sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Agritec tem levado benefícios aos agricultores do Maranhão

 

Feiras da Agricultura Familiar estão deixando legados importantes para a produção de alimentos no Maranhão. Foto: Divulgação
 
O investimento do Governo do Maranhão para levar conhecimento e tecnologias a centenas de agricultores de oito municípios de diversas regiões do estado, por meio da Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia do Maranhão (Agritec), rende experiências como a de Marly dos Santos Oliveira, agricultora de 52 anos, moradora do povoado Goiabal, em Penalva, a 255 quilômetros de São Luís. Ela e mais 35 agricultores receberão das mãos do governador Flávio Dino, nesta sexta-feira (28), título de terra coletivo para produção agrícola. Mais três títulos coletivos serão entregues pelo Instituto de Colonização de Terras do Maranhão (Iterma).
Diferente de outras feiras agropecuárias, a Agritec é direcionada para que o pequeno e médio agricultor familiar tenha acesso aos mais diversos conhecimentos relacionados à produção agrícola. A Agritec dispõe de espaços tecnológicos com demonstração de pequenas alternativas de cultivo viáveis para o produtor, oficinas, palestras, cursos, comercialização de produtos cultivados por agricultores dos municípios da região, dentre outros atrativos.
A iniciativa integra um conjunto de ações para o setor rural do Estado. A atividade desenvolvida pelo Governo é executada pela Secretaria de Agricultura Familiar (SAF) e tem melhorado a vida de pessoas como Marlydos Santos Oliveira. “Fico muito feliz de saber que conseguimos realizar os nossos sonhos. Nunca tivemos alguém que olhasse por nós, como o governador está olhando. Essa nossa luta por um espaço para cultivarmos já rende mais de 20 anos e agora se concretiza. A associação já estava ficando sem terra para trabalhar. São mais de 50 e poucas famílias que dependem dessa terra e agora terão oportunidades, graças a essa política de governo”, disse a agricultora.
O Governo do Estado tem o compromisso de desenvolver a agricultura familiar a partir de três pilares: a regularização de terras, a assistência técnica e o fomento à produção. Até o momento, as Agritecs já foram realizadas na cidade de São Bento, Açailândia, Caxias, Bacabal, Codó, Grajaú, Zé Doca, e neste fim de semana no município de Viana. A tendência é que mais cidades nas regiões Tocantina, dos Cocais, da Baixada e Vale do Mearim, além das cidades do Plano de Ação ‘Mais IDH’, recebam esses espaços para a troca de experiências e a ampliação de conhecimentos tecnológicos no âmbito da agricultura familiar para benefício do produtor maranhense.
As feiras têm tido um papel fundamental de levar conhecimento aos agricultores familiares. Para o secretário de Estado de Agricultura Familiar, Adelmo Soares, os espaços vêm se tornando uma vitrine tecnológica que prioriza a capacitação dos técnicos em vários níveis, através das transferências de tecnologias da Embrapa e das experiências exitosas dos movimentos sociais que têm uma participação efetiva na troca dessas experiências. “O Maranhão é um estado extremamente rural e é a partir do campo que temos trabalhado para desenvolvermos o nosso estado. Essas feiras se tornam a oportunidade para o agricultor familiar conhecer e ter acesso a tecnologias simples que impulsionarão o desenvolvimento de sua produção e da agricultura local”, disse o secretário Adelmo Soares.
Feiras da Agricultura Familiar estão deixando legados importantes para a produção de alimentos no Maranhão. Foto: Divulgação
 
Em Caxias, um dos legados da edição da Agritec no município é o projeto Sisteminha, uma espécie de tecnologia simples, desenvolvida pela Embrapa. A experiência que deu certa no estado vizinho, no Piauí, foi trazida e aprovada no Maranhão pelo governador Flávio Dino. Inicialmente, o projeto Sisteminha é de subsistência, mas com o aperfeiçoamento, com a assistência técnica e a garantia da comercialização é uma grande e importantíssima fonte de renda para as famílias do Maranhão, que tem tido peixe, galinha, hortaliças, frutas e produtos no quintal de casa para consumir e vender o excedente.
Na Agritec de São Bento houve a participação de representantes de quase 30 municípios, que tanto tiveram a oportunidade de aprender novas técnicas quanto compartilhar técnicas conhecidas. De acordo com o secretário Adelmo Soares, a ideia é que um município mostre para o outro o que faz, o que pode melhorar. “Essa troca de experiência é, sem sombra de dúvida, o maior legado. A história da Agritec é um legado de conhecimentos que ficará na região”, frisou.
Em Codó, o marco durante a Agritec foi quando a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima) e a Aged lançaram o ‘Manual de orientação para o registro da agroindústria familiar, pequeno porte e artesanal’, criado para facilitar o entendimento das legislações e informar, de forma simplificada, o que é necessário para a obtenção de registro do Serviço de Inspeção Municipal, Estadual ou Federal.
Baixada Maranhense
O território Campos e Lagos está situado na região da Baixada Maranhense e compreende 12 municípios, onde a cidade de Viana está incluída. A realização de uma Agritec no território demonstra a preocupação do Governo do Estado em reverter o quadro de abandono que a região sofreu ao longo de décadas, principalmente, em relação a agricultura familiar.

Feira da Agricultura Familiar promove capacitação no Território Campos e Lagos

 

Artesã maranhense Simei Dantas ficou satisfeita com a comercialização de produtos de matriz africana na feira. Foto: Divulgação
 
Pela primeira vez, o território Campos e Lagos, situado na região da Baixada Maranhense, recebe a Feira da Agricultura Familiar e Agrotecnologia do Maranhão (Agritec). O evento começou nesta quinta-feira (27), com a presença de diversas autoridades, entre as quais o secretário de Estado da Agricultura Familiar (SAF), Adelmo Soares.
O secretário ressaltou que a Agritec contribui com a Baixada Maranhense por meio de investimentos para o desenvolvimento da agricultura familiar. “Esta é a oitava edição da Feira e estamos mostrando que o Governo do Estado está presente na vida do trabalhador rural, melhorando a situação do agricultor familiar através do conhecimento e renda. Precisamos fortalecer a agricultura familiar, como um dos eixos principais desta gestão, e é isso que estamos fazendo, trazendo para a região uma feira de oportunidades”.
Até este sábado (29), a Agritec está oferecendo ao pequeno e médio agricultor familiar acesso a diversos conhecimentos relacionados à produção agrícola, por meio de oficinas, palestras, cursos e comercialização de produtos cultivados por agricultores dos municípios da região. Em parceria com órgãos estaduais, a população local e da região poderá emitir documentos pessoais (CPF e RG), Carteira de Trabalho, emissão de nota fiscal, CAR, entre outros serviços.
Formado por 12 municípios, o território Campos e Lagos ainda apresenta baixos indicadores sociais e a realização de uma Agritec demonstra a preocupação do Governo do Estado em reverter o quadro de abandono que a região foi submetida ao longo de décadas, principalmente em relação à agricultura familiar.
Para o presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), Júlio César Mendonça, a Agritec é o maior evento voltado para o agricultor familiar que a Baixada Maranhense sedia. “A região tem muitos desafios e entendemos que a Agritec é um encontro para mostrar as potencialidades, possibilidades e pôr em pauta a agricultura familiar da Baixada”, disse ele, que afirmou, ainda, que a região viveu 40 anos de abandono e tem um momento ímpar desde 2015. “Para a região, que nunca recebeu um evento desta magnitude, o encontro renova as possibilidades de desenvolver a Baixada”.
A agricultora familiar Maria Lúcia Gaspar, do povoado Bahia, em Viana, está comercializando, na feira da Agritec, produtos que cultiva em sua propriedade. Ela recebe assistência técnica da Agerp. “A gente está muito feliz com essa estrutura e o governador Flávio Dino está trabalhando do nosso lado e vai dar mais forças para o agricultor familiar baixadeiro”.
Na Agritec está sendo comercializado o abacaxi da variedade Turiaçu pelo agricultor familiar Braziliano Teixeira, do município de Santa Inês, que colhe anualmente, cerca de 2 milhões de frutos, entre abacaxi tipo pérola e Turiaçu. “É a primeira vez que participo de uma Agritec e está sendo ótimo para expandir a comercialização do abacaxi. Em Santa Inês somos oito produtores e no município de Turiaçu estamos iniciando nossa produção e acreditamos que o governo está fazendo é bom para o agricultor”, relatou.
Durante a abertura da Agritec, nesta quinta-feira (27), foram entregues dois recibos de inscrição de imóvel rural no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e 18 kits de Feira do Programa ‘Mais Produção’ para o escritório regional da Agerp de Viana. Os kits são compostos por barracas, balanças, caixas de isopor, avental, camisas e bonés padronizados.
A Agritec é uma realização do Governo do Estado do Maranhão, por meio do Sistema da Agricultura Familiar, composto pela Secretaria de Agricultura Familiar (SAF), a Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão (Agerp) e o Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma). Acontece por meio de parceria com Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Cocais, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Prefeitura municipal de Viana.
Entre os movimentos sociais e entidades representativas dos trabalhadores rurais participantes, o Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), a Associação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Maranhão (Aconeruq), a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar do Maranhão (Fetraf-MA), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Maranhão (Fetaema) e Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST).

Eraldo Ébano e o Samba de Gafieira

Com uma longa trajetória no samba, há mais de 20 anos Eraldo Ébano retorna ao estilo musical com gosto de gás

ebano
Desta vez, com o projeto Samba de Gafieira, a nova tendência das sextas à noite em São Luis, que conta com apresentação de clássicos do samba e do choro, estilo o samba da Lapa no Rio de Janeiro.É um samba dançante, ao som de cavaquinho, violão, trombone de vara, pandeiro e percussão, onde são interpretados sambas de grandes compositores brasileiros e choros de Zé da velha, Osmar do trombone, Waldir Azevedo, dentre outros.
Nessa nova trajetória de sua carreira Eraldo Ébano conta com a participação de quatro músicos para somarem com ele neste projeto; Preto Joia no violão de 06 cordas e voz, Hugo Reis no trombone de vara, Sesse das Candongas no surdo e voz e Valdico Monteiro no pandeiro e percussão. Músicos também com uma longa trajetória.
Trajetória
O nome Eraldo Ébano é um nome artístico devido ao grupo de Samba Ébano, onde Eraldo fez parte durante quase 20 anos, assim como também já fez parte de outros grandes grupos de samba aqui em São Luís, como o Sem Dimensão, Aquarela e Ponto Sem Nó.
Eraldo Ébano é dono muitas composições, inclusive algumas de suas composições estão no CD divulgação do Grupo Ponto Sem Nó, como é o caso do samba chamado ironias.
Agora em carreira solo, Eraldo Ébano pretende ano que bem lavar seu primeiro CD e assim apresentar ao seu público suas inúmeras composições musicais.
Eraldo Ébano faz show todas as sextas no Arapuca Bar e Restaurante Pub, no Cohajap com o projeto Samba de Gafieira, a partir das 20h.

Deputado Zé Inácio destaca manifestações contra a PEC 241

 
Dentre os efeitos da PEC citados por Zé Inácio está a redução nos investimentos em saúde e educação
Dentre os efeitos da PEC citados por Zé Inácio está a redução nos investimentos em saúde e educação
O deputado Zé Inácio utilizou o plenário na manhã desta quinta-feira (27) para destacar as manifestações contra a PEC 241, que ocorrem em todo país. As mobilizações são feitas por estudantes secundaristas, universitários e professores.
Durante a fala, o deputado apresentou informações sobre a emenda. “A PEC 241 define o limite de gastos do Governo Federal que, durante 20 anos, só será corrigido pela infração do ano anterior. Economistas têm advertido para os efeitos colaterais que a medida poderá causar”, discorreu.
Dentre os efeitos citados por Zé Inácio está a redução nos investimentos em saúde e educação, além da perda de poder de compra do salário mínimo. A medida foi aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados. “Infelizmente, a grande maioria dos deputados federais do Maranhão votaram a favor dessa PEC. Ontem ela foi encaminhada para o Senado com a previsão de, até o final de novembro e início de dezembro, ser votada em dois turnos no Senado”, disse.
O deputado também se dirigiu aos senadores do país. “Aproveito a oportunidade para chamar a atenção dos nossos senadores contra essa medida que restringe direitos, sobretudo, do cidadão brasileiro, da classe trabalhadora. Nenhum país no mundo adotou o teto de gasto como da PEC 241, somente o Brasil que retoma a política neoliberal que é implantada pelo Governo Temer”, destacou.
Zé Inácio também citou um estudo feito por um economista da Fundação Getúlio Vargas. “Caso a PEC 241 existisse hoje, o salário mínimo, que é R$ 880,00, seria de apenas R$ 400,00. Ou seja, caso a PEC seja aprovada, teremos um retrocesso. Mais de R$ 25 bilhões deixarão de ser investidos na educação e na saúde do país. Então vejam, senhores e senhoras, o que representa essa PEC apelidada de PEC do Fim do Mundo”.
Outro destaque feito pelo deputado foi a questão da saúde. “Os estados e municípios que hoje gastam grande parte das suas receitas com a saúde terão que investir mais recursos próprios no próprio Sistema de Saúde Municipal, para compensar a falta de recursos. Assim, os municípios mais pobres que têm menos receita e dependem mais do orçamento federal devem ser mais prejudicados com uma eventual diminuição dos repasses federais”, enfatizou.
Sobre as Ocupações
De acordo com os dados da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES), em nível nacional, existem 1.022 escolas e institutos federais ocupadas, além de 82 universidades e 3 núcleos regionais de educação.
No Maranhão, atualmente se encontram ocupadas a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) (campus Chapadinha), o Cintra (São Luís) e os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) nos seguintes campi: Açailândia, Centro Histórico (São Luís) e Monte Castelo.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Com apoio da Sedel, 5ª edição do Campeonato Maranhense de Kitesurf é realizado em São Luís

 

Com apoio da Sedel, 5ª edição do Campeonato Maranhense de Kitesurf é realizado em São Luís. Foto: Divulgaç
 
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Esporte e Lazer (Sedel), apoia a realização da a 5ª edição do Campeonato Maranhense de Kitesurf, evento promovido pela Associação de Velejadores do Maranhão (Avema). As competições da primeira e segunda etapa, com as modalidades Downwind e Regata Bidirecional, foram disputadas no último sábado (22) e seguem até o dia 4 de dezembro, com largada na Praia do Meio e chegada na Praia do Calhau, em São Luís.
“O Maranhão é potência na prática do Kitesurf, por isso mais uma vez estamos apoiando o Campeonato Maranhense, estimulando a prática dessa modalidade esportiva em um momento em que nossas praias apresentam melhores condições de balneabilidade. Quanto mais limpas nossas praias, mais gente vai praticar esporte”, disse o secretário de Esporte e Lazer, Márcio Jardim, destacando que o governo Flávio Dino está comprometido em apoiar a maior diversidade de competições e eventos esportivos em todo estado.
Na abertura, o evento contou com a participação de 105 atletas que realizaram duas provas de Downwind (corrida a favor do vento) e três Regatas Bidirecionais (corrida em circuito, contra e a favor do vento), deixando a orla de São Luís mais espetacular. De acordo com o presidente da Avema, Rogério Luna, por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, o Governo do Estado e a Sedel proporcionam o sucesso do Campeonato Maranhense de Kitesurf, que já é marca registrada de todas as edições.
“O sucesso do evento só é possível com a parceria da Avema e seus apoiadores. É uma satisfação contar com o Governo e a Sedel, que não medem esforços para nos ajudar na realização deste evento que tem crescido nos últimos anos, visto que esse esporte está ganhando maior visibilidade local e nacional”, enfatizou Rogério Luna.

Deputado Wellington do Curso protocola oficio em que solicita investigação em empresa contratada pela prefeitura de São Luís

Na tarde de hoje (27), protocolei ofício na Polícia Federal em que solicitamos que sejam efetivadas as investigações em relação ao procedimento administrativo de contratação de um suposto instituto fantasma para execução dos serviços do Projovem Urbano pela Prefeitura de São Luís.
Fiz isso atendendo às denúncias de professores e alunos que estão sem receber o valor referente à bolsa, mesmo com o repasse de mais de 07 milhões de reais.
Além da Polícia Federal, nós formalizamos a denúncia ante o Ministério Público Federal (já que as verbas são federais), Tribunal de Contas do Estado (solicitado uma auditoria), Ministério Público Estadual (em virtude dos possíveis atos de improbidade). Indo ao encontro disso, protocolamos também um ofício solicitando a cópia integral do contrato Nº 11/2015, da Prefeitura com um Instituto localizado em Cajazeiras (PB), localizado a 1.200km da capital maranhense.
Não poderíamos nos omitir diante das mais de 50 denúncias de alunos e professores que não receberam as bolsas do projeto. Esse é um dos papéis de um deputado estadual: fiscalizar!