quarta-feira, 1 de abril de 2026

Hospital do Servidor Estadual (HSE-HSLZ) lidera movimento por qualidade e segurança do paciente com foco em melhoria contínua


HSE – HSLZ vivencia o Ano da Qualidade e da Humanização e promove workshop de qualidade

Em um ambiente onde decisões precisam ser tomadas em segundos e múltiplas equipes atuam simultaneamente, o hospital é, por definição, uma das organizações mais complexas que existem. Nesse cenário, a ocorrência de falhas não é exceção — é uma possibilidade inerente ao sistema. O que diferencia instituições seguras das demais é a forma como as equipes multidiscipinares respondem a esses erros.

Hoje, cresce no setor de saúde a compreensão de que eventos adversos — quando analisados de forma estruturada — podem deixar de ser apenas indicadores de falha para se tornarem instrumentos valiosos de aprendizado organizacional e melhoria contínua.

Estudos internacionais mostram que mais de 50% dos eventos adversos hospitalares poderiam ser evitados com sistemas mais robustos de segurança, evidenciando que o problema não está apenas no erro humano, mas sobretudo, nas fragilidades dos processos e da cultura institucional. Esse foi o tema do amplo debate que aconteceu no Hospital do Servidor Estadual (HSE – HSLZ) durante o Workhsop “Gestão de Eventos Adversos – Sistemas de Notificações”, voltado para o público interno multidisciplinar, com palestras ministradas pelos consultores de Qualidade Enf. Isabela Volpini e Enf. Felipe Mendes, que integram a consultoria de qualidade hospitalar liderada pela enfermeira Nathalia Belchior.

O evento faz parte de uma ampla programação de 2026, eleito como o Ano da Qualidade e da Humanização no Hospital do Servidor Estadual. Essa iniciativa busca fortalecer a cultura de segurança do paciente e elevar o padrão assistencial.

O workshop Gestão de Eventos Adversos abordou, de forma estruturada, conceitos como definição e classificação de incidentes e eventos adversos; diferenciação entre dano causado pela doença e pelo cuidado; uso estratégico do sistema de notificações para gestão de risco; análise de dados para identificação de padrões e causas raiz; além da construção de planos de ação e prevenção de recorrências. Também foram discutidos aspectos como a reestruturação do formulário de notificação, com foco na melhoria da qualidade dos dados e na análise mais precisa dos riscos, permitindo decisões mais assertivas e melhor direcionamento de recursos .

A consultora de qualidade Nathalia Belchior destacou a importância estratégica do workshop: “Estivemos com toda a equipe multidisciplinar do HSE - HSZ nesse momento de extrema importância para refletirmos sobre a gestão de notificação de eventos adversos. Esse eventos devem ser considerados sempre como uma oportunidade relevante de se enxergar oportunidades de melhoria, pensando na melhoria contínua dos processos. Foi um momento para reforçar a construção de uma cultura voltada para a segurança, e tendo como meta o melhor cuidado aos pacientes. O saldo foi muito produtivo”, disse a consultora.

Para a direção da unidade, a iniciativa marca um passo relevante na transformação cultural da instituição. “Estamos vivenciando o Ano da Qualidade e da Humanização no HSE-HSLZ, e esse workshop se insere na programação de diversos eventos da área da Qualidade, que vamos promover em prol da mudança de cultura interna, tendo como meta a excelência máxima que buscamos alcançar em nossos processos”, destacou o diretor geral, Plínio Túzzolo.

Do erro individual à falha sistêmica

Uma importante mudança de paradigma, aboradada no workshop, passa por abandonar a lógica punitiva dos erros e avançar para uma abordagem sistêmica. Modelos amplamente adotados, como o “Queijo Suíço”, demonstram que eventos adversos raramente têm uma única causa: são resultado do alinhamento de múltiplas falhas — humanas, organizacionais e estruturais. Nesse contexto, a notificação de incidentes ganha papel central. Mais do que registrar ocorrências, trata-se de um mecanismo estratégico para identificar padrões, revisar protocolos e prevenir novos eventos.

A análise sistemática dessas notificações permite, por exemplo: detectar falhas recorrentes nos processos assistenciais; orientar atualizações de protocolos com base em evidências reais e implementar barreiras preventivas antes que erros causem danos graves. Casos emblemáticos na saúde global reforçam essa lógica. O checklist cirúrgico da Organização Mundial da Saúde (OMS), criado a partir da análise de eventos adversos, reduziu a mortalidade em até 47% em hospitais que o adotaram.

Notificar é cuidar

A cultura de notificação, no entanto, ainda enfrenta desafios importantes dentro das instituições. Medo de punição, falta de tempo, desconhecimento dos processos e descrença na efetividade das notificações são algumas das barreiras mais comuns .

Superar esses entraves exige investimento contínuo em capacitação, sistemas acessíveis e, sobretudo, na construção de uma cultura justa — onde o erro é analisado para gerar aprendizado, e não para atribuir culpa.

Na prática, o ciclo da notificação envolve etapas que vão desde a identificação e registro do incidente até a análise, devolutiva às equipes e implementação de ações corretivas. Esse processo transforma dados em conhecimento e conhecimento em melhoria do cuidado .

Segurança como construção coletiva

A literatura científica e a prática hospitalar convergem para uma mesma conclusão: segurança do paciente não é resultado de ações isoladas, mas de um esforço coletivo, contínuo e baseado em dados.

Como sintetiza o próprio conceito que norteou o workshop, em sistemas complexos como os hospitais, erros podem ocorrer. A diferença está na capacidade de aprender com eles e transformá-los em melhorias concretas no cuidado .

Nesse caminho, cada notificação deixa de ser apenas um registro e passa a representar uma oportunidade: de corrigir processos, proteger pacientes e construir instituições mais seguras e confiáveis.

Equatorial Maranhão reforça funcionamento de canais digitais como alternativa para o feriado da Sexta-feira Santa


Distribuidora informa sobre o funcionamento das agências de atendimento e postos de coleta do E+ Reciclagem nesta sexta-feira (03)

No feriado da Sexta-feira Santa (03), a Equatorial Maranhão informa que as agências de atendimento, agentes credenciados e postos de coleta E+ Reciclagem, não funcionarão em todo o Maranhão. Caso necessitem de atendimento presencial, a Distribuidora orienta aos clientes que antecipem a ida as agências ou aguardem o retorno de todos os pontos na segunda-feira (06).

As agências de atendimento ao público, bem como os postos credenciados e unidades do programa E+ Reciclagem, operam normalmente até a quinta-feira, 2 de abril. A medida segue o calendário tradicional de funcionamento em datas comemorativas, mas também reflete uma tendência crescente no setor de serviços: a migração de atendimentos para plataformas digitais, que passam a desempenhar papel central em períodos de interrupção física ou para quem busca mais agilidade e comodidade.

Serviços disponíveis on-line 24h

Os canais digitais permanecem disponíveis durante todo o feriado, funcionando 24 horas por dia. Entre as principais ferramentas está a assistente virtual Clara, acessível via WhatsApp pelo número (98) 2055-0116. O serviço automatizado permite ao consumidor resolver demandas como comunicação de falta de energia, solicitação de religação, emissão de segunda via de fatura, consulta de débitos e até cadastro na Tarifa Social de Baixa Renda.

Também estão disponíveis serviços voltados a situações emergenciais, como o registro de ocorrências classificadas como “risco à vida”, envolvendo a rede elétrica, um dos atendimentos considerados prioritários pela concessionária.

Além do WhatsApp, o cliente pode recorrer à Central de Atendimento 116, com ligação gratuita e funcionamento ininterrupto, ao site oficial da empresa ou ao aplicativo Equatorial Energia, disponível para sistemas Android e iOS.

A Equatorial Maranhão visa garantir a continuidade no suporte ao consumidor, mesmo diante da suspensão temporária do atendimento presencial. Em um cenário de digitalização crescente dos serviços públicos e privados, a Equatorial reforça a aposta em canais remotos como forma de ampliar a eficiência e reduzir o impacto de feriados no atendimento.

Para o consumidor, a recomendação é antecipar demandas presenciais e, sempre que possível, utilizar as plataformas digitais, que concentram hoje a maior parte dos serviços essenciais oferecidos pela Distribuidora.

Confira os canais de atendimento disponíveis:

Assistente virtual - Clara
A Clara está disponível via WhatsApp, pelo número (98) 2055-0116, com atendimento instantâneo e automatizado. A ferramenta oferece os seguintes serviços:
1. Falta de Energia
2. Religação
3. Código de Barra para Pagamento
4. Consulta de Débitos
5. Cadastro na Tarifa Social Baixa Renda
6. Segunda Via de Fatura
7. Cadastro de Data Certa (escolha do vencimento da conta)
8. Cadastro de Fatura via WhatsApp
9. Risco à Vida (situações emergenciais envolvendo a rede elétrica)

Central de Atendimento 116
Disponível 24h, com ligação gratuita.

Site oficial:

Aplicativo Equatorial Energia
Disponível para Android e iOS.

Equipes da Vigilância Ambiental de Paço do Lumiar e São José de Ribamar visitaram a BRK em agenda técnica do Mês da Água


Encerrando as programações do Mês da Água, a BRK recebeu, no último dia 27 de março, representantes das equipes da Vigilância Ambiental de Paço do Lumiar e São José de Ribamar para uma visita técnica e troca de experiências sobre o trabalho e ações desenvolvidas pela concessionária nos municípios.

Na sede da BRK, os visitantes puderam conhecer o Centro de Controle Operacional (CCO), onde acompanharam em tempo real o monitoramento de unidades operacionais, como poços e reservatórios, proporcionado por um moderno sistema de automação, que assegura mais eficiência no controle da produção e entrega de água.

Além das instalações internas, os visitantes foram conduzidos ao Centro de Reservação, Tratamento e Distribuição de Água, onde tiveram a oportunidade de observar como ocorrem na prática os procedimentos técnicos para levar água potável e de qualidade às torneiras da população. No local, conheceram os grandes reservatórios, o sistema de produção de cloro e o laboratório da BRK de controle de qualidade do produto.

“Pudemos verificar que a água que consumimos diariamente passa por diversas etapas rigorosas de tratamento e controle de qualidade, realizadas com responsabilidade e critérios técnicos, garantindo segurança para todos. Conhecer esses processos de perto fortalece ainda mais o nosso trabalho na Vigilância em Saúde e nos dá confiança naquilo que está sendo ofertado à população”, afirma Thalles Richard, superintendente de Vigilância em Saúde de Paço do Lumiar.

Ao final da agenda, os representantes também visitaram o sistema de tratamento de água da Escola Municipal Nascimento de Morais, uma das instituições beneficiadas pelo Projeto Fonte de Futuro, iniciativa da BRK que leva água tratada a escolas da zona rural situadas fora da área de atuação da concessionária nos municípios.