terça-feira, 29 de outubro de 2013

Dutra assegura que disputará vaga de senador


Deputado federal Domingos Dutra
O deputado federal Domingos Dutra (Partido Solidariedade- SDD) confirma que disputará uma vaga ao Senado, nas eleições de 2014. O parlamentar terá como adversário ao cargo, o atual vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB), cujo partido coligará com o PCdoB.

Dutra afirmou que ainda não abriu mão do posto e mantém a sua pré-candidatura pela nova legenda. De acordo com o parlamentar, como o ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB) desistiu da disputa ao Senado, é bem provável que apenas Dutra e Rocha entrem no páreo.

Domingos Dutra rechaçou qualquer tipo de definição em relação ao vice-prefeito da capital maranhense. "Sou pré-candidato ao Senado pelo Solidariedade e pretendo manter essa candidatura na chapa majoritária ao Governo do Estado de Flávio Dino. É algo que deve ser trabalhado somente no futuro. Mas asseguro que sou pré-candidato ao Senado", garante o deputado.

Geraldo Castro: o mais cotado para assumir a Educação


Ações na Habitação credenciaram mais Geraldo Castro para Educação.
Ações na Habitação credenciaram mais Geraldo Castro para Educação.
Na montagem do secretariado do governo Edivaldo Holanda Júnior ele já era o mais cotado para assumir a pasta, mas acabou preferindo gerir o programa Minha Casa  Minha Vida em São Luís. Desta vez, dificilmente ele deverá negar a tarefa. O professor Geraldo castro é o mais forte candidato para assumir a secretaria municipal de Educação de São Luís.
Castro é militante da área educacional há muitos anos. Como a pasta é de indicação do PCdoB, é o nome mais forte do partido. Além de conhecer a pasta, tem o perfil político que a delicada secretaria exige. conhece os vereadores e sabe atuar sob pressão.
O nome do atual assessor especial de Habitação se tornou ainda mais forte pelas ações à frente do problema habitacional de São Luís. Mesmo sem ser secretário, Geraldo tem sido um dos auxiliares do governo Edivaldo de maior destaque, com muitas ações noticiadas na mídia maranhense.
As conversas para que ele assuma estão avançadas e será surpresa se outro nome for o anunciado.

A UFMA e o Enem - II


Natalino Salgado Filho


No artigo intitulado "UFMA e o ENEM (parte I)", publicado no último domingo, analisávamos sobre a adesão das Instituições ao Exame Nacional do Ensino Médio. Agora, versaremos sobre os benefícios que esse processo de avaliação trouxe para todo o sistema educacional, especificamente para a nossa Universidade Federal do Maranhão.
Que benefícios são esses? Um deles, dentre vários outros, é a transformação de um vestibular local em uma seleção nacional, na qual se abrem possibilidades reais de participação para estudantes de todo o país. Essa forma de fazer contempla candidatos não só do próprio Estado, mas também de outras localidades, sobretudo, aqueles do interior desses Estados (a maioria, em particular, os de grande extensão como o Maranhão) em que o acesso à educação superior pública se restringia à capital e a poucos municípios. No caso da UFMA, quando estávamos nas diferentes fases de consolidação desse novo método de ingresso, conseguimos alcançar a marca de nove campi. Atualmente, já bem estruturado, atingimos todas as mesorregiões geográficas do Estado, pois, em 2009, eram apenas seis campi.
Ora, uma coisa é aplicar exames em seis ou sete municípios, como se costumava fazer até então com nosso vestibular tradicional; outra é receber inscrições de praticamente todas as cidades do Maranhão e realizar exames em quase noventa delas, o que passou a acontecer com o Enem. O resultado foi o salto gigantesco no número de inscrições, que chegou aproximadamente a 25 mil, em 2008, e ultrapassou os 145 mil, em 2009, número que segue crescendo.
A UFMA passou a economizar o que gastava com a formulação e a aplicação da prova, com uma abrangência muito menor. E por mais que esse tempo, felizmente, já se tenha ido, cabe recordar que, sobre os nossos vestibulares, pesavam suspeitas, críticas e acusações graves de falta de lisura, de compra de provas e de todo tipo de irregularidades. Portanto, ao iniciarmos a gestão da Universidade, era importante assumir o compromisso com a transparência dos nossos processos seletivos.
Além disso, em que pesem aspectos positivos nas experiências de processos seletivos seriados, como chegaram a ocorrer na UFMA há pouco tempo, a sua proposta global não chegava a alterar, de maneira significativa, a lógica da memorização e do conteudismo, apenas a diluía ao longo dos três anos do Ensino Médio. Logo, as avaliações seriadas também não constituíam uma alternativa válida ao Enem.
Por último, nossa comunidade universitária tinha o receio de que, com o Enem, a UFMA pudesse retroceder diante das recentes conquistas, ao definir sua política de cotas para estudantes de escolas públicas, negros, índios e deficientes (o que chega a pouco mais de 50% do total). Na nossa proposta de adesão, aprovada por quase unanimidade pelo Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), ficou patente que não apenas mantínhamos a política de cotas, incomparavelmente a mais inclusiva do Brasil, como também condicionávamos nossa adesão a essa manutenção (mais tarde, o Congresso definiu uma política nacional de cotas que é, de certo modo, menos inclusiva do que a que já tínhamos, mas isto é assunto para outra ocasião).
No momento em que praticamente se encerra o ciclo de adesões das IFES brasileiras ao Enem, a UFMA merece um voto especial de louvor, por sua capacidade de se antecipar aos movimentos político-educacionais de maior envergadura e de aderir, com efetiva autonomia universitária, às opções que se mostram, antes mesmo de comprovação a posteriori, como sendo as melhores possíveis. Entendemos que essas opções são as melhores devido à sua concepção, às suas características indutoras de melhoria, à sua razoabilidade como soluções sistêmicas a crises que, de outro modo, não seriam superadas.
A partir da nossa perspectiva, esse movimento não caracteriza imprudência, muito pelo contrário, caracteriza, sobretudo, a responsabilidade de quem precisa, por força do cargo, dar respostas rápidas e eficazes à educação e à sociedade brasileiras. Vivíamos um momento delicado e cada vez mais a gestão acadêmica dos hospitais universitários se avizinhava do caos, e foi esse motivo que, assim como no caso do Enem, levou-nos a decidir com coragem pela adesão da UFMA à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). A única diferença é que a adesão ao Enem pressupunha a aprovação institucional colegiada dos Conselhos Superiores, e a adesão à EBSERH era vinculada à competência privada do gestor maior da Instituição. Contudo, independente disso, as decisões atuais estarão sempre confrontadas com seus resultados no futuro, à vista de todos.
Assim, como no caso do Enem e do Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais - REUNI, temos absoluta segurança de que os resultados justificarão integralmente a escolha feita, e a UFMA terá ainda muito mais motivos para se orgulhar de seus êxitos, todos em prol do Maranhão e do Brasil.
Doutor em Nefrologia, reitor da UFMA, membro do IHGM, da AMM, AMC e AML

À REVISTA ISTO É

Por Igor Lago

(A/C do Editor Responsável),

Após leitura da matéria "O desespero do clã Sarney - Sob o risco de perder o poder no Maranhão pela primeira vez em quase meio século, a família do ex-presidente lança campanha predatória contra o principal candidato da oposição", assinada pelo jornalista Claudio Dantas Sequeira, na edição 2293, 25/10/2013, a qual demonstra erros grosseiros a respeito da história maranhense, motivei-me a escrever o que se segue:
Com relação à recente história política-eleitoral maranhense, não é a primeira vez, como afirma a matéria, que o grupo Sarney corre risco de perder o poder no Maranhão.
A bem da verdade, isto já aconteceu no dia 29/10/2006 com a vitória de Jackson Lago, fato que completará 7 anos na próxima terça-feira, e que foi relatado, inclusive, pela própria revista Isto É na época. Vale lembrar, também, que o grupo Sarney jamais aceitou a derrota eleitoral, pois entrou com  processo jurídico de cassação de expedição do diploma de governador diretamente no TSE que, por sua vez, cassou o mandato legítimo do governador aos dois anos, três meses e dezessete dias, o que ficou conhecido como uma das páginas mais tristes da história deste tribunal.
Igualmente, é importante lembrar que o grupo Sarney já enfrentou dificuldades, riscos de perder eleições e, pasmem, até venceu com suspeitos resultados eleitorais e/ou manobras de tapetão no judiciário.
Em 1990, o candidato oposicionista João Castelo (PDS) venceu o primeiro turno com 595.392 votos (36,3%) contra Edson Lobão (PFL) - 459.542 votos (28,3%) e Conceição Andrade (PSB) - 246.468 votos (16,2%), mas perdeu no segundo turno para o então candidato do grupo Sarney, Edson Lobão (PFL) por 101.107 votos (diferença de 7%);
Em 1994, os candidatos oposicionistas Epitácio Cafeteira (PPR) - 353.002 votos (30,79%) e Jackson Lago (PDT) - 231. 528 votos (20,19%) levaram a eleição para o segundo turno disputado por Roseana Sarney (PFL) e Cafeteira (PPR) que, suspeitamente, perdeu por 18.060 votos (1,22%), após 6 horas de apagão das luzes no TRE maranhense.
Detalhe: antes da escuridão o candidato oposicionista estava na frente!
Em 1998, a candidata Roseana Sarney (PFL) deu um passeio na sua reeleição, ou seja, venceu com 66,01% dos votos derrotando Cafeteira (PPR) - 26,35% e Domingos Dutra (PT) - 6,40%;
Em 2002, o candidato do grupo Sarney, Zé Reinaldo Tavares (PFL) obteve 1.076.893 votos (48,4%). Os oposicionistas Jackson Lago (PDT) - 896.930 votos (40,3%) e Raimundo Monteiro (PT) - 127.082 votos (6,03%) no primeiro turno.
Detalhe: o candidato com discurso oposicionista (?) Ricardo Murad (PSB) obteve 114.640 (5,70%). Mas a sua candidatura foi anulada pelo TRE-MA, que antes a havia autorizado, configurando uma das manobras mais estranhas daquela eleição, impedindo a realização do segundo turno.
Ressalto que nas eleições citadas participaram as candidaturas do PSTU (1994, 1998, 2002, 2006) e PV (1998) que, apesar de não atingirem 1% dos votos, igualmente deram suas contribuições ao pleito eleitoral.
Portanto, muita coisa aconteceu na história política-eleitoral maranhense que não pode ser esquecida, apesar de que alguns dos velhos protagonistas não fazem questão de lembrar, bem como muitos dos novos protagonistas fazem questão de contar a (es)história a partir deles em grande desrespeito a todos.
Atenciosamente e à disposição,
Igor Lago, médico, filho do ex-governador Jackson Lago.
São Luis, 27/10/2013.

Prefeitos maranhenses participam de audiência em Marabá


Doze prefeitos do Maranhão, integrantes do grupo de 23 municípios que formam o COMEFC – Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás, estiveram presentes, na última quarta-feira, dia 23, em Marabá (PA), na Audiência Pública para debater o Projeto de Lei que regulamentará o Novo Marco Regulatório da Mineração. O Projeto de Lei nº 37 de 2011 está em tramitação na Câmara Federal e dispõe sobre o regime de aproveitamento das substâncias minerais. A audiência aconteceu no plenário da Câmara dos Vereadores de Marabá, reunindo as esferas municipal, estadual e federal.
Os prefeitos maranhenses retornam de Marabá para seus municípios no Maranhão trazendo um conquista, que será a inclusão dos municípios cortados pela Estrada de Ferro Carajás - EFC entre os beneficiados financeiramente com os lucros da mineração. Na legislação atual, criada desde 1967, 2% do lucro líquido da mineração é dividido entre os municípios produtores, que recebem 65%; entre os estados produtores, que recebem 23% e a União, que recebe 12%. A proposta para a nova legislação diz que essa divisão será feita sobre o lucro bruto de 4% do faturamento da mineração, sendo que municípios produtores, que receberão 60%; os estados produtores, que receberão 20%; a União, que receberá 10% e os municípios cortados pela EFC receberão 10%.
A conquista foi informada pelo deputado federal Leonardo Quintão (PMDB-MG), que é relator da Comissão Especial de Mineração, e pelo deputado federal Cleber Verde (PRB-MA), integrante da Comissão Especial de Mineração, aos prefeitos e equipe técnica do COMEFC, presidido pela prefeita Cristiane Damião, de Bom Jesus das Selvas - MA. Em valores monetários, os 10% da Compensação Financeira pela Exploração Mineral inseridos para os municípios cortados pela EFC correspondem a aproximadamente R$ 500 milhões por ano, que serão divididos entre cerca de 68 municípios das cidades do Maranhão, Pará, Espirito Santo e Minas Gerais.
“Estamos felizes porque esses 23 municípios do Maranhão estão fazendo história, pois juntos eles estão conseguindo trazer conquistas para o estado”, relatou o deputado federal Cleber Verde. “Foi a forma que encontramos para beneficiar esses municípios, que vão duplicar os seus orçamentos”, informou o relator da Comissão Especial da Mineração, deputado Leonardo Quintão. “Comemoramos essa conquista e vamos buscar mais para esses municípios, antes esquecidos pelo código da mineração”, disse a presidente do COMEFC, Cristiane Damião.
AUDIÊNCIA PÚBLICA
A Audiência Pública, realizada em Marabá-PA, faz parte de uma série de audiências que vem sendo realizadas no Brasil pela Comissão Especial de Mineração. Essas audiências já foram realizadas também nos estados de Minas Gerais e Espirito Santo. Essa é a terceira audiência que conta com a participação dos municípios maranhenses do COMEFC. A primeira foi em Brasília, a segunda no Maranhão e esta terceira em Marabá.
A Comitiva Maranhense foi formada pela prefeita Cristiane Damião, de Bom Jesus da Selvas, prefeito de Anajatuba, Helder Aragão, prefeita de Itinga do Maranhão, Ivete Botelho, prefeito de Monção, Queiróz, prefeito de Itapecuru Mirim, Magno Amorim, prefeito de Bacabeira, Alan Linhares, prefeito de Santa Rita, Tim Ribeiro, prefeito de Vila Nova dos Martírios, Karla Batista, prefeito de Tufilândia, Dr.Neto, prefeito de Pindaré Mirim, Valber Furtado, prefeito de São Pedro da Água Branca, Vanderlúcio, prefeito de Buriticupu, Zé Gomes, vice-prefeito de Açailândia, Juscelino Oliveira, o vice-prefeito de Itinga, Bosco, o vereador de Arari, Almir Leite, a presidente da Câmara de Itinga, Gel, o secretário de administração e finanças de Igarapé do Meio, Eliezer Lopes e a Comissão Técnica do COMEFC.
De acordo com o diretor administrativo do COMEFC, Leoncio Lima, que realizou apresentação durante a audiência pública, os municípios cortados pela EFC não podem ser deixados de lado na nova legislação que regulamentará a mineração no país. Segundo ele, neste ano de 2013 a VALE trabalha com 24 trens de 330 vagões por dia na malha ferroviária, mas em 2017 serão 50 trens de 330 vagões por dia na malha ferroviária, aumentando assim esses impactos, que são sociais, ambientais, econômicos, etc. “Verificamos que a maioria das cidades do Maranhão cortadas pela EFC são as que têm os piores IDH’s do Estado. Nos últimos seis meses trabalhamos 23 audiências públicas, uma em cada município participante do COMEFC, e estamos conseguindo dialogar com a VALE buscando compensações que possam aumentar o IDH desses municípios”, relatou.
Participaram da audiência pública realizada em Marabá o deputado federal Wandenkolk Gonçalves (PSDB-PA), o deputado federal presidente da Comissão Especial de Mineração, Gabriel Guimarães (PT-MG), o deputado federal relator da Comissão Especial de Mineração, Leonardo Quintão (PMDB-MG), o deputado federal membro da Comissão, Beto Faro (PT-PA), o deputado federal membro da comissão, José Priante (PMDB-PA), o deputado federal membro da Comissão, Lira Maia (DEM-PA), o deputado federal membro da Comissão, Cléber Verde (PRB-MA), o vice-governador do Estado do Pará, Elenilson Pontes, presidente da Câmara dos Vereadores de Marabá, Julia Rosa, o prefeito de Marabá, João Salame, o presidente da Associação Comercial de Marabá, Gilberto Leite, entre outros.

Sebrae Açailândia disponibiliza ônibus para palestra do Dr. Hollywood


O cirurgião Plástico se apresentará durante a Feira do Empreendedor em Imperatriz

Dr. Robert Rey, conhecido no Brasil como Dr. Rey ou Dr. Hollywood estará na Feira do Empreendedor no dia 08 de novembro ministrando uma das palestras magnas do maior evento de empreendedorismo do Maranhão. Ele abordará o tema “Empreendendo no Mercado da Beleza”.

A palestra oferecerá aos presentes oportunidades de conhecimento além de apresentar novidades na área da beleza assim como alcançar soluções criativas e viáveis para obter mais lucratividade e gerenciar melhor seu capital.
Para que empreendedores e donos de pequenos negócios de Açailândia não percam a oportunidade de participar deste momento palestra, a unidade regional do Sebrae disponibilizará um ônibus gratuito (para quem se inscrever até o dia 04) para transportar os inscritos em Açailândia – sujeito a disponibilidade de vagas. As inscrições podem ser feitas no Sebrae que fica localizado na rua Bonaire, 333, Centro. O investimento para a palestra é de $50. Para mais informações os interessados podem entrar em contato pelo telefone 3538-1924.
O palestrante
O Dr. Rey, que já fez mais de 33 mil procedimentos cirúrgicos, é conhecido por deixar as cirurgias com quase nenhuma cicatriz. Tais procedimentos são retratados frequentemente no programa de Tv exibido nos Estados Unidos Dr. 90210. No Brasil, ele apresenta o programa Dr. Hollywood ao lado de Daniela Albuquerque na RedeTV.
Filho de um americano e de uma brasileira, o médico tem um mestrado em Políticas Públicas pela Universidade de Havard e um MD da Tufts University School Medicine. Embora seja muito famoso e bastante requisitado, Dr. Rey viaja todos os anos em missões humanitárias, para operar crianças com deformidades físicas.