quarta-feira, 11 de março de 2026

Tolerância zero ao assédio e à discriminação: Grupo Fribal coloca respeito e diversidade no centro da estratégia


A especialista em Gestão de Gente da Fribal, Janusia Sena Navarro, junto ao totem do programa Cada Voz Importa, de apoio à diversidade e combate aos assédios e discriminações.

Programa Cada Voz Importa Fribal (CVI) inclui eventos de conscientização, canal de denúncias, cartilha educativa e política de tolerância zero

A busca por ambientes corporativos mais justos, seguros e inclusivos deixou de ser apenas uma pauta de recursos humanos para se tornar um tema estratégico nas empresas. Em um cenário em que questões como diversidade, equidade e respeito às pessoas influenciam diretamente a reputação, a produtividade e a atração de talentos, cresce o número de organizações que investem em programas estruturados de prevenção ao assédio, à discriminação e à violência no ambiente de trabalho.

Especialistas apontam que as mulheres continuam sendo um dos grupos mais vulneráveis nesse cenário, seja pela desigualdade histórica no mercado de trabalho, seja pela maior incidência de casos de assédio moral e sexual. A resposta das empresas tem sido investir cada vez mais em programas de conscientização, letramento das equipes e mecanismos institucionais de proteção.

Mais do que cumprir exigências legais — como as previstas na Lei nº 14.457/2022, que determina medidas de prevenção ao assédio e à violência no ambiente de trabalho — companhias começam a tratar o tema como parte essencial da cultura organizacional, a exemplo do Grupo Fribal.

Conscientização como ponto de partida

Na prática, a transformação cultural começa com informação. Programas de letramento corporativo têm se consolidado como ferramentas importantes para ajudar equipes a identificar comportamentos abusivos que muitas vezes permanecem invisíveis no cotidiano organizacional.

O assédio moral, por exemplo, pode se manifestar por meio de condutas repetitivas que desestabilizam emocionalmente o trabalhador, como humilhações, intimidações ou isolamento. Esse tipo de prática pode gerar impactos tanto individuais quanto corporativos, incluindo queda de produtividade, aumento do absenteísmo e danos à reputação da empresa.

O assédio sexual também tem definição clara na legislação brasileira e pode ocorrer por meio de comentários, insinuações, gestos ou qualquer comportamento de natureza sexual não desejado pela vítima — mesmo sem contato físico. Esses episódios, quando ignorados ou minimizados, contribuem para a deterioração do clima organizacional e para a perda de talentos.

Cultura de tolerância zero e cartilha adotadas na Fribal

O Grupo Fribal desenvolve o programa CVI — Cada Voz Importa, iniciativa conduzida pela Diretoria de Gestão de Gente.

“A iniciativa inclui cartilha educativa, treinamentos de sensibilização, programas de letramento corporativo e um canal independente de denúncias disponível 24 horas por dia, garantindo confidencialidade e proteção aos colaboradores”, destaca a especialista em Gestão de Gente da Fribal, Janusia Sena Navarro.

O objetivo é reforçar uma cultura organizacional baseada no respeito, na inclusão e na responsabilização diante de qualquer forma de violência ou discriminação.

Para o fundador e presidente do Grupo Fribal, Carlos Francisco de Oliveira, o compromisso da empresa vai além do cumprimento da legislação.

“Nossa prioridade é assegurar que cada colaborador se sinta valorizado, protegido e apoiado em suas funções. A prevenção e o combate ao assédio moral, sexual, à discriminação e a qualquer forma de violência são elementos essenciais para o bem-estar da nossa equipe. Nossa empresa adota uma política de tolerância zero com essas práticas. É assim que construímos uma empresa mais forte, mais justa e mais humana”, afirma o presidente do Grupo Fribal.

Liderança e exemplo

Especialistas em governança corporativa afirmam que iniciativas desse tipo só se consolidam quando há engajamento da liderança. Programas de diversidade e respeito precisam partir do topo da organização e se desdobrar em políticas claras, treinamento contínuo e canais confiáveis de denúncia.

Entre as medidas consideradas essenciais estão: comunicação transparente das políticas internas; treinamentos periódicos para todos os colaboradores; canais seguros e independentes para denúncias; apoio psicológico e institucional às vítimas; além de investigação rápida e imparcial de cada caso.

A tendência global aponta que ambientes corporativos inclusivos se tornarão cada vez mais um diferencial competitivo. Empresas que promovem diversidade e respeito não apenas fortalecem sua reputação institucional, como também ampliam sua capacidade de inovação.

 

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