar a administração municipal da capital, que decidiu atendê-lo, após inúmeras solicitações.

Ao conquistar mais esse benefício para a Liberdade, Floresta, Brasília da Liberdade, Camboa, Fé em Deus e Monte Castelo, Cézar Bombeiro vem sendo alvo de agradecimento da comunidade, que passou a tê-lo, de forma ainda mais clara e evidente, como seu legítimo representante