sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Correios lançará selo alusivo aos 400 anos da Câmara de São Luís

Osmar Filho reuniu-se com representantes dos Correios no Maranhão.
Osmar Filho reuniu-se com representantes dos Correios no Maranhão. Foto: Hamilton Jr.
O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT), firmou mais uma parceria institucional com o objetivo de comemorar os 400 anos do Poder Legislativo da capital maranhense.
Os Correios do Maranhão lançará um selo alusivo ao quarto centenário da quarta Casa Municipal de Leis mais antiga do país.
A parceria foi sacramentada durante reunião entre o presidente e o superintendente de Operações dos Correios, Ricardo Melo Barroso.
“Um momento importante em que deixaremos na história um marco para o nosso Parlamento, que este ano comemora quatro séculos de existência. Então, essa parceria vem somar com as inovações que esta Casa vem promovendo”, destacou Osmar.
“É com grande emoção que celebraremos os quatro séculos de vida deste Parlamento, lançando este selo comemorativo. Os Correios ficam orgulhosos de levar tão longe o nome desta Casa e sua história tão bonita, que em breve ficará gravada em documento oficial”, avaliou Barroso.
O selo personalizado será lançado em breve, e terá em seu design a marca da Casa, o site, e as redes sociais do Parlamento; além de preservar as cores azul e amarelo do layout da Câmara.

Câmara concede título de Cidadã de São Luís a Lisetânia Soeiro

Câmara concede título de Cidadã de São Luís a Lisetânia Soeiro
Em sessão solene realizada nesta última quinta-feira (15), a Câmara Municipal concedeu o título de Cidadã de São Luís a atual secretária adjunta municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Lisetânia Soeiro Silva.
A honraria foi proposta pelo vereador Raimundo Penha (PDT) e aprovada unanimemente pelo plenário da Casa.
Comandada pelo presidente Osmar Filho (PDT), a sessão foi muito prestigiada por amigos, familiares e companheiros de trabalho da homenageada. Militantes históricos e jovens do PDT, partido do qual Lisetânia é vice-presidente do diretório municipal de São Luís, também se fizeram presentes.
“Assim como eu, a amiga Tânia é natural da Baixada e veio para São Luís muito nova, aos sete anos de idade. Na capital, estudou, trabalhou, constituiu família, tornou-se gestora pública e é uma pedetista convicta, que ajudou a construir o partido, tendo ingressado no mesmo ainda na década de oitenta. A concessão deste título ratifica toda a admiração e carinho que nós e milhares de ludocenses têm por ela”, disse Penha.
Osmar Filho destacou a atuação de Lisetânia na administração pública, setor no qual ela já trabalha a vários anos e sempre onde obteve destaque. 
O presidente da Câmara também elogiou a sua militância política e a contribuição que a mesma deu para que o PDT se tornasse um dos partidos mais fortes do Maranhão.

Avaliação semelhante fez o vereador licenciado e atual titular da SEMAPA, Ivaldo Rodrigues.
“Lisetânia é uma companheira fiel, militante histórica de nosso partido e uma gestora pública por excelência. Esta homenagem é mais do que justa e merecida”.
Lisetânia Soeiro agradeceu as manifestações de carinho. Em seu discurso, lembrou da sua trajetória de vida, principalmente da infância, quando deixou a cidade de Penalva para se estabelecer em São Luís.
Agradeceu, ainda, seus companheiros de partido, em especial figuras ilustres como Jackson Lago, Weverton Rocha e o próprio Raimundo Penha. 
“É com muita honra que, hoje, obtive uma nova carteira de identidade. A identidade de Cidadã de São Luís”.

Histórico – Lisetânia Soeiro nasceu em 12 de setembro de 1963 no município de Penalva. Mudou-se para a capital para estudar e concluir o ensino médio. É bacharel em Turismo, com pós graduação em Políticas Públicas pela OAB.
Foi secretária do então prefeito Jackson Lago; secretária da SURCAP e SEMTHURB; superintendente do IPAM; coordenadora do SEBRAE.
É filiado ao PDT desde 1989, tendo participado de todas as campanhas do partido no período compreendido entre os anos de 1998 a 2016.

SET FAZ BALANÇO POSITIVO DO PROCESSO DE AUTOMAÇÃO EM ÔNIBUS E AMPLIAÇÃO DA REDE DE VENDA DE BILHETES ELETRÔNICOS EM SÃO LUÍS

A venda descentralizada do bilhete eletrônico agradou os usuários do transporte coletivo em São Luis. Meta do SET é ampliar cada vez mais o uso dessa modalidade.

O SET / Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros avalia como positivo o processo de modernização do sistema de transporte coletivo em São Luís, iniciado em abril desse ano, à partir da assinatura da Convenção Coletiva dos Rodoviários.


O processo visa elevar São Luís ao mesmo status de diversas capitais brasileiras, nas quais os usuários desfrutam de mais agilidade e comodidade na compra dos bilhetes de transporte coletivo, os quais são eletrônicos e vendidos de forma descentralizada. Outras vantagens nesse tipo de modalidade são: A eliminação do problema de falta de troco aos usuários e a diminuição de assaltos em coletivos; fatos esses já comprovados por pesquisas em capitais como Fortaleza, por exemplo.

“O SET agiu por conta própria, e iniciou, no último dia 16 de julho, a ampliação do horário de atendimento nos postos de venda do bilhete eletrônico localizados dentro dos terminais de integração. Além dos dias úteis, a venda de créditos passou a funcionar também aos sábados, até às 12H. Mas esse foi só o primeiro passo”, disse o Presidente do SET, Gilson Caldas Neto.

Ele destacou como a segunda fase desse processo a descentralização e ampliação dos postos de vendas. Foram abertos diversos pontos de vendas de bilhetes eletrônicos do transporte coletivo nos meses de julho e agora em agosto; estrategicamente espalhados pela cidade.

A meta do SET é minimizar cada vez mais o pagamento em dinheiro nos ônibus. Além de todas as vantagens já expostas do uso do bilhete eletrônico; vale lembrar também que, somente esse tipo de modalidade dá direito à integração temporal, na qual o usuário tem acesso a mais de uma viagem com troca de ônibus pagando apenas uma passagem. Quem paga em dinheiro não tem esse benefício.

Com a ampliação dos Postos de Venda, a duração do atendimento médio por cliente ficou em menos de 30 segundos. Só que o fator humano ainda influencia nesta duração (clientes que se atrapalham na hora de pagar, demoram para tirar o cartão de transporte da bolsa, etc..).

Pensando nisso, e com o intuito de automatizar a venda de créditos eletrônicos, Gilson Neto anuncia agora a implantação do aplicativo RecargaPay, já em fase de testes:

“No último mês de junho o SET contratou o desenvolvimento desse aplicativo, que agora está em fase de testes e implementações. Tão logo o mesmo seja lançado ainda esse ano, os usuários vão poder comprar ou recarregar seus créditos usando o próprio celular smartphone para isso, com esse aplicativo, que será gratuito. Estamos trabalhando muito fortemente para entregar a cada usuário do transporte coletivo a comodidade que vai facilitar a vida de todos; e o mais importante, todas as medidas foram tomadas por iniciativa do SET, com foco no cliente, Estamos indo muito além do que determinam as leis vigentes, e agindo com o objetivo de que o usuário do transporte coletivo em São Luís tenha uma melhor experiência”, declarou Gilson Neto. 

“Que time é teu?”, por Fábio Palácio


A verdade é que a revolução da antipolítica trouxe à cena uma classe média vaidosa e petulante, uma patotinha de novos ricos deslumbrados com o cosmopolitismo americanizado
Por Fábio Palácio*

“Vai fazer um troca-troca?”. A piada infame com que, durante uma de suas lives, o presidente Jair Bolsonaro constrangeu seu próprio ministro da Justiça, Sérgio Moro, é mais reveladora do que pode parecer. Ela diz muito do atual momento de nossa estropiada vida política.

Não se trata apenas de constatar que estacionamos sob a égide do mau gosto, do preconceito e da falta de urbanidade. Embora tudo isso seja verdadeiro, há muito mais a ser dito. Outros sentidos, menos visíveis, jazem sob a insólita provocação lançada por Bolsonaro contra um dos homens fortes de seu governo.

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Acostumamo-nos a classificar o atual presidente como outsider, termo utilizado na arena eleitoral para designar candidatos não oriundos da política partidária, ou que tentam se viabilizar por fora dela. Esquecemos que, apesar dessa narrativa bem difundida, Bolsonaro é um político tradicional, com passagem de quase trinta anos pelo Parlamento, período no qual desenvolveu — sem qualquer nesga de brilhantismo, é verdade — sete mandatos de deputado federal, após ter sido também vereador no Rio de Janeiro.

O presidente está sempre a demonstrar, nas mais diversas oportunidades, até onde é capaz de ir com seu temperamento grosseiro e obtuso. Mas nada disso nos autoriza a concluir que ele não tenha conhecimento, por instintivo que seja, dos meandros da política. A verdade é que ninguém é deputado federal por trinta anos impunemente.

Se há algum outsider de verdade, este é Sérgio Moro. O chefão da autointitulada “República de Curitiba” surge como um obscuro juiz de primeira instância. Em menos de um par de anos, sai do completo anonimato para dar as cartas na política brasileira. Sua meteórica ascensão, vale lembrar, ocorre no bojo da estratégia pela qual as elites dominantes, para mais bem emplacar seus intuitos políticos, adotam o discurso de… negação da política!

Não parecia haver outro caminho. Após quatro derrotas consecutivas em eleições presidenciais — e na perspectiva de uma quinta —, era preciso tentar algo diferente. A fim de fazer valer seus desígnios, as forças do status quo resolvem, então, trocar o caminho largo da política eleitoral-partidária pela vereda tecnocrática. É quando, por meio de falsas disjuntivas, a narrativa midiática — de forma tão sutil quanto efetiva — alça o mérito acima da política: o mérito é ‘asséptico’; já a política… bem, a política é o reino ‘sujismundo’ do interesse pessoal.
Fábio Palácio é jornalista e professor adjunto do Departamento de Comunicação Social da UFMA.
Essa prestidigitação discursiva abriu caminho à mobilização, com finalidades diretamente políticas, de setores da burocracia, principalmente a estatal, mas também a privada. Foi assim que um batalhão de corporações profissionais — policiais, juízes, procuradores, jornalistas, economistas, auditores — passaram a concorrer com políticos eleitos na tarefa de interpretar os anseios da sociedade. Era o concurso público rivalizando com o voto. Daí para a completa judicialização da política foi apenas um passo, e eis que — abracadabra! — lá estavam os moros e dallagnois a ditar os rumos do debate público e da vida política nacional.

Não por acaso, o governo que mais tarde resultaria da ascensão da antipolítica é, em boa medida, um amálgama de corporações. Duas delas, de grande tradição — a da farda e a da toga —, passaram a compor o núcleo duro da nova governabilidade, ofuscando o papel dos partidos. Banhadas na água fresca da pretensa neutralidade axiológica, as corporações assumiram, aos olhos da população, uma aparência de “racionalidade superior”, livre da contaminação tóxica exalada da “ganga” do mundo político.

A certa altura — como hoje nos escancaram o site The Intercept e seus parceiros, com sua providencial “Vaza Jato” —, o poder paralelo das corporações agigantou-se. Um político representa ameaça? Providenciem-se vazamentos e delações contra ele! Um juiz do STF não colabora? Investiguem-se suas rendas e posses à busca de alguma munição política! Um(a) procurador(a) geral da República não se movimenta como esperado? Manipule-se a opinião pública para que o faça! Um juiz amigo do STF acaba de falecer? Mobilizem-se movimentos sociais postiços para evitar que os processos antes sob sua responsabilidade caiam em mãos erradas.

Ora, como diz a prima-da-mãe-de-um-amigo-meu, assim fica muito fácil!

Hoje sabemos o quanto o poder das corporações de ofício foi decisivo para o impeachment de Dilma Rousseff, tanto quanto para a prisão de Lula. Mas as coisas não parariam por aí. Pois, a cada passo bem-sucedido, novas perspectivas se abriam. Ante um Executivo enfraquecido e um Parlamento desmoralizado, a aliança das corporações — em que pontificavam, com destaque, os campos jurídico, midiático e militar — alimentou a vã pretensão de sobrepujar os políticos e a política.

Contando com a blindagem do discurso tecnicista do “cumprimento das leis”, da “divulgação responsável dos fatos” ou da “garantia da ordem”, tudo parecia possível ao conluio corporativo. Se existe, aliás, algum sentido real no termo nova política, este reside no fato de que, a partir de certo momento, passamos a secundarizar a política stricto sensu na definição de nossos destinos.

Mas a política… Ah, a política! Ela é mesmo terrível. Aristóteles não estava brincando quando a definiu como a própria essencialidade do bicho homem. Expulsa pela porta, ela sempre acaba voltando pela janela. E é assim que, no segundo semestre de 2018, o Brasil foi convocado ao reencontro com os fundamentos. Afinal, por mais esfarrapada que se encontre nossa república, ainda vivemos em uma. E, rezam os manuais, na moderna vida republicana o povo deve ser chamado esporadicamente a opinar sobre quem, no fim das contas, é o verdadeiro titular da autoridade.

And the winner is… Jair Bolsonaro! O beneficiário principal do enxovalhamento das instituições políticas foi um político tradicional, não as corporações. Estas apostaram alto, mas a velha política limitou-se a dar de ombros, recolher tudo e proclamar, como os dealers dos cassinos: “A banca leva!”. É claro que os atores corporativos foram devidamente recompensados e ocuparam seu quinhão de poder — mas numa posição acessória, avassalada. Ao tentar negar a política, não conseguiram dela evadir-se; acabaram, isso sim, entregues ao que ela tem de pior.

Foi o castigo por tentar roubar da deusa política o fogo que só a ela pertence, para entregá-lo às mundanas corporações. O Prometeu descaído é, neste caso, Sérgio Moro. Seu castigo — tal qual no mito narrado pelo poeta Hesíodo — é viver acorrentado ao Cáucaso do bolsonarismo, tendo seu fígado pinicado pela ave de rapina da velha política, que o visita a cada dia para fustigá-lo.

O ano de 2019 flagra Moro em situação desconfortável, e isso não tem a ver apenas com a “Vaza Jato”. Ele vive o paradoxo de ser mais popular do que Bolsonaro e, ao mesmo tempo, estar subordinado a ele.

O presidente tem perfeita consciência disso. Sabe que Moro é um auxiliar e, ao mesmo tempo, um potencial contendor. A anedota do “troca-troca” pode até ser cafona, mas coloca o ministro em seu devido lugar. Mostra quem manda e, mais do que isso, comete a crueldade de deixar claro a Moro (e ao desrespeitável público) algo que ele já sabe: o ex-juiz não tem outra alternativa — pelo menos não até onde a vista alcança — a não ser submeter-se àquele que é, hoje, o verdadeiro detentor do poder.

Desde que assumiu a Presidência, Bolsonaro não vacila em submeter as corporações ao tacão de seu próprio grupo político. Em sua visão instintivamente hobbesiana (ou miliciana, com o perdão do trocadilho), o presidente sabe que, em política, quem não mata, morre. E ter o destino de outras correntes — devoradas pelo poder das corporações que, aliás, ajudaram a nutrir — é a última coisa que ele quer que aconteça.

No campo da tecnocracia, o séquito de economistas e administradores liderados por Paulo Guedes ainda é o mais respeitado. Mesmo assim, de vez em quando toma um chega pra lá. Já os militares não têm a mesma “sorte”. Com seu positivismo clássico, eles são, de todas as corporações, a que mais dista ideologicamente do niilismo bolsonarista. Não à toa, já foram humilhados nas mais diversas oportunidades.

A vez da toga, claro, não tardaria a chegar. Não bastou a Bolsonaro xingar Dallagnol de “esquerdista do PSOL” — ofensa talvez maior, para o procurador, do que dizer que ele não honra as próprias calças. Para enquadrar o campo jurídico, o presidente sempre pode contar com seu prestimoso ideólogo, Olavo de Carvalho. Ambos deixam claro, a todo momento, quem é o verdadeiro titular da soberania. A toga, a farda e o terno são bem-vindos como humildes servos, mas jamais farão parte do time principal. Não são considerados consequentes o bastante para ocupar o vértice da hegemonia conservadora. É o que diz Olavo a Moro em tuíte recente:

“Muitos membros da equipe do presidente Bolsonaro, entre os quais o nosso querido ministro da Justiça Sérgio Moro, parecem aceitar, por hábito ou crença, a máxima de que ‘a lei é superior a ideologias’. É uma ideia errada no seu conteúdo e perigosa nas consequências de sua aplicação prática. Toda lei — constitucional, civil ou penal — é, necessariamente, e quase que por definição, a cristalização institucional de um sistema ideológico preexistente, que por meio dela se consolida em autoridade reguladora de toda a vida social”.

Não, caro leitor, você não leu errado: em plenos tempos de “Vaza Jato”, Carvalho acusa Moro de ingenuidade por respeitar demais a lei. Bolsonaro, com suas óbvias limitações, não se atreveria nem mesmo a essa teorização canhestra, que faria corar Carl Schmitt — o jurista de Hitler. O presidente prefere rebaixar seus auxiliares de formas, digamos, menos sutis. Um de seus esportes prediletos é aproveitar o contraste com a toga para apresentar-se como outsider, assumindo o papel de “gente como a gente”.

A verdade é que a revolução da antipolítica trouxe à cena uma classe média vaidosa e petulante, uma patotinha de novos ricos deslumbrados com o cosmopolitismo americanizado. Um pessoal sem maiores vínculos com a vida e os problemas do povo, sem intimidade com o destrambelho da cultura popular. Não que isso seja incomum na aristocracia jurídica — Fux e Barroso não nos deixam mentir. Mas, no quesito afetação, Moro e Dallagnol, assim como outros componentes da “República de Curitiba”, conseguem ser quase imbatíveis.

O presidente, ao contrário, gosta de se mostrar comum e verossímil, e a má notícia é que ele — diferentemente do empolado Moro — não precisa de muito esforço para isso. Num tempo em que a política se tornou postiça demais para se parecer com o cotidiano do cidadão comum, essa característica conta como ponto positivo.

Bolsonaro, que já apareceu em público de chinelos e camiseta falsificada de time de futebol, discrepa demais do aspecto engomadinho de seu ministro da Justiça. Este surge, na piada do “troca-troca”, como aquilo que realmente é: um “menino de apartamento” incapaz de reagir rápido e à altura, um almofadinha indigno da confiança do povo simples. O que deixa claro o presidente com sua bazófia é que Moro não tem o jeito desprendido e airado de quem cresceu nos ambientes populares.

Como costuma destacar aquela prima-da-mãe-de-um-amigo-meu, tudo tem um lado bom. Pelo menos vamos retornando, de alguma maneira, ao leito seguro da “velha” e boa política — ainda que não ao melhor dela. Não me espantaria se Bolsonaro encerrasse sua próxima live perguntando ao ministro: “Mas, ô Moro, que time é teu?” Seria constrangedor, dada a enorme possibilidade de que o ex-juiz, defrontado com o famoso cacófato, não saiba responder, com a agilidade necessária, que a bola bateu na trave e… Bem, o resto todo mundo já sabe. Ou pelo menos todo mundo que não passou a juventude trancafiado em um apartamento estudando para concursos públicos.

Great Place to Work Maranhão é destaque novamente no ranking das melhores empresas para trabalhar no Brasil


A Cemar foi a única empresa genuinamente maranhense presente no ranking com 150 melhores empresas de todo o Brasil, pelo 9º ano consecutivo.

O Grupo Equatorial Energia teve duas de suas empresas consagradas durante a premiação “Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, segundo a Great Place to Work® (GPTW) - Edição 2019”. O resultado foi anunciado na última segunda-feira, 12, no Espaço das Américas, em São Paulo, que ranqueou, entre 150 organizações, a Cemar como a 33ª melhor empresa, e a Celpa, como a 62ª.

O grupo Equatorial Energia é um modelo na gestão de pessoas e na maneira de construir um ambiente corporativo de excelência. A exemplo disso, destaca-se a Cemar, que está no ranking pela 9ª vez consecutiva. Para Augusto Dantas, o presidente da Companhia Energética do Maranhão, “permanecer há 9 anos em um seleto ranking nacional das Melhores Empresas Para Trabalhar - GPTW, traz um sentimento de muita alegria e que estamos no caminho certo. Hoje, a Cemar está alicerçada em um modelo de gestão transparente, onde cada colaborador está engajado e comprometido com a construção de um ambiente de trabalho saudável e produtivo. Assim, é com o Grupo Equatorial Energia. Aqui temos a certeza de que seguiremos firmes no propósito de sermos uma empresa cada vez melhor para a população maranhense, caminhando juntos rumo ao desenvolvimento do nosso Estado”.

Para a Diretora Corporativa de Gente e Gestão do Grupo Equatorial, Carla Medrado, continuar neste ranking se dá, em especial, pela relação de confiança, respeito e transparência com as pessoas, além do consolidado Modelo de Gestão e diferenciadas práticas de Gestão de Pessoas, que são traços marcantes do nosso grupo.
“É desafiador avançar com novas e importantes aquisições e manter a engrenagem rodando. A premiação confirma mais uma vez a eficácia do nosso modelo de gestão e o compromisso de construir resultados sustentáveis em um ambiente de trabalho cada vez melhor. Isto é motivo de muito orgulho para todos nós”, afirma o presidente do Grupo Equatorial Energia, Augusto Miranda, que conduziu recentemente a aquisição de mais duas distribuidoras de energia elétrica, desta vez nos estados de Alagoas e Piauí.

SOBRE A EQUATORIAL ENERGIA

A Equatorial Energia é uma holding com atuação no setor elétrico brasileiro, nos segmentos de distribuição, através da CEMAR, da CELPA e recentemente da Equatorial Piauí e Alagoas; transmissão, tendo vencido 8 lotes que cobrem os estados do Pará, Piauí, Bahia e Minas Gerais e com 51% de participação na Intesa; geração através da Termoelétrica Geramar; comercialização através da Sol Energias e serviços através da 55 Soluções, empresa com expertise no ramo de utilities e telecomunicações, focada em soluções especializadas e diversificadas.

No Maranhão, a Equatorial Energia controla a Cemar, única concessionária de distribuição de energia elétrica no estado, que possui área de atuação de 332 mil km² – cerca de 3,9% do território brasileiro, sendo a 2ª maior distribuidora do Nordeste Equatorial Energia S/Awww.equatoriaenergia.com.brdo Brasil em termos de área de concessão. A Cemar possui 2,4 milhões de clientes, atendendo a cerca de 7 milhões de habitantes – ou 3,37% da população do Brasil.

Sobre a GPTW®

Esta é a uma pesquisa global de avaliação do clima organizacional e que apontou a Cemar como uma das “Melhores Empresas para Trabalhar” no Brasil. Neste ano, 2.645 empresas fizeram inscrição para participar da avaliação, um número bem acima do ano passado, quando 2.280 companhias foram inscritas.
Das 150 finalistas, as empresas foram divididas em três categorias: Grandes, com 80 empresas que têm mil funcionários ou mais; Médias Multinacionais, com 35 organizações que possuem entre 100 e 999 empregados, e Médias Nacionais, também um total de 35 empresas com número de funcionários entre 100 e 999.