quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Atletas Maranhenses são Indicados ao Troféu Mirante



Seis dos indicados e patrocinados pela Equatorial Energia Maranhão
Acontece nesta quinta-feira (23), no Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a Edição 2020 do Troféu Mirante, que traz uma homenagem aos atletas maranhenses pelo desempenho durante o ano de 2019. Promovido pelo Grupo Mirante e patrocinado pela Equatorial Energia Maranhão, o troféu está comemorando 15 anos nesta edição.

Em 2019, a Equatorial Energia Maranhão patrocinou mais de 50 projetos esportivos e culturais, com um investimento de mais de R$ 16 milhões em projetos incentivados. E para 2020 mais oportunidades surgirão, pois o Edital de Seleção para Projetos via Lei Estadual de Incentivo será aberto em fevereiro para receber novos projetos culturais e esportivos.



Para a Equatorial Energia Maranhão, este é um momento muito importante para o Estado e é com grande satisfação que a Companhia patrocina essa premiação. “Nós estamos há sete anos consecutivos patrocinando este evento que é visto como o Oscar do esporte no Maranhão, trazendo à tona o esforço e as conquistas desses atletas que dão toda sua energia e dedicação para conquistar títulos Brasil afora, destacando o nome do Maranhão,” enfatiza o Presidente da Equatorial Maranhão, Augusto Dantas.

Além do patrocínio ao Troféu Mirante, a Companhia também patrocina, por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, alguns atletas maranhenses que estão concorrendo às seguintes categorias:

Handebol:


- Emilly Diniz (BCGH – Barbosa de Godóis).

A atleta foi premiada na edição 2017 e representa o BCGH – Barbosa de Godóis, que há cinco anos leva uma premiação com seus atletas e tem o patrocínio da Equatorial Energia Maranhão. Na edição 2018, o atleta Carlos Magno levou o prêmio no handebol;

Natação:
- Carol Hertel (Atleta patrocinada - Projeto Tóquio 2020);
- Thayara França Cardoso (Atleta patrocinada - Projeto Tóquio 2020), que levou o Troféu Mirante na edição passada;
- Júlia Leal Nina (Atleta patrocinada por meio do Projeto Júlia Nina – do Maranhão para o mundo), foi reconhecida em 2017 e 2018 na categoria Natação e como Atleta do Ano. 

Paralímpico:

-Jardiel Soares (Atleta da seleção brasileira de Futebol de 5 do CEDEMAC- Centro Desportivo Maranhense de Cegos, que tem o patrocínio da Equatorial Energia Maranhão;

- Pedro Henrique (Atleta Paralímpico de Atletismo da Escola Eney Santana - APAE de São Luís, que conta com o patrocínio da Equatorial Energia Maranhão.

Márcio Jerry participa da entrega no Hospital Aldenora Bello

Márcio Jerry participa da entrega de ampliação da radioterapia no Hospital Aldenora Bello

O“Fiz questão de acompanhar o governador Flávio Dino neste ato. O apoio do Governo do Maranhão à Fundação Antonio Dino proporciona avanços importantes no tratamento oncológico”, afirmou o deputado deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) participou, na manhã desta quarta-feira (22), da entrega do primeiro Acelerador Linear do Hospital do Câncer Aldenora Bello. O equipamento, que é utilizado para realizar sessões de Radioterapia e faz parte do projeto de expansão do setor na instituição, foi adquirido pela Fundação Antonio Dino, a partir do convênio com o Governo do Maranhão, que viabilizou apoio financeiro de R$ 5 milhões.

“Fiz questão de acompanhar o governador Flávio Dino neste ato. O apoio do Governo do Maranhão à Fundação Antonio Dino proporciona avanços importantes no tratamento oncológico, como este que presenciamos hoje”, afirmou o parlamentar.

Além do governador Flávio Dino (PCdoB) e do vice-governador Carlos Brandão (PRB), participaram do evento o Secretário de Saúde, Carlos Lula, os deputados estaduais Adelmo Soares (PCdoB) e Duarte Junior (PCdoB), e o deputado federal licenciado Rubens Pereira Jr. (PCdoB), atual secretário das Cidades e Desenvolvimento Urbano, entre outras autoridades.

A atualidade de Leonel Brizola

Brizola Neto conviveu de perto com o avô Leonel Brizola. Se ainda estivesse entre nós, certamente Brizola denunciaria o desmonte do Estado Nacional causado pelas reformas trabalhista e previdenciária, bem como pela política de privatização de Bolsonaro e alertaria para ameaça à democracia que este Governo representa. Hoje 22 de Janeiro de 2020, meu avô Leonel Brizola, se vivo estivesse, completaria noventa e oito anos. Nunca tive a pretensão, mesmo tendo convivido diariamente com ele nos últimos dez anos de sua vida, como seu secretário particular, de afirmar o que diria Brizola se hoje estivesse vivo. Mas nestes tempos obscuros em que estamos vivendo, vendo a bandeira brasileira ser usada para disseminar o divisionismo entre nós brasileiros, a maior lembrança que guardo do meu avô é a do seu inconformismo, sua indignação contra o processo de espoliação internacional que sofre nosso país e a situação de miséria em que permanece mergulhado nosso povo.

Até hoje, mais de quinze anos após a sua morte, não conheci nenhum político, que ao longo de sua vida, tenha lutado como ele, com tanta coerência e coragem na defesa da soberania nacional e que tenha compreendido com tanta clareza que é a dependência econômica a verdadeira razão que explica o atraso brasileiro.

Não ouso me colocar na cabeça de Leonel Brizola para dizer o que ele estaria falando hoje, mas me recordo com muita clareza de alguns momentos da vida brasileira em que tive o privilégio de estar ao seu lado. No período das privatizações do governo de Fernando Henrique Cardoso, lembro da sua indignação com a entrega do patrimônio nacional, do desprezo que sentia por aqueles a quem chamava de vendilhões da pátria. Brizola não se conformava em ver o governo brasileiro a serviço dos interesses estrangeiros. Não aceitava assistir passivamente o patrimônio nacional, construído pela Era Vargas, ser entregue aos grandes conglomerados econômicos. Lembro-me muito bem do episódio da venda da Cia Vale do Rio Doce, quando Brizola usou o tempo do programa partidário para convocar o povo a ir às ruas, montar barricadas, queimar pneus e tentar a todo custo impedir aquilo que ele classificava como um crime de lesa-pátria. Da mesma forma denunciou o fim do monopólio estatal do petróleo e a entrega de nossas jazidas para as multinacionais.

Recordo-me também da lição de humildade que deu em Lula e no PT, quando aceitou ser candidato a vice-presidente na chapa do petista, numa fotografia clara e historicamente invertida, em nome da união do campo progressista para formar uma frente de resistência ao entreguismo do governo FHC. Também me recordo de sua decepção no início do primeiro mandato do Presidente Lula, ao ver o banqueiro Henrique Meireles ser chamado para ser o grande condutor da política econômica e na prática dar continuidade aos pilares que fundamentam o neoliberalismo e impedem o Brasil de desenvolver suas forças produtivas. Brizola morreu em 2004 sem se reconciliar com Lula. Não teve tempo para ver Lula encaminhar a mudança do marco regulatório e fim do regime de concessões para retomar o controle de nossas jazidas pela Petrobrás. Também não viu sua companheira de partido, por mais de vinte anos, Dilma Roussef chegar à Presidência da República pelas mãos do petista, realizar o leilão de Libra, o maior campo de petróleo do país. Brizola, não teve tempo para ver nem os melhores nem os piores momentos do governo Dilma que antecederam ao golpe de 2016.

Brizola não teve a tristeza de permanecer vivo para ver a farsa da ascensão de Bolsonaro a Presidência da República. Mas certamente estaria denunciando com ainda mais inconformismo e indignação ao desmonte do Estado Nacional causada pelas reformas trabalhista, previdenciária e pela política de privatização promovida por Guedes e Bolsonaro. Brizola não titubearia em denunciar a ameaça que representa este Governo a própria democracia brasileira e ao uso da bandeira nacional para fracionar e dividir o povo brasileiro.

Brizola Neto foi deputado federal e Ministro do Trabalho

A voz de Flávio Dino por uma ampla unidade democrática

Flávio Dino, Eduardo Leite, governador do estado do Rio Grande Sul (PSDB), e Fernando Henrique CardosoAs ações do governador Flávio Dino no estado do Maranhão são consideradas excelências numa conjuntura adversa de um país governado pela extrema direita. Desenvolver políticas públicas prioritárias para as áreas sociais e de infraestrutura é tarefa que exige competência e muita sagacidade política. O reconhecimento de Flávio Dino em âmbito nacional se deve exatamente à conjugação dessas premissas.Com elas, ele decidiu encarar um desafio que transcende as fronteiras maranhenses e saiu pelo Brasil costurando um processo de união de forças para apontar perspectiva na via oposta ao rumo que o país tomou sobretudo após as eleições de 2018. Seguindo a máxima atribuída ao clássico escritor russo Leon Tolstói de que para ser universal é preciso começar por sua aldeia, Flávio Dino tem sido ouvido por diferentes interlocutores.

Um dos fatores determinantes para os êxitos do governo do Maranhão é uma aliança bastante ampla – princípio que ele defende também no Consórcio do Nordeste, estimulando iniciativas e ações concretas, e nos fóruns de governadores da Amazônia Legal e do Centro-Oeste. Num país com diversidade social de largo espectro, a contemplação de diferentes correntes na conformação de um processo político é mandatória. Diante das ameaças à democracia pelas pretensões hegemônicas da extrema direita, mais ainda.

Essa é a base do entendimento de Flávio Dino para o seu chamado à unidade democrática nacional. Com ele, tem falado com personagens representativos do cenário nacional – como os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (FHC) e Luiz Inácio Lula da Silva, e o apresentador de televisão Luciano Huck –, além de ser ouvido por veículos de comunicação de matizes ideológicas variadas. Mantém também frequente diálogo com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). 

Flavio Dino faz esse movimento de amplitude ao mesmo tempo em que cultiva as relações com seu campo político – a esquerda e seus movimentos populares e sociais. Ele expressa a compreensão de que o Brasil caminha perigosamente para um processo político de ruptura com a institucionalidade pós-ditadura militar. As ações do governo Bolsonaro, que concentram poderes numa casta com indisfarçável desprezo pelos princípios democráticos, indicam que não pode haver dúvidas na defesa dos valores da civilização.

Flavio Dino fala desses temas com a autoridade política de quem governa exitosamente um estado com poucos recursos e muitas demandas, além da cátedra de ex-juiz federal. De maneira respeitosa, considerando a multiplicidade de pontos de vista de quem está no campo democrático e patriótico, ele vai se projetando nacionalmente como portador de uma proposta ampla de unidade democrática.

O Brasil só avançou no seu desenvolvimento econômico e social com esses valores. Os processos de rupturas com a ordem democrática, por sua vez, só trouxeram mazelas como desigualdades, violência e repressão. Um ambiente arejado pela livre circulação de ideias e pelo respeito às diversidades de opiniões é naturalmente um terreno fértil para a prospecção de iniciativas de interesses de todos.

Esse movimento de Flávio Dino está em harmonia com a diretriz principal do seu partido, o PCdoB – a formação de uma frente ampla democrática. Mais recentemente, como ele lembrou em seu Twitter, houve três episódios de êxitos dessa tática: a tentativa absurda de transferência de Lula para um presídio; a apologia abjeta ao nazismo na cultura; e o desrespeito à atividade jornalística. “Que bom que a esquerda não ficou sozinha nesses casos”, enfatizou.

Bloco da Imprensa promove segunda concentração neste sábado (25)


Tudo pronto para segunda concentração do Bloco da Imprensa 2020, neste sábado, dia 25 de janeiro, por volta das 17h, na Praça dos Catreiros, em frente ao Bar do Porto – Praia Grande – Centro Histórico. O Bloco da Imprensa é pauta obrigatória para os profissionais de comunicação e foliões maranhenses. Com apoio do Governo do Maranhão/Secma, o bloco antecipa há 23 anos o carnaval dos jornalistas, radialistas, técnicos e colaboradores que trabalharão nos dias oficiais da folia.
No roteiro musical mais uma vez fica mantida a tradição em valorizar a nossa rica diversidade cultural, um dos principais objetivos dos coordenadores do cordão da comunicação, os jornalista Joel Jacinto e Célio Sérgio.
A folia começa com a passagem do Bloco Afro Abiyeye Maylô, do bairro da Liberdade. Após será a vez do grande baile a céu aberto com a Banda Confraria do Copo. Em seguida será a vez da mais pura batucada do carnaval maranhense, com apresentação do Bloco Tradicional Os Brasinhas. Logo após é a vez da bateria ‘Explosão’ da Turma do Quinto, sendo acompanhado nas vozes dos interpretes Gabriel Melônio e Luís Carlos Vovó. Ainda da Madre Deus sobe ao palco o grupo de samba Madrilenus, e para encerrar a noite o show de carnaval de Marco Dualibe.
Nesse ano, o bloco celebra os 50 anos do curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Maranhão. Com o tema ‘Jubileu de Ouro: Diploma Sim!’, os trabalhadores da imprensa defendem a luta nacional da FENAJ pela obrigatoriedade da formação universitária para o exercício do jornalismo profissional.
Programação:
17h00 – Bloco Afro Abiyeye Maylô
18h00 – Confraria do Copo
19h00 – Bloco Tradicional Os Brasinhas
20h00 – Bateria ‘Explosão’ da Turma do Quinto
21h00 – Grupo Madrilenus
22h00 – Show de Marco Dualibe

Brizola e sua dimensão histórica

A singularidade da existência humana pode ser refletida na dimensionalidade a qual o homem justifique sua própria história e na escolha, intransferível de quais causas e lutas dedicará sua vida.


Leonel de Moura Brizola tinha a exata visão do tempo, das dimensões de sua historicidade e de seu desígnio dentro das bandeiras que se dedicou até o apagar-se de sua vida humana.

Opção inegociável da coerência o que o qualificava como ninguém. Como o fio condutor da história que o conectava a um ideário de uma visão e conceituação de país soberano, desenvolvido e justo, que o credenciou como herdeiro soberano do Varguismo e do Trabalhismo brasileiro.

Neste sentido transmutou-se dentro da dimensão histórica. De um perfil apenas existencial a uma ideia, uma bandeira e uma causa.

Encarnou como poucos em um símbolo maior da defesa intransigente dos interesses pátrios. Sim, poucas lideranças tiveram o privilégio e a visão vanguardista de Brizola sobre a soberania nacional do Brasil. E mais do que isso, fez de sua trajetória uma cruzada ininterrupta de salvar as crianças e a própria nacionalidade, por meio da educação; consequentemente a historicidade o reconhece, inclusive, com a indicação de um prêmio na Organização das Nações Unidas, ONU, como um dos maiores construtores de escolas do mundo.

Ressalta-se que as escolas idealizadas por Brizola não eram somente construções arquitetônicas de uma estrutura que reproduzia e reproduz nossos mais brutais fracassos – fruto uma educação desonesta e catequizadora – da ordem social sagrada e imutável.

Não. Brizola tinha opinião de uma escola libertária, emancipadora e cidadã, onde se conectava por meio de uma educação verdadeiramente honesta e onde afirmaríamos nossas maiores potencialidades para, de fato, sermos um país soberano.

Leonel lutou os grandes combates, amargou derrotas, mas venceu o essencial. Tornou-se referência inconteste na história brasileira, de um homem a frente do seu tempo, que deixou um enorme legado e tornou disso uma bandeira a ser preservada e posta em prática.

Reuniu como poucos, ideias, exemplo e militância. Não deixou que as benesses do poder efêmero – armadilha preferencial aos que perderam sua dimensão histórica – o mediocrizasse.

Ao referenciar o grande Leonel Brizola, jamais podemos deixar de refletir sobre: o seu tamanho histórico; sua existência fecunda; suas bandeiras de vida e seu legado para as futuras gerações.

Brizola vive! Não como clichê demagogo, mas como ideia, como exemplo e como militância.
Henrique Matthiesen
O autor é bacharel em Direito

Rubens Júnior prevê Edivaldo Holanda Júnior forte em 2022



“O prefeito tem como marca a honestidade, a integridade, a responsabilidade”, afirmou o deputado federal licenciado

Para Rubens Júnior (PCdoB), o atual prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, será um importante nome nas eleições de 2022. A declaração foi feita durante entrevista que o deputado federal licenciado e atual secretário das Cidades concedeu ao programa Resenha, da TV Difusora, no último sábado (18).

Na entrevista, diversas pautas foram tratadas, entre elas o cenário político de São Luís e sua pré-candidatura a prefeito pelo PCdoB. Em certo momento, ao ser instigado a falar sobre composição partidária visando a eleição, Rubens Junior destacou que PCdoB ainda não é o maior partido de São Luís, ficando atrás do PDT, hoje capitaneado pelo prefeito Edivaldo.

“O prefeito tem como marca a honestidade, a integridade, a responsabilidade. Brasil a fora com varia denúncias de governos que atrasaram salários, atrasaram fornecedores, em São Luís há certa regularidade fruto da dedicação de Edivaldo”.

Ainda segundo a análise do pré-candidato comunista, o prefeito de São Luís, que encerra seu mandato neste ano, pode vir forte em 2022. “Um prefeito, que provavelmente, elegerá seu sucessor, sai com bons índices de aprovação, e será um player importante em 2022”, frisou Rubens Junior.

Flávio Dino considera difícil prosperar ação contra Glenn Greenwald


O governador do Maranhão considera frágil a denúncia do MPF contra o jornalista, sobretudo por que se trata de uma agressão à Constituição do país.
Ex-juiz federal, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB-MA), diz que a denúncia feita pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o jornalista Glenn Greenwald, acusado de ajudar hackers durante invasão de contas no Telegram de procuradores da Lava Jato, não deve prosperar na Justiça.

O procurador Wellington Oliveira, que denunciou o jornalista, é o mesmo que culpou o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, sob a acusação de ter caluniado o ministro Sergio Moro (Justiça), que foi juiz na Lava Jato.

Na avaliação do governador, a denúncia feita pelo procurador reflete bem o momento de obscurantismo vivido no país.

“Muito difícil sustentar juridicamente uma ação penal contra direitos constitucionais atinentes ao sigilo de fonte no jornalismo e contra uma liminar do Supremo (Tribunal Federal). Parece mais um terraplanismo jurídico, que está em moda nesses tempos de trevas”, disse o governador.

Muito difícil sustentar juridicamente uma ação penal contra direitos constitucionais atinentes ao sigilo de fonte no jornalismo e contra uma liminar do Supremo. Parece mais um terraplanismo jurídico, que está em moda nesses tempos de trevas.

Em Açailândia, prefeitura recupera estradas vicinais


Mesmo com o período chuvoso, a Prefeitura Municipal de Açailândia, através da secretaria de Infraestrutura e Urbanismo, continua os trabalhos de recuperação das estradas vicinais na zona rural do município.
Isto é de primordial importância para o deslocamento dos moradores que transitam das localidades. Sabendo disto, o prefeito Aluísio Sousa visitou, na última sexta-feira, (17), as obras de recuperação da estrada da Califórnia, que foram deterioradas em decorrência das fortes chuvas que atingiram a região, causando estragos e dificultando o acesso de veículos, inclusive para o escoamento da produção agrícola. Serão recuperados 22 km do trecho.
Aluísio destacou que a recuperação das estradas vicinais é um fator muito importante para o escoamento da produção dos pequenos agricultores da região.
“Nas últimas semanas, a chuva intensa danificou as estradas, e estamos trabalhando nesses trechos mais críticos para deixar a estrada com boas condições para o uso dos produtores, moradores e crianças que dependem do transporte escolar”, esclareceu o prefeito.

Ricardo Hortegal: um jovem promissor


O jovem, Ricardo Hortegal, que vem se destacando dentro do cenário da política ludovicense através de várias ações sociais realizadas nos bairros de São Luís, está recebendo convites de vários Partidos para ingressar numa candidatura rumo a Câmara Municipal da Capital Maranhense.
O blog apurou que, Hortegal, recebeu convites de alguns partidos como PP, PMB, PTC, PSB e PRB para disputar uma cadeira no legislativo.
Através de projetos sociais que oportunizam as famílias carentes esquecidas pelo poder público, Ricardo Hortegal, com alguns amigos criaram o projeto, Semear Para Transformar, onde o foco do projeto é a realização de ações de limpeza urbana, através de mutirões nos bairros, além do apoio as ações na área da saúde, esporte, lazer e cultura. 
Segundo, Ricardo Hortegal, “a escolha do partido ainda está em análise, pois tenho até o dia 03 abril para decidir qual o meu destino! O mais importante é que o nosso trabalho está sendo reconhecido não só pela classe política, mas pelo povo ludovicense. Vamos continuar o trabalho sério, com humildade, ousadia e conscientizando os moradores das comunidades contra as velhas práticas de se fazer política. O Nosso papel agora é resgatar a esperança e a confiança dessas pessoas não só com discurso, mas com ações concretas.
Fica a pergunta no ar, em qual partido esse jovem político promissor irá desembarcar?

RETIROS CULTURAIS: Coordenadores de retiros de São Luís participam de reunião


Mais de 100 representantes de diversas denominações evangélicas da Região Metropolitana de São Luís participaram nesta terça-feira(21/01) de reunião realizada pela Comissão Organizadora da Semana Maranhense de Retiros Culturais 2020. 
A Semana Maranhense de Retiros Culturais é realizada há 14 anos e é amparada pela Lei 8.904/2008 que reconhece a arte evangélica como cultura e que é de autoria de Eliziane Gama. O evento é uma realização das Igrejas Evangélicas do Maranhão, Governo do Estado e Prefeitura de São Luís.

Segundo a parlamentar, esse é um momento que a juventude cristã se reúne todos os anos para aprender mais da Palavra de Deus, louvar ao Senhor e também realizar manifestações artísticas e culturais como teatro, música e dança.
Esse ano o tradicional encerramento da Semana Maranhense de Retiros Culturais será realizado na Quarta-feira de Cinzas com bandas e cantores maranhenses e nacionais, como Priscilla Alcantara, Forró Fogo e Glória, banda de pagode Marcados, além da banda americana Christafari, referência no reggae cristão no mundo.

Gincana Carnavalesca da Bicicleta do Samba na Avenida Beira Ma

Bloco da Bicicletinha concentra neste sábado, dia 25 de janeiro, a partir das 16h, no estacionamento do antigo Casino Maranhense (Restaurante Sabor Especial), na Avenida Beira Mar. E tem percurso com a JARDINEIRA ALEGRIA, a partir das 21 h.

Bloco da Imprensa promove segunda concentração neste sábado (25)


Tudo pronto para segunda concentração do Bloco da Imprensa 2020, neste sábado, dia 25 de janeiro, por volta das 17h, na Praça dos Catreiros, em frente ao Bar do Porto – Praia Grande – Centro Histórico. O Bloco da Imprensa é pauta obrigatória para os profissionais de comunicação e foliões maranhenses. Com apoio do Governo do Maranhão/Secma, o bloco antecipa há 23 anos o carnaval dos jornalistas, radialistas, técnicos e colaboradores que trabalharão nos dias oficiais da folia.
No roteiro musical mais uma vez fica mantida a tradição em valorizar a nossa rica diversidade cultural, um dos principais objetivos dos coordenadores do cordão da comunicação, os jornalista Joel Jacinto e Célio Sérgio.
A folia começa com a passagem do Bloco Afro Abiyeye Maylô, do bairro da Liberdade. Após será a vez do grande baile a céu aberto com a Banda Confraria do Copo. Em seguida será a vez da mais pura batucada do carnaval maranhense, com apresentação do Bloco Tradicional Os Brasinhas. Logo após é a vez da bateria ‘Fabulosa’ da Turma do Quinto, sendo acompanhado nas vozes dos interpretes Gabriel Melônio e Luís Carlos Vovó. Ainda da Madre Deus sobe ao palco o grupo de samba Madrilenus, e para encerrar a noite o show de carnaval de Marco Dualibe.
Nesse ano, o bloco celebra os 50 anos do curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Maranhão. Com o tema ‘Jubileu de Ouro: Diploma Sim!’, os trabalhadores da imprensa defendem a luta nacional da FENAJ pela obrigatoriedade da formação universitária para o exercício do jornalismo profissional.
Programação:
17h00 – Bloco Afro Abiyeye Maylô
18h00 – Confraria do Copo
19h00 – Bloco Tradicional Os Brasinhas
20h00 – Bateria ‘Explosão’ da Turma do Quinto
21h00 – Grupo Madrilenus
22h00 – Show de Marco Dualibe

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Jowberth Alves reúne com secretários que compõem o Sistema Estadual de Produção (Sepab)


O secretário de Estado do Trabalho e Economia Solidária, Jowberth Alves, participou de uma reunião na tarde desta terça feira (21), com secretários que compõem o Sistema Estadual de Produção e Abastecimento (Sepab), com objetivo de alinhar as ações e atividades prioritárias das cadeias produtivas em 2020. Na ocasião foi apresentadas propostas de trabalho no âmbito da Economia Solidária. A Sepab tem como objetivo potencializar a produção do Maranhão, tornando um estado menos importador. Onde produção, produtores e mão de obra são valorizados.

Márcio Jerry repudia denúncia contra Glenn Greenwald


Deputado do Maranhão, que também é jornalista, classifica posicionamento do MPF como “mais um absurdo nesse enredo de abusos autoritários”
O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) criticou nesta terça-feira (21), denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) em Brasília contra o jornalista Glenn Greenwald, do The Intercept, que mesmo sem ter sido investigado ou indiciado acabou denunciado por associação criminosa na “Operação Spoofing”, que investiga invasões de celulares de autoridades como do ministro Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, da força-tarefa da Operação Lava Jato.

“Essa denúncia do MPF em Brasília não atinge só o Glenn Greenwald. Agride frontalmente a liberdade de imprensa. Um absurdo a mais nesse enredo de abusos autoritários. Nosso repúdio!”, afirmou o parlamentar do Maranhão.

As mensagens privadas via Telegram das autoridades recebidas por Greenwald originaram uma série de reportagens feitas pelo The Intercept, Folha de S.Paulo, El País, Bandnews FM, Veja, BuzzFeed News, Agência Pública e UOL, e revelaram a proximidade entre Moro, então juiz da Lava Jato, e os procuradores e puseram em xeque a imparcialidade da operação.

Desde o início dos vazamentos, o jornalista sempre rejeitou ter auxiliado de qualquer forma os hackeamentos, citando o direito constitucional de sigilo de fonte. Nesta terça, em nota enviada à Folha de S. Paulo, declarou: “Há menos de dois meses, a Polícia Federal, examinando todas as mesmas evidências citadas pelo Ministério Público, declarou explicitamente que não apenas nunca cometi nenhum crime, mas também exerci extrema cautela como jornalista, nem cheguei de qualquer participação. Até a Polícia Federal, sob o comando do ministro Moro, disse o que está claro para qualquer pessoa: eu não fiz nada além do meu trabalho como jornalista – eticamente e dentro da lei. O Governo Bolsonaro e o movimento que o apoia deixaram repetidamente claro que não acreditam em liberdade de imprensa”, disse. Segundo o El Pais, os advogados de Greenwald afirmaram que vão tomar as medidas cabíveis e que pretendem acionar a Associação Brasileira de Imprensa.

Flávio Dino: “o que eu busco é a melhoria do ambiente de diálogo”



O governador Flávio Dino (PCdoB) concedeu entr“O que eu busco é a melhoria do ambiente de diálogo. Quanto mais você melhora o ambiente de diálogo, distensiona e diminui a intolerância, você cria relações de confiança, você cria possibilidades de em segundos turnos haver confiança mais ampla para derrotar um mal maior”, defendeu Dino.evista exclusiva ao site BRPolítico, do Estadão, nesta segunda-feira (20). Ao jornalista Gustavo Zucchi, Dino destacou seu trabalho para construir alianças no enfrentamento ao grupo político de Bolsonaro.

“Se nós olharmos a história brasileira, sempre vamos encontrar que avanços democráticos e sociais decorreram de alianças, de frentes políticas, de articulações envolvendo setores com vinculações diferentes”, destacou o governador, que lembrou o momento do enfrentamento da ditadura militar, quando as campanhas pelas Diretas e pela Anistia, bem como a posterior eleição, somaram amplos setores políticos e sociais.

“O que eu busco é a melhoria do ambiente de diálogo. Quanto mais você melhora o ambiente de diálogo, distensiona e diminui a intolerância, você cria relações de confiança, você cria possibilidades de em segundos turnos haver confiança mais ampla para derrotar um mal maior”, defendeu Dino, mencionando não só a eleição de 2022, mas o pleito para as prefeituras e Câmaras ainda neste ano.

Leia a íntegra da reportagem: 

Flávio Dino quer repetir união histórica de 1989 contra Bolsonaro

Por Gustavo Zucchi

Flávio Dino já pensa em como vencer Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. O atual governador do Maranhão tem capitaneado uma iniciativa vista com ressalvas por uma esquerda mais radical: conversar com os mais diversos políticos de campos ideológicos mais à direita. Otimista, Dino crê que consegue o improvável: unir campos diversos contra Jair Bolsonaro ao menos em segundos turnos nas eleições municipais e na nacional em 2022. Nas últimas semanas, Dino se encontrou com Luciano Huck, possível candidato à Presidência pelo Cidadania, mas não foi o único. O governador tem boa convivência com nomes como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

O governador crê até mesmo que o PT, que manteve Fernando Haddad como cabeça de chapa em 2018 e atrapalhou os planos de Ciro Gomes, poderia até mesmo abrir mão do “exclusivismo”, mesmo tendo o protagonismo por ser o maior partido de esquerda. “Vimos, por exemplo, na Argentina, a própria Cristina Kirchner fez esse movimento e resultou na vitória do campo político que ela lidera”, comparou. No sonho de Dino, a ideia seria repetir o palanque do segundo turno de 1989, que contou com Mário Covas, Ulysses Guimarães e Leonel Brizola defendendo a eleição de Lula contra Fernando Collor. Confira entrevista exclusiva concedida pelo governador ao BRP:

BRP – O senhor tem conversado com políticos de diversas vertentes ideológicas. Incluindo o possível candidato à Presidência, Luciano Huck. É uma estratégia para tentar derrotar o presidente Jair Bolsonaro em 2022?

Flávio Dino – Se nós olharmos a história brasileira, sempre vamos encontrar que avanços democráticos e sociais decorreram de alianças, de frentes políticas, de articulações envolvendo setores com vinculações diferentes. Ou seja, é preciso sempre, consultando a história, entender que nós só vamos retomar um ciclo de desenvolvimento com justiça social no Brasil se o campo progressista, democrático, popular, da esquerda, ver condições de reeditar, a exemplo desses outros momentos, essas articulações mais amplas. Nesse sentido que eu tenho, no âmbito do fórum de governadores, na relação com o Congresso, assim como com outras personalidades e lideranças políticas, procurado concretizar na prá cá essa visão teórica acerca da realidade brasileira.

Essas conversas indicam que há então a possibilidade de haver alianças nas eleições e em um futuro governo, na sua opinião?

Nós temos algumas experiências internacionais que ensinam bastante. Recentemente nós vemos a confirmação da aliança política na Espanha, que levou à formação do novo governo e que há a participação de setores bastante diferentes. Do mesmo modo, nós temos já algum tempo a experiência portuguesa, que tem se revelado exitosa, na medida que são vários partidos da esquerda e mais ao centro, de perfil mais social-democrata, mais liberal que se juntam. E o Maranhão é um caso que mostra que isso é plenamente possível entre tantos outros exemplos. Nós, desde 2014, fizemos uma aliança bastante ampla para vencer as eleições de um grupo político bastante longevo no poder liderado pelo ex-senador José Sarney. E esse caminho se revelou abastado, na medida inclusive em que nós conseguimos ampliá-la em 2018, de 9 para 16 partidos. E o que é significativo sublinhar: essa aliança se mantém no governo. Ou seja, não foi algo apenas eleitoral. Então temos secretários filiados ao DEM, secretários filiados ao PT e convivemos no mesmo governo em torno da mesma coordenação política e do mesmo programa de governo.

Não parece improvável vermos no mesmo palanque, ao menos em uma eleição nacional, nomes tão diferentes ideologicamente como Flávio Dino, Luciano Huck, Rodrigo Maia, Fernando Henrique Cardoso e até mesmo políticos do PT?

Há dois pontos fundamentais a destacar. O primeiro deles é que essas alianças mais amplas e plurais não são inéditas na vida brasileira. Se nós lembrarmos da luta contra a ditadura, depois as campanhas pelas Diretas (Já), as campanhas pela anistia, o processo eleitoral que se seguiu, você tinha alianças entre parlamentares e lideranças de vários par dos políticos. Eu cito como exemplo o palanque histórico da eleição de 1989 em torno da candidatura do ex-presidente Lula, em que estavam presentes o Mário Covas que era do PSDB, Ulysses Guimarães (MDB) e Leonel Brizola (PDT). Ou seja, havia pluralidade. O segundo ponto a mencionar é que nós teremos em um grande número de cidades, no caso das eleições municipais, e também no caso da eleição nacional de 2022, eleições em dois turnos. Então o que eu busco é a melhoria do ambiente de diálogo. Quanto mais você melhora o ambiente de diálogo, distensiona e diminui a intolerância, você cria relações de confiança, você cria possibilidades de em segundos turnos haver confiança mais ampla para derrotar um mal maior.

Como fica o PT nesta história? Acha que seria positivo o partido abrir mão da cabeça de chapa em prol de um candidato com menor rejeição, inclusive de setores de centro?

O PT é o principal partido da esquerda brasileira, assim como o ex-presidente Lula é a maior liderança do campo popular. E tem inexoravelmente um protagonismo em relação aos processos eleitorais. Agora, naturalmente, protagonista não significa exclusivismo. Essa nuance que creio que o próprio PT compreende bem. Tanto que, citando novamente o caso do Maranhão, eu não sou filiado ao PT e agora em 2018 tive o apoio do PT. Posso citar tantos outros exemplos. Não creio que haja obstáculos para que o PT abra mão da cabeça de chapa em eventual eleição, em uma chapa mais ampla. Vimos, por exemplo, na Argentina, a própria Cristina Kirchner fez esse movimento e que resultou na vitória do campo político que ela lidera, mesmo ela sendo a pessoa mais representativa. Isso vai se dar mais adiante. Em 2022, para ver quem agrega mais, quem tiver mais condições, acho que há um clima de bastante cordialidade que permitirá esse diálogo.

E Ciro Gomes? Ele “rompeu” com o partido após as eleições de 2018, quando justamente o PT não quis abrir mão da cabeça de chapa.

Acho que o Ciro viverá em 2020, nessa eleição municipal, um processo de reaproximação do nosso campo político. É o que eu desejo e esse será o meu empenho. É normal que o PDT e qualquer outro partido político tenham uma política de alianças mais flexível, uma vez que não dá para enquadrar todos municípios em um modelo rígido, mas o certo é que muito seguramente o PDT fará aliados a partir da esquerda em muitas cidades. Então, inevitavelmente, haverá compartilhamento de palanques de campanhas por parte do Ciro em relação a outros partidos do campo da esquerda. E ele pertence a esse campo. Então há uma distensão, um distanciamento nesse período que sucedeu a eleição de 2018, mas acho que não é algo imutável.

O PCdoB, assim como o PT, tem tentado abrir diálogo com o segmento evangélico. Acha que o setor progressista falhou em dialogar com os religiosos nos últimos anos?

Acho que não houve uma adequada priorização desse diálogo e é algo que deve ser corrigido. Esse diálogo já foi mais intenso em outros momentos da vida brasileira. Lembremos que o projeto Brasil Nunca Mais, liderado por Dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo de São Paulo, tinha participação de lideranças religiosas de várias igrejas evangélicas. Então em vários instantes, várias lutas sociais do povo, da população, em defesa das liberdades democráticas, tínhamos pastores, rabinos, padres. Lideranças de religiões afro-brasileiras, todos participando. Esses alertas que o ex-presidente Lula (em sinal de aproximação aos evangélicos) tem feito visam exatamente corrigir um parcial de distanciamento que infelizmente aconteceu.

O senhor se vê disputando a Presidência em 2022?

Se Deus quiser estarei finalizando o governo do Estado deixando a população do Maranhão com políticas sociais capazes de termos um retrato melhor do que quando eu assumi. E como decorrência dessa meta, espero estar nas urnas concorrendo a algum mandato eleito. De que natureza, ainda é um processo bem distante.

Caminhão da Juventude beneficia centenas de jovens em Ribamar


A Prefeitura de São José de Ribamar, através da Secretaria Municipal da Juventude (SEMJUV), realizou mais uma certificação dos alunos do Caminhão da Juventude, projeto que nos últimos anos vem mudando a história de milhares de ribamarenses que sonham alcançar o sucesso profissional.
Na a noite desta segunda-feira (20), o prefeito Eudes Sampaio realizou a entrega dos certificados dos cursos oferecidos pelo Caminhão no bairro Panaquatira. Concluíram os cursos de informática básica, web design, edição de imagem, fotografia e impressão 3D, 170 moradores da região que agora podem, a partir de cursos de excelente qualificação, imergir no mercado de trabalho com maior experiência e conhecimento técnico.
O projeto realizado pela Prefeitura de São José de Ribamar já certificou, desde setembro de 2017, cerca de quatro mil jovens em bairros por todo o município.
Para a aluna Andressa Gomes, que é moradora do Panaquatira e realizou dois cursos, a chegada do Caminhão da Juventude proporcionou à região uma oportunidade para todos que estavam em busca de maior qualificação.
“Quem participou da capacitação oferecida pelo Caminhão conseguiu trazer para si aprendizado e conhecimento. Eu fiz os cursos de informática e web design e tenho certeza de que assim como eu, outros puderam aproveitar bastante o que foi oferecido”, afirmou Andressa.
Os cursos, nas áreas sociais e tecnológicas, da ferramenta de educação itinerante municipal são disponibilizados gratuitamente e atendem necessidades constantes do mercado de trabalho atual.
O prefeito Eudes Sampaio falou aos alunos antes da entrega dos certificados e enfatizou os resultados positivos que vêm sendo obtidos com a geração de conhecimento e oportunidades para muitos ribamarenses.
“Nós temos a convicção que o melhor investimento é o conhecimento, pois ele ninguém lhe tira. Esse trabalho e esforço que a Prefeitura tem feito garante a milhares de pessoas o acesso a estes cursos que certamente engrandeceram muito mais os seus currículos profissionais”, lembrou o prefeito. 
Em um espaço moderno, confortável e totalmente acessível o equipamento de capacitação municipal oferece oportunidades de crescimento profissional e upgrade no currículo, certificando jovens com uma referência que trará mais destaque no mercado profissional.

Congresso retoma análise de projetos com impactos no orçamento municipal a partir de 3 de fevereiro


Com a intenção de dar mais fôlego orçamentário e racionalizar os gastos dos governos estaduais e municipais, o Congresso Nacional vai se debruçar sobre algumas propostas que já tramitam nas Casas e estão engatilhadas, aguardando votação nas comissões ou até mesmo em plenário. Por envolver diretamente a gestão local, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) deve manter o trabalho técnico e de articulação política com parlamentares e o Executivo em 2020.
Além de defender posicionamento do movimento municipalista, a entidade irá colaborar com o aperfeiçoamento dos textos. Os projetos tratam de temas econômicos e estruturais – na relação entre os Entes da Federação – de interesse dos gestores. São seis propostas, sendo quatro apresentadas pelo governo, que mexem com fundos infraconstitucionais, dívidas, empréstimos, ajuste e meta fiscal.
Assim que terminar o recesso legislativo, em 3 de fevereiro, o Senado deve retomar as discussões sobre as três Propostas de Emenda à Constituição (PEC) que compõem o Plano Mais Brasil, apresentado pela equipe econômica do governo federal em novembro. São as PECs 187/2019, 186/2019 e 188/2019, que, segundo o líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), devem ser levadas para votação em plenário em fevereiro, março e abril, respectivamente. Atualmente, estão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Plano Mais Brasil
Com parecer favorável do senador Otto Alencar (PSD-BA), a PEC 187/19 extingue os fundos infraconstitucionais públicos – da União, dos Estados, do DF e dos Municípios – e permite ao governo usar o dinheiro que hoje está retido e vinculado a áreas específicas para outras finalidades. Já a PEC 186/19 traz um ajuste fiscal gradual, com contenção do crescimento das despesas obrigatórias para todos os níveis de governo. O relator, senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), também já apresentou relatório a favor.
Acerca da 188/19, intitulada PEC do Pacto Federativo, sob relatoria do senador Marcio Bittar (MDB-AC), a CNM já se pronunciou sobre trechos específicos, como a criação de critérios questionáveis e meramente fiscais para extinção e fusão de Municípios e a revogação da Lei Kandir e de previsão da linha de crédito especial para precatórios. Como o projeto tem pontos positivos, a Confederação deve trabalhar com emendas e destaques ao texto.
Câmara dos Deputados
Na Casa vizinha, outras três propostas com efeitos nos Entes federados seguem em análise: o chamado Plano Mansueto, de promoção do equilíbrio fiscal, previsto no Projeto de Lei Complementar (PLP) 149/2019; o adiamento para 2028 do prazo de pagamento dos precatórios, definido na PEC 95/2019; e a securitização da dívida ativa de Estados e Municípios para instituições privadas, no PLP 459/2017. As duas últimas já foram aprovadas pelo Senado.
Segundo o PLP 149/19, que chegou ao Congresso em junho do ano passado, serão promovidas oito medidas de ajuste para reduzir o aperto fiscal dos Entes: privatização de empresas e utilização dos recursos para quitação de dívidas; redução dos incentivos tributários; extinção de benefícios aos servidores estaduais ou municipais não previstos para os servidores públicos federais; adoção do teto dos gastos orçamentários que já vale para a União; eliminação das vinculações de receitas de impostos estaduais não previstas na Constituição; criação de conta única similar à da União; adoção de medidas voltadas à prestação de serviço de gás canalizado; e adoção do modelo de concessão para os serviços de saneamento básico.
A securitização da dívida e a prorrogação do prazo dos precatórios são pleitos dos municipalistas, e a CNM já se posicionou favorável às propostas.

Comer cores faz bem pra saúde


No prato, reunir alimentos dos cinco grupos principais de cores garante a inclusão de todos os nutrientes necessários em cada refeição
Para além do sabor, as cores no prato fazem muito mais pelo nosso organismo do que podemos imaginar. Para os adultos, a experiência já é fascinante. Para crianças, então, essa história abre um mundo fantástico de possibilidades, que despertarão a curiosidade e a consciência para uma alimentação saudável. Segundo a coordenadora do curso de Nutrição da Estácio São Luís, Monique Carvalho, o ideal é um prato de cinco cores com alimentos verdes, brancos, roxo, vermelhos e amarelos/laranjas. “Como bebês e crianças são sensoriais, algo colorido chama a atenção e faz eles terem vontade de comer. Por isso, apostar em pratos com muitas cor é uma boa opção”, explica.
Os pratos coloridos não mexem apenas com o estômago dos pequenos, mas com o aspecto psicológico também. Afinal, faz toda diferença quando o pratinho do bebê é bem colorido. É exatamente o que explica a especialista. “Dos seis meses em diante, o bebê já é muito sensorial, gosta de cores que chamem a atenção. Um prato com porções de cenoura, brócolis, arroz, feijão e carne é um convite para que ele tenha vontade de comer. Além de deixar a alimentação mais divertida”.

Prato com cinco cores

Agora que já conhecemos a importância de um prato colorido na alimentação dos filhos, vamos descobrir quais cores representam cada alimento. Confira!
VERDES: São ricos em cálcio, fósforo e ferro, promovem o crescimento, ajudam na coagulação do sangue, evitam a fadiga mental, auxiliam na produção de glóbulos vermelhos, fortalecem ossos e dentes. Nesta turma, podemos contar com abacate, abobrinha verde, alface, o brócolis, coentro, couve, chuchu, pepino, repolho, vagem e outros.
BRANCOS: Os alimentos brancos costumam ser ricos em vitaminas do complexo B e em flavonoides, que também protegem as células, auxiliam na produção de energia, no funcionamento do sistema nervoso e evitam o aparecimento de coágulos na circulação. Aqui temos: aipo, alho-poró, batata baroa, cará, cebola, cogumelo, couve-flor, inhame, nabo e pera.
ROXOS: Já os alimentos roxos possuem vitamina do complexo B, minerais, potássio e também vitamina C. Além de serem bons para a saúde da pele, nervos, rins e aparelho digestivo e retardam o envelhecimento. Nessa lista, temos: alcachofra, amora, ameixa-preta, azeitona preta, beterraba e cebola roxa.
VERMELHOS: Os alimentos vermelhos são fonte de carotenoides, precursores da vitamina A, bons para o coração, para a memória, fortalece a pele e também os olhos. Nessa turma, podemos contar com a acerola, cereja, maçã, melancia, morango, pimentão vermelho, rabanete e tomate.
LARANJA: Os alimentos com esta são ricos em vitamina C, antioxidante fundamental para a proteção das células. Eles ajudam a manter a saúde do coração, da visão e do sistema imunológico. Entre eles estão: abóbora, mandioquinha, caju, carambola, caqui, cenoura, damasco, gengibre, mamão e manga.
Além dos alimentos verdes, brancos, roxos, vermelhos e laranjas, a inclusão de ovos, leite, frutas cítricas e manga às refeições é uma ótima opção. “Acerola, laranja, limão e manga são excelentes fontes de vitamina C, que atua fortemente no sistema imunológico. O leite é fundamental por causa do cálcio que leva ao organismo, e os ovos, devido à vitamina A e aos aminoácidos”, esclarece Monique.

Alimentação X Imunidade
Garantir uma boa imunidade entre as crianças é um desafio e uma difícil missão aos pais. Isso porque a imunidade está relacionada diretamente com a alimentação saudável, como explica a pediatra do Hapvida, Alinne Barros. “Alimentação tem relação direta no sistema imunológico e na saúde de todos, principalmente na criança. Por isso, ter uma alimentação balanceada na infância ajuda a prevenir possíveis doenças no futuro”, pontua.
Para a médica, um dos grandes problemas enfrentados pelos pais são os produtos industrializados. “Esses produtos contêm grande concentração de açúcares, conservantes, carboidratos e, essa combinação é completamente danosa ao organismo de qualquer pessoa. Com a saúde mais fragilizada, essas crianças ficam mais suscetíveis à doença”, alerta Alinne.
Como mudar essa realidade? “O hábito alimentar precisa mudar, fazendo com que essas crianças aprendam a comer de forma saudável. E isso começa a partir dos pais. Agora se são os próprios pais que compram e consomem o alimento prejudicial à saúde, a criança seguirá o mesmo caminho. Então, a partir do momento que os pais se educam, eles vão educar também as crianças a comerem melhor”, conclui.

Márcio Jerry presta contas e ouve sugestões de moradores da zona rural


Plenária popular reuniu mais de 100 lideranças da zona rural de São Luís
Além de prestar contas, Márcio Jerry ouviu sugestões de como o poder público pode ajudar no desenvolvimento da região (Foto: Saulo Marino)

Ao lado do vereador Astro de Ogum (PR), o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) participou, na tarde desta segunda-feira (20), de uma plenária popular com mais de 100 lideranças da zona rural de São Luís. Além de prestar contas do mandato, o deputado a comunidade sobre necessidades e sugestões de como o poder público poderia ajudar no desenvolvimento da região.

“Eu saio da reunião muito satisfeito com o resultado. Esses encontros sempre me deixam animado e, entre outros pontos, vou apresentar as demandas que competem ao Estado para o governador Flávio Dino. Na próxima semana vamos andar pelos povoados, encontrar temas mais importantes para atender o coletivo e acelerar o processo para que essas pessoas alcancem seus direitos”, afirmou Jerry.

O deputado também firmou compromisso em “retribuir a confiança” que recebeu dos eleitores da zona rural da capital “com trabalho”. “Nós vamos fazer essa itinerância, identificar os problemas, montar uma agenda de trabalhos com coordenação do vereador Astro de Ogum, para traduzir nosso mandato em serviço para a população. Tenho consciência que não vamos conseguir resolver todos os problemas, mas o critério da verdade é a prática. Vamos poder chegar numa próxima reunião e apresentar o que conseguimos alcançar, o que não conseguimos, e traçar metas para continuar avançando”, completou.

Flávio Dino: “Ampliar o diálogo é uma exigência da conjuntura”

Flávio Dino: Fundamental é fazer movimentos amplos e romper o isolamento 
O governador Flávio Dino em entrevista à TV Estadão em que defendeu “criar pontes”, ampliando o máximo possível o diálogo entre forças políticas.go] é uma exigência da conjuntura brasileira, temos enormes desafios, desafios que estão afligindo a população. Não é uma exigência do estamento político, é uma exigência social. Uma vez que temos impasses gravíssimos, a exemplo do desemprego, da retomada com força do crescimento econômico, da solução de pautas essenciais como a pauta ambiental. Isso só será possível a partir da convergência de segmentos da política e da sociedade que tenham compromisso democrático”, defendeu Dino.

Foi neste sentido, explicou o governador, que ele se encontrou com o ex-presidente Lula no último sábado (18) e com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, na segunda-feira (20) e que tem feito esforços para “construir pontes”, por exemplo, a partir de sua atuação como governador do Maranhão, também com colegas dos diversos consórcios regionais.

Dino defendeu, inclusive, que apenas pelo diálogo será possível desfazer desmistificações como a ideia de que ninguém se elege no país com o rótulo “comunista” – ele mesmo se elegeu no primeiro turno duas vezes no Maranhão – ou mesmo para o rótulo “petista”. Defendeu que nada disso é inamovível. Fundamental é fazer movimentos amplos e romper o isolamento.

Questionado sobre como fazer na prática, Dino reforçou que tem defendido “um rearranjo institucional, inclusive partidário, no campo progressista” e mencionou os muitos exemplos internacionais neste sentido, como a Frente Ampla no Uruguai, a Concertación Chilena, a situação de Portugal e Espanha ou o caso do Congresso Nacional Africano, na África do Sul, entre tantos outros. Tais iniciativas, ressaltou, preservam a identidade histórica dos partidos, mas produzem nova conformação institucional capaz de movimentar a sociedade em torno de novas bandeiras, enfrentar preconceitos e atrair quem não está engajado em nenhuma posição política.

O governador maranhense comentou ainda as recentes críticas ao posicionamento de Lula, considerado “estreito” por algumas lideranças, bem como sobre a relevância do diálogo com evangélicos.

Como ex-juiz de Direito, Dino também foi convidado a opinar sobre a instituição do juiz de garantias, que defendeu por entender que aumenta a segurança jurídica dos processos. Na avaliação dele, a instituição dos juízes de garantia não prejudicam investigações e processos contra corrupção, como é o caso da Lava Jato.

Assista a íntegra a seguir:
Fonte: Portal do PCdoB